São Caetano do Sul,

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PARABÉNS PARA ÁRBITRAS PAULISTAS pela conquista no teste CBF masculino


Mulheres fracas, fortes. 
Não importa. 
Mulheres mostram que mesmo através da fragilidade. 
São fortes o bastante para erguerem sempre a cabeça 
Sem desistir, pois sabemos que somos capazes de vencer. 

Temos a delicadeza das flores 
A força de ser mãe, 
O carinho de ser esposa, 
Reciprocidade de ser amiga, 
A paixão de ser amante, 
E o amor por ser mulher! 

Somos fêmeas guerreiras, vencedoras, 
Somos sempre o tema de um poema 
Distribuímos paixão, meiguice, força, carinho, amor. 

Somos um pouco de tudo 
Calmas, agitadas, lentas! 
Vaidosas, charmosas, turbulentas. 

Mulheres fortes e lutadoras. 


Parabéns  Meninas que orgulho de vcs. Grazi

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Paralímpicas comparam dificuldades diárias em Londres e no Rio



Londres irá receber atletas deficientes de todo mundo nesta semana, quando começam os Jogos Paralímpicos, a partir de quarta-feira. A reportagem acompanhou a rotina de duas atletas, uma da Grã-Bretanha e outra do Brasil, e viu de perto os desafios enfrentados dentro e fora das quadras.

Louise Hunt é inglesa, tem 21 anos e irá participar das competições de tênis de cadeira de rodas. Ana Paula Alves é brasileira, tem 40 anos e integra a seleção do Brasil de vôlei sentado.

Londres 2012
A cidade que irá sediar as competições tem 8.500 ônibus adaptados para cadeirantes, e cada parada é anunciada em voz alta, assim como o ponto final, para que deficientes visuais possam acompanhar o trajeto.
No entanto, 80% do metrô londrino não é adaptado, de acordo com a ONG Transport for All (Transporte para todos). Alto-falantes anunciam as paradas, mas as estações geralmente têm acessos por escadas e degraus, o que inviabiliza a mobilidade de cadeirantes.
Além disso, o vão entre o vagão e a plataforma costuma ser uma barreira difícil de transpor para as cadeiras de rodas. Durante a Paralimpíada serão colocadas rampas móveis de embarque em 16 estações para resolver o problema, mas ainda não está claro se essas rampas irão permanecer ali depois dos jogos.
Os "black cabs" (táxis pretos), como são chamados em Londres, são adaptados para receber deficientes e cadeirantes, inclusive com rampas de acesso para a entrada nos carros.
As calçadas londrinas são, na maioria, bem conservadas e adaptadas para cadeirantes e com rampas nos pontos de cruzamento. Um programa do governo disponibiliza carros novos e já adaptados para portadores de deficiências a preços acessíveis. Dependendo do valor do automóvel, ele é coberto pela bolsa mensal recebida pelo deficiente.
Rio 2016
Na sede dos jogos de 2016, projetos individuais começam a surgir, mas, em geral, muitas ONGs e especialistas no assunto reclamam do acesso para portadores de deficiência.
Os meio-fios são altos; as calçadas mal conservadas e faltam rampas de acesso por toda a cidade. A prefeitura tem realizado obras para adaptar o Rio de Janeiro. O projeto "calçada lisa" promete trazer acessibilidade para 700 mil metros de pavimentos, até 2016.
Os táxis, em sua grande maioria, não são adaptados, embora haja empresas que, com carros maiores, se especializaram no transporte de cadeirantes.
Mais da metade da frota de ônibus da cidade do Rio de Janeiro, tecnicamente, é adaptada para cadeira de rodas, e uma lei determina que todos os ônibus no Brasil têm de estar de acordo com os padrões de acessibilidade até 2014. No entanto, os cadeirantes constantemente reclamam de que o elevador está quebrado, ou de que os motoristas não sabem como operá-lo.
Se comparado com o restante da cidade, o metrô carioca é muito bem adaptado. Com marcas em braile para cegos e diversas rampas de acesso, os deficientes não costumam ter problema de circular nesse meio de transporte.
Projetos como o "Praia para todos" garantem acessibilidade no Rio de Janeiro, com esteiras que permitem a cadeirantes chegar até o meio da areia, cadeiras anfíbias para entrar na água e tendas de apoio. No entanto, o projeto é móvel e, no momento, não existem pontos fixos de acesso para cadeiras de rodas na praia neste momento.
Carros para deficientes físicos recebem um desconto de impostos de IPI, ICMS, IOF e IPVA. Os tributos no Brasil correspondem a cerca de 40% do valor do veículo.
Fonte: www.terra.com.br

HBO lança série brasileira sobre árbitros de futebol

Bandeirinha musa é um dos destaques de série de TV que retrata universo da arbitragem no país.

Uma nova série deve estrear no canal de TV paga HBO, dia 26 de Agosto (domingo) às 20h30. A série faz parte do pacote de novas produções brasileiras com as quais a HBO pretende atender a lei que determina cota de conteúdo nacional na programação da TV paga e foi produzida pela Pródigo Filmes.

A produção, com o sugestivo nome “FDP”, fala sobre os juízes de futebol – daí a sigla que, na maioria das vezes, substitui o nome e função em campo dos árbitros para os torcedores mais fanáticos. “FDP” contará em 13 episódios a história de Juarez Gomes da Silva, interpretado por Eucir de Souza, um juiz que sonha apitar uma Copa do Mundo. Buscando realizar seus objetivos, ele consegue ser escolhido para atuar em um dos jogos da taça Libertadores da América. Mas enquanto sua carreira segue a passos largos, sua vida pessoal começa a passar por problemas, os quais podem comprometer seu futuro.


Fora das telas, o time escalado também é de craques. O escritor José Roberto Torero é um dos roteiristas e Kátia Lund, codiretora de “Cidade de Deus”, é uma das diretoras, com Caito Ortiz e Adriano Civita. Celebridades da bola fazem participações especiais nos episódios, o crsque Neymar, é claro, está entre eles. Em seu elenco estão os atores Cynthia Falabella (Manuela), Maria Cecília Audi (Rosali), Vitor Moretti (Vini), Paulo Tiefenthaler (Carvalhosa, o bandeirinha), o ator e cantor Saulo Vasconcelos (Serjão), Fernanda Franceschetto (Vitória, a bandeirinha), Adrian Verdaguer (Guzmán), Domingas Person (Paloma) e Chris Couto (Gilda Marques, a comentarista).
Foto:Uol

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Bicampeãs admitem lesões e cogitam descanso da Seleção em 2013


O bicampeonato olímpico mostrou um admirável sentimento de superação, mas o futuro da Seleção Brasileira feminina de vôlei deve ser tratado com carinho, principalmente visando o Mundial de 2014 e a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro. Algumas das jogadoras mais antigas do grupo reconhecem a necessidade de uma fase de descanso da equipe nos próximos meses para tratar lesões e superar o desgaste psicológico das últimas temporadas
"Eu sei que preciso de descanso, e isso será conversado", confessa a central Thaísa. "Vou falar por mim, eu preciso dar uma parada, sim", emenda a outra central da Seleção, Fabiana, capitã do elenco comandado pelo técnico José Roberto Guimarães, que concorda como uma boa alternativa até sacrificar o Grand Prix de 2013 para a recuperação das titulares.
O caso mais emblemático curiosamente é o da mais jovem entre aquelas que estavam no grupo de 2008 e ganharam agora o segundo título olímpico: Thaísa. Questionada pela reportagem sobre o desgaste, a jogadora, que completou apenas 25 anos no mês de maio, citou três contusões que foram incômodos obstáculos durante a sua participação em Londres e devem ser analisadas com cuidado para o futuro.
"Eu tenho uma bursite no calcanhar, tendinite nos dois joelhos e desgaste no quadril. Essa última é a mesma coisa que o Guga (tenista Gustavo Kuerten) sofreu durante a carreira, mas em menor escala", disse a atleta, que optou pelo mistério sobre a gravidade das lesões. "Agora vou consultar meu médico e fisioterapeuta para analisar", completou.
Em busca do sucesso olímpico, Thaísa não mediu esforços para superar a dor e também partiu para o consumo de anti-flamatórios, alternativa que proporciona outras consequências desagradáveis. "Você toma remédio, mas também não é legal para o estômago", destacou.
A oposto Sheilla, 29 anos, começou a fazer a diferença para a Seleção Brasileira no mata-mata em Londres ao brilhar principalmente nos pontos decisivos. Ao mesmo tempo, também passou a conviver com dores desde o jogo contra a Rússia. "Meu joelho estava gritando no fim da Olimpíada, o problema é que temos duas semanas para zerar e retomar a atividade com nossos clubes. A nossa rotina é assim, duas semanas de folga a cada 365 dias", aponta o novo reforço da equipe de Osasco.
Na questão física, a central Fabiana é a bicampeã olímpica que menos preocupa. A idade da atleta está longe de ser um obstáculo para o próximo ciclo - completou 27 anos em janeiro - e as dores no trapézio (músculo na região do pescoço) também são administráveis. "Eu faço relaxamento e massagem no local", explica.
A maior preocupação de Fabiana está com o desgaste mental em função das seguidas decisões. A jogadora acumula obrigações em clubes e na Seleção Brasileira desde 2000 - na última temporada, viveu o estresse de atuar no exterior, ao defender o Fenerbahce, da Turquia.
"Estou nesse ritmo direto desde 2000, passei por isso até na Seleção de base, então preciso parar, por alguns meses. A gente sempre emenda, joga no clube, depois vai para a Seleção. Isso para a minha cabeça está começando a atrapalhar", destaca a jogadora, reforço do Sesi-SP para a temporada 2012/2013 da Superliga.
Antes de Thaísa, Sheilla e Fabiana, a ponteira Paula Pequeno levantou ao fim da Olimpíada o assunto sobre o afastamento da Seleção Brasileira. Só que a jogadora, 30 anos, foi enfática ao cogitar a aposentadoria, já que sente a necessidade de dar mais atenção para a família, sobretudo para a filha.
Até o técnico José Roberto Guimarães deixou em dúvida a sua permanência na Seleção feminina de vôlei e pretende dar uma resposta em um mês para a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). O desgaste também alcança o comando da equipe. Se ficar, o treinador prevê a necessidade de um esforço ainda maior no ciclo até os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
"Todas terão de treinar mais, se sacrificar mais, então precisamos fechar com aquelas que estão dispostas. Essa equipe vai carregar o peso de ser bicampeã olímpica e vai se preparar para uma competição no Brasil, as críticas vão existir", avisa o treinador, único esportista no País com três medalhas nos Jogos.
Foto: Adriano Lima/Terra
Fonte:www.terra.com.br

Medalhista de bronze, Yane Marques chega ao Recife na quarta



EDUARDO AMORIM
Direto de Londres
Medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, a pernambucana Yane Marques chega ao Recife nesta quarta-feira, dia 15, por volta das 11h (de Brasília). A atleta irá desfilar em um caminhão do Corpo de Bombeiros pelas ruas do Recife (com passagem pelas avenidas Boa Viagem e Agamenon Magalhães) e depois participa de uma entrevista, que está sendo organizada por uma das empresas que patrocinam a atleta.
Segundo a assessoria de imprensa da atleta, o voo da pentatleta fará parada em São Paulo, mas ela nem sairá do aeroporto e seu primeiro contato com o público e a imprensa brasileira será no Recife.
A reportagem do Terra estará no Aeroporto dos Guararapes e acompanha a recepção da atleta na capital pernambucano. Yane teve um dos seus melhores resultados no Pentatlo Moderno no encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres.
Ela fez 904 pontos (21 vitórias) na esgrima, 1.212 pontos na natação (com o tempo de 2min12seg39), 1.152 pontos no hipismo (o máximo é 1.200) e 2.072 no combinado de corrida e tiro, com o tempo de 12min12seg08 e finalizando na terceira colocação. Chegando à excelente marca de 5.340 pontos e à inédita medalha de bronze.
Foto: Reutrs
Fonte: www.terra/esportes.com.br

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Jogos Olímpicos 2012: Brasil goleia Camarões com direito a recordes


Foto: Francois Lenoir/Reuters)

A Seleção feminina de futebol começou a campanha brasileira nas Olimpíadas de Londres com o pé direito. Jogando contra a modesta Camarões, as meninas do Brasil venceram sem sustos por 5 a 0, gols de Francielle, Renata Costa, Marta (2) e Cristiane.

Com esse resultado, o Brasil assume a liderança do Grupo E, com três pontos, junto da Grã-Bretanha, que tem saldo inferior (5 contra 1). Na segunda rodada, as meninas pegam a Nova Zelândia, no dia 28 de julho, completando sua participação na primeira fase diante das anfitriãs, em 31 de julho.

Além da estreia, o jogo desta quarta-feira marcou a quebra de dois recordes. Formiga se tornou a única jogadora a participar de todas as edições do torneio de futebol feminino olímpico e Cristiane se tornou a maior goleadora da História do torneio olímpico feminino, com 11 gols.

PRIMEIRA ETAPA

Mesmo inferior tecnicamente, as camaronesas partiram para cima, tentando surpreender. A falta de habilidade impediu que as africanas oferecessem perigo à goleira Andreia.

Depois de alguns minutos de pressão, o Brasil se achou no jogo e logo abriu o placar. Após jogada individual da craque Marta, Francielle bateu falta, enganando Ngo Ndom e abrindo o placar.

Pouco tempo depois, em cruzamento de Francielles, Renata Costa subiu mais que todo mundo e ampliou o placar.

A partir daí, o Brasil passou a se poupar, esperando Camarões se organizar ofensivamente e tentando contra-ataques. Mesmo com Marta em campo, a equipe só foi perigosa nos chutes de fora da área. A intenção era surpreender a goleira Ngo Ndom, que falhou no segundo gol. 

Foram três no primeiro tempo, com o de Formiga, aos 19, sendo o mais perigoso.

SEGUNDO TEMPO

A etapa complementar veio e com ela um domínio ainda maior da Seleção Brasileira. No entanto, esse domínio era parecido com o relaxamento das meninas que pareciam se poupar para os seguintes jogos.

Marta apareceu um pouco mais, tentando mais jogadas mágicas, mas sempre parada por falta. Quando conseguiu uma jogada melhor, a goleira camaronesa se refez da falha no segundo gol e tirou o perigo.

Na segunda chance, ela foi impedida de receber passe de Cristiane (que se recuperando de lesão entrou apenas no segundo tempo), sofrendo pênalti. A própria camisa 10 bateu, fez o gol, sentenciando a goleada.

Pouco depois, Cristiane teve a oportunidade de deixar seu gol, mas encontrou nova boa intervenção de Ngo Ndom.

No entanto, a atacante estava destinada a marcar. A ex-melhor do mundo Marta mostrou porque segue sendo o principal nome do futebol feminino, dando lindo passe para Cristiane, que driblou a goleira camaronesa e colocou seu nome na História, se tornando a maior artilheira da História das Olimpíadas.

E como nenhuma goleada é completa sem um golaço da Rainha Marta (que só havia marcado de pênalti até então), ela tratou de desfazer as dúvidas e aproveitou linda jogada de Cristiane para deixar o seu.

FICHA TÉCNICA
BRASIL 5x0 CAMARÕES

Local: Millenium Stadium, Cardiff (GBR)

Data-Hora: 25/07/2012 - 14h45 (de Brasília)
Árbitro: Jenny Palmqvist (SUE)

Cartões amarelos: Manie, Yango (CAM); Formiga (BRA)
Cartões vermelhos: nenhum

Gols: Francielle (6' do 1º tempo), Renata Costa (10' do 1º tempo), Marta (27' e 42' do 2º tempo), Cristiane (34' do 2º tempo)
BRASIL: Andreia, Fabiana, Bruna Benites, Érika, Renata Costa e Maurine; Francielle (Daiane), Formiga (Grazielle) e Ester; Thaisinha (Cristiane) e Marta Técnico: Jorge Barcellos.
CAMARÕES: Ngo Ndom, Manie, Ejangue, Njoya Ajara (Enganamouit) e Meffoumetou; Yango, Bella, Feudjio (Zouga) e Beyene; Ngono Mani e Onguene Técnico: Enow Nagatchu.



Fonte: www.lancenet.com.br

Campeã em quase tudo, italiana espera redenção na carreira com medalha olímpica


Tania Cagnotto posa com algumas das medalhas que conquistou ao longo da carreira. A atleta de 27 anos, entretanto, ainda não teve a chance de posar com uma medalha de Jogos Olímpicos. Crédito das imagens: Getty Images

Tania Cagnotto tem uma larga coleção de medalhas que incluem campeonatos mundiais e euno salto ornamental. Porém, aos 27 anos de idade, a italiana sente a falta de uma medalha olímpica antes de encerrar a carreira.

“Uma medalha de ouro olímpica está no meu coração faz anos”, afirmou a bela atleta em entrevista na semana passada. “Eu venci quase tudo, a uma medalha olímpica seria a cereja no bolo após uma longa carreira”, afirmou a saltadora.
Tania fez sua primeira participação em Jogos Olímpicos em Sydney-2000, quando tinha apenas 15 anos e se destacava como a atleta mais jovem da equipe italiana. Seu melhor momento nos Jogos, entretanto, foi em 2008, diante da audiência chinesa. Alguns erros nos saltos iniciais prejudicaram a italiana, que ainda conseguiu a única nota 10 do trampolim de 3m feminino naquela edição.
Quatro anos depois, os chineses ainda são os grandes adversários. “Eu estou muito bem mental e fisicamente. Eu sei não posso vencer os chineses, uma vez que a modalidade é um esporte nacional por lá, mas nunca se sabe o que pode acontecer”, afirmou a atleta, que vê o ouro como um desafio quase inalcançável.
Esta seria a última chance de Tania conquistar a medalha que lhe falta. “Espero continuar por um ou dois anos mais”, disse, despistando sobre sua participação nos Jogos no Rio de Janeiro. “Quatro anos é muita coisa. É muito cansativo, mesmo psicologicamente. Eu não aconselharia meus filhos a praticarem o salto ornamental. É estressante”
Fonte: www.uol.com.br