São Caetano do Sul,

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

HBO lança série brasileira sobre árbitros de futebol

Bandeirinha musa é um dos destaques de série de TV que retrata universo da arbitragem no país.

Uma nova série deve estrear no canal de TV paga HBO, dia 26 de Agosto (domingo) às 20h30. A série faz parte do pacote de novas produções brasileiras com as quais a HBO pretende atender a lei que determina cota de conteúdo nacional na programação da TV paga e foi produzida pela Pródigo Filmes.

A produção, com o sugestivo nome “FDP”, fala sobre os juízes de futebol – daí a sigla que, na maioria das vezes, substitui o nome e função em campo dos árbitros para os torcedores mais fanáticos. “FDP” contará em 13 episódios a história de Juarez Gomes da Silva, interpretado por Eucir de Souza, um juiz que sonha apitar uma Copa do Mundo. Buscando realizar seus objetivos, ele consegue ser escolhido para atuar em um dos jogos da taça Libertadores da América. Mas enquanto sua carreira segue a passos largos, sua vida pessoal começa a passar por problemas, os quais podem comprometer seu futuro.


Fora das telas, o time escalado também é de craques. O escritor José Roberto Torero é um dos roteiristas e Kátia Lund, codiretora de “Cidade de Deus”, é uma das diretoras, com Caito Ortiz e Adriano Civita. Celebridades da bola fazem participações especiais nos episódios, o crsque Neymar, é claro, está entre eles. Em seu elenco estão os atores Cynthia Falabella (Manuela), Maria Cecília Audi (Rosali), Vitor Moretti (Vini), Paulo Tiefenthaler (Carvalhosa, o bandeirinha), o ator e cantor Saulo Vasconcelos (Serjão), Fernanda Franceschetto (Vitória, a bandeirinha), Adrian Verdaguer (Guzmán), Domingas Person (Paloma) e Chris Couto (Gilda Marques, a comentarista).
Foto:Uol

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Bicampeãs admitem lesões e cogitam descanso da Seleção em 2013


O bicampeonato olímpico mostrou um admirável sentimento de superação, mas o futuro da Seleção Brasileira feminina de vôlei deve ser tratado com carinho, principalmente visando o Mundial de 2014 e a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro. Algumas das jogadoras mais antigas do grupo reconhecem a necessidade de uma fase de descanso da equipe nos próximos meses para tratar lesões e superar o desgaste psicológico das últimas temporadas
"Eu sei que preciso de descanso, e isso será conversado", confessa a central Thaísa. "Vou falar por mim, eu preciso dar uma parada, sim", emenda a outra central da Seleção, Fabiana, capitã do elenco comandado pelo técnico José Roberto Guimarães, que concorda como uma boa alternativa até sacrificar o Grand Prix de 2013 para a recuperação das titulares.
O caso mais emblemático curiosamente é o da mais jovem entre aquelas que estavam no grupo de 2008 e ganharam agora o segundo título olímpico: Thaísa. Questionada pela reportagem sobre o desgaste, a jogadora, que completou apenas 25 anos no mês de maio, citou três contusões que foram incômodos obstáculos durante a sua participação em Londres e devem ser analisadas com cuidado para o futuro.
"Eu tenho uma bursite no calcanhar, tendinite nos dois joelhos e desgaste no quadril. Essa última é a mesma coisa que o Guga (tenista Gustavo Kuerten) sofreu durante a carreira, mas em menor escala", disse a atleta, que optou pelo mistério sobre a gravidade das lesões. "Agora vou consultar meu médico e fisioterapeuta para analisar", completou.
Em busca do sucesso olímpico, Thaísa não mediu esforços para superar a dor e também partiu para o consumo de anti-flamatórios, alternativa que proporciona outras consequências desagradáveis. "Você toma remédio, mas também não é legal para o estômago", destacou.
A oposto Sheilla, 29 anos, começou a fazer a diferença para a Seleção Brasileira no mata-mata em Londres ao brilhar principalmente nos pontos decisivos. Ao mesmo tempo, também passou a conviver com dores desde o jogo contra a Rússia. "Meu joelho estava gritando no fim da Olimpíada, o problema é que temos duas semanas para zerar e retomar a atividade com nossos clubes. A nossa rotina é assim, duas semanas de folga a cada 365 dias", aponta o novo reforço da equipe de Osasco.
Na questão física, a central Fabiana é a bicampeã olímpica que menos preocupa. A idade da atleta está longe de ser um obstáculo para o próximo ciclo - completou 27 anos em janeiro - e as dores no trapézio (músculo na região do pescoço) também são administráveis. "Eu faço relaxamento e massagem no local", explica.
A maior preocupação de Fabiana está com o desgaste mental em função das seguidas decisões. A jogadora acumula obrigações em clubes e na Seleção Brasileira desde 2000 - na última temporada, viveu o estresse de atuar no exterior, ao defender o Fenerbahce, da Turquia.
"Estou nesse ritmo direto desde 2000, passei por isso até na Seleção de base, então preciso parar, por alguns meses. A gente sempre emenda, joga no clube, depois vai para a Seleção. Isso para a minha cabeça está começando a atrapalhar", destaca a jogadora, reforço do Sesi-SP para a temporada 2012/2013 da Superliga.
Antes de Thaísa, Sheilla e Fabiana, a ponteira Paula Pequeno levantou ao fim da Olimpíada o assunto sobre o afastamento da Seleção Brasileira. Só que a jogadora, 30 anos, foi enfática ao cogitar a aposentadoria, já que sente a necessidade de dar mais atenção para a família, sobretudo para a filha.
Até o técnico José Roberto Guimarães deixou em dúvida a sua permanência na Seleção feminina de vôlei e pretende dar uma resposta em um mês para a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). O desgaste também alcança o comando da equipe. Se ficar, o treinador prevê a necessidade de um esforço ainda maior no ciclo até os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
"Todas terão de treinar mais, se sacrificar mais, então precisamos fechar com aquelas que estão dispostas. Essa equipe vai carregar o peso de ser bicampeã olímpica e vai se preparar para uma competição no Brasil, as críticas vão existir", avisa o treinador, único esportista no País com três medalhas nos Jogos.
Foto: Adriano Lima/Terra
Fonte:www.terra.com.br

Medalhista de bronze, Yane Marques chega ao Recife na quarta



EDUARDO AMORIM
Direto de Londres
Medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, a pernambucana Yane Marques chega ao Recife nesta quarta-feira, dia 15, por volta das 11h (de Brasília). A atleta irá desfilar em um caminhão do Corpo de Bombeiros pelas ruas do Recife (com passagem pelas avenidas Boa Viagem e Agamenon Magalhães) e depois participa de uma entrevista, que está sendo organizada por uma das empresas que patrocinam a atleta.
Segundo a assessoria de imprensa da atleta, o voo da pentatleta fará parada em São Paulo, mas ela nem sairá do aeroporto e seu primeiro contato com o público e a imprensa brasileira será no Recife.
A reportagem do Terra estará no Aeroporto dos Guararapes e acompanha a recepção da atleta na capital pernambucano. Yane teve um dos seus melhores resultados no Pentatlo Moderno no encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres.
Ela fez 904 pontos (21 vitórias) na esgrima, 1.212 pontos na natação (com o tempo de 2min12seg39), 1.152 pontos no hipismo (o máximo é 1.200) e 2.072 no combinado de corrida e tiro, com o tempo de 12min12seg08 e finalizando na terceira colocação. Chegando à excelente marca de 5.340 pontos e à inédita medalha de bronze.
Foto: Reutrs
Fonte: www.terra/esportes.com.br

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Jogos Olímpicos 2012: Brasil goleia Camarões com direito a recordes


Foto: Francois Lenoir/Reuters)

A Seleção feminina de futebol começou a campanha brasileira nas Olimpíadas de Londres com o pé direito. Jogando contra a modesta Camarões, as meninas do Brasil venceram sem sustos por 5 a 0, gols de Francielle, Renata Costa, Marta (2) e Cristiane.

Com esse resultado, o Brasil assume a liderança do Grupo E, com três pontos, junto da Grã-Bretanha, que tem saldo inferior (5 contra 1). Na segunda rodada, as meninas pegam a Nova Zelândia, no dia 28 de julho, completando sua participação na primeira fase diante das anfitriãs, em 31 de julho.

Além da estreia, o jogo desta quarta-feira marcou a quebra de dois recordes. Formiga se tornou a única jogadora a participar de todas as edições do torneio de futebol feminino olímpico e Cristiane se tornou a maior goleadora da História do torneio olímpico feminino, com 11 gols.

PRIMEIRA ETAPA

Mesmo inferior tecnicamente, as camaronesas partiram para cima, tentando surpreender. A falta de habilidade impediu que as africanas oferecessem perigo à goleira Andreia.

Depois de alguns minutos de pressão, o Brasil se achou no jogo e logo abriu o placar. Após jogada individual da craque Marta, Francielle bateu falta, enganando Ngo Ndom e abrindo o placar.

Pouco tempo depois, em cruzamento de Francielles, Renata Costa subiu mais que todo mundo e ampliou o placar.

A partir daí, o Brasil passou a se poupar, esperando Camarões se organizar ofensivamente e tentando contra-ataques. Mesmo com Marta em campo, a equipe só foi perigosa nos chutes de fora da área. A intenção era surpreender a goleira Ngo Ndom, que falhou no segundo gol. 

Foram três no primeiro tempo, com o de Formiga, aos 19, sendo o mais perigoso.

SEGUNDO TEMPO

A etapa complementar veio e com ela um domínio ainda maior da Seleção Brasileira. No entanto, esse domínio era parecido com o relaxamento das meninas que pareciam se poupar para os seguintes jogos.

Marta apareceu um pouco mais, tentando mais jogadas mágicas, mas sempre parada por falta. Quando conseguiu uma jogada melhor, a goleira camaronesa se refez da falha no segundo gol e tirou o perigo.

Na segunda chance, ela foi impedida de receber passe de Cristiane (que se recuperando de lesão entrou apenas no segundo tempo), sofrendo pênalti. A própria camisa 10 bateu, fez o gol, sentenciando a goleada.

Pouco depois, Cristiane teve a oportunidade de deixar seu gol, mas encontrou nova boa intervenção de Ngo Ndom.

No entanto, a atacante estava destinada a marcar. A ex-melhor do mundo Marta mostrou porque segue sendo o principal nome do futebol feminino, dando lindo passe para Cristiane, que driblou a goleira camaronesa e colocou seu nome na História, se tornando a maior artilheira da História das Olimpíadas.

E como nenhuma goleada é completa sem um golaço da Rainha Marta (que só havia marcado de pênalti até então), ela tratou de desfazer as dúvidas e aproveitou linda jogada de Cristiane para deixar o seu.

FICHA TÉCNICA
BRASIL 5x0 CAMARÕES

Local: Millenium Stadium, Cardiff (GBR)

Data-Hora: 25/07/2012 - 14h45 (de Brasília)
Árbitro: Jenny Palmqvist (SUE)

Cartões amarelos: Manie, Yango (CAM); Formiga (BRA)
Cartões vermelhos: nenhum

Gols: Francielle (6' do 1º tempo), Renata Costa (10' do 1º tempo), Marta (27' e 42' do 2º tempo), Cristiane (34' do 2º tempo)
BRASIL: Andreia, Fabiana, Bruna Benites, Érika, Renata Costa e Maurine; Francielle (Daiane), Formiga (Grazielle) e Ester; Thaisinha (Cristiane) e Marta Técnico: Jorge Barcellos.
CAMARÕES: Ngo Ndom, Manie, Ejangue, Njoya Ajara (Enganamouit) e Meffoumetou; Yango, Bella, Feudjio (Zouga) e Beyene; Ngono Mani e Onguene Técnico: Enow Nagatchu.



Fonte: www.lancenet.com.br

Campeã em quase tudo, italiana espera redenção na carreira com medalha olímpica


Tania Cagnotto posa com algumas das medalhas que conquistou ao longo da carreira. A atleta de 27 anos, entretanto, ainda não teve a chance de posar com uma medalha de Jogos Olímpicos. Crédito das imagens: Getty Images

Tania Cagnotto tem uma larga coleção de medalhas que incluem campeonatos mundiais e euno salto ornamental. Porém, aos 27 anos de idade, a italiana sente a falta de uma medalha olímpica antes de encerrar a carreira.

“Uma medalha de ouro olímpica está no meu coração faz anos”, afirmou a bela atleta em entrevista na semana passada. “Eu venci quase tudo, a uma medalha olímpica seria a cereja no bolo após uma longa carreira”, afirmou a saltadora.
Tania fez sua primeira participação em Jogos Olímpicos em Sydney-2000, quando tinha apenas 15 anos e se destacava como a atleta mais jovem da equipe italiana. Seu melhor momento nos Jogos, entretanto, foi em 2008, diante da audiência chinesa. Alguns erros nos saltos iniciais prejudicaram a italiana, que ainda conseguiu a única nota 10 do trampolim de 3m feminino naquela edição.
Quatro anos depois, os chineses ainda são os grandes adversários. “Eu estou muito bem mental e fisicamente. Eu sei não posso vencer os chineses, uma vez que a modalidade é um esporte nacional por lá, mas nunca se sabe o que pode acontecer”, afirmou a atleta, que vê o ouro como um desafio quase inalcançável.
Esta seria a última chance de Tania conquistar a medalha que lhe falta. “Espero continuar por um ou dois anos mais”, disse, despistando sobre sua participação nos Jogos no Rio de Janeiro. “Quatro anos é muita coisa. É muito cansativo, mesmo psicologicamente. Eu não aconselharia meus filhos a praticarem o salto ornamental. É estressante”
Fonte: www.uol.com.br

Musa do boxe é escolhida porta bandeiras da Irlanda para abertura dos Jogos


Reprodução/facebook

A boxeadora Katie Taylor, quatro vezes campeã do mundo no peso ligeiro, será a porta bandeira da Irlanda na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres. A bela atleta de 26 anos será a terceira boxeadora a liderar a delegação, esporte que mais deu medalhas ao país na história.
Bronze na Olimpíada de Pequim há quatro anos, Taylor sucede como portadora da bandeira Wayne McCullough e Frances Barrett, boxeadores que carregaram as cores irlandesas nos Jogos de Barcelona-1992 e Atlanta-1996, respectivamente.
Em comunicado, o presidente da Associação Irlandesa de Boxe, Tommy Murphy, disse que a nomeação de Taylor “é uma honra e grande notícia” para este esporte.
“É a primeira boxeadora que representa o país em Jogos Olímpicos. Katie é uma grande embaixadora para nosso esporte e seu patamar internacional fala por si só”.
Além dos títulos dentro dos ringues, Taylor ainda se destaca por sua participação na seleção de futebol da Irlanda.

Combinar talento em duas modalidades de naturezas diferentes é tão incomum que costuma impressionar quando acontece. É uma façanha para poucos homens e, por que não, para raras mulheres. A irlandesa Katie Taylor é uma delas.
Fonte:www.uol.com.br

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Seleção Feminina conquista a Copa da Suíça


Foto: CBF
Nas últimas vezes em que Brasil e Canadá se enfrentaram no futebol feminino, as canadenses foram melhores. As adversárias conquistaram o Torneio Internacional Cidade de São Paulo em 2010 e o Pan-Americano em 2011. No início de 2012, o Canadá também venceu o amistoso nos Estados Unidos. Mas dessa vez foi diferente. A Seleção Feminina venceu por 2 a 1, com direito a dois gols nos acréscimos, e ficou com o título da Copa da Suíça, competição amistosa que serviu de preparação para Londres 2012.
A Seleção Feminina chegou primeiro ao gol adversário. Em uma jogada individual de Fabiana, que levou a bola à linha de fundo e cruzou, mas Formiga não conseguiu cabecear.
Em contra-ataque, Aline Pellegrino lançou a bola para Thaisinha, que quase encobriu a goleira Leblanc.
Com domínio do primeiro tempo, a Seleção abriu o placar aos 44 minutos. Marta cobrou o escanteio pela esquerda e Formiga colocou a bola para dentro do gol. Brasil 1 a 0.
A Seleção Feminina voltou para o segundo tempo pressionando da mesma maneira. Renata Costa cobrou a falta antes do meio campo. Fabiana dominou, driblou três canadenses e cruzou para dentro da pequena área. Formiga, muito marcada, cabeceou para fora.
Aos 15 minutos do segundo tempo, o Canadá teve chance de empatar. Tancredi chutou forte de fora da área, mas a bola foi para fora. Sinclair teve duas chances de gol, mas Andreia Suntaque fez belas defesa.
Nos acréscimos, o Canadá empatou. A bola passou por toda a área brasileira e ficou à feição paraa artilheira canadense, a atacante Sinclair, que não perdoou.
Quando tudo indicava que a partida iria para os pênaltis, logo após sofrer o empate, Marta mostrou porque é uma das melhores jogadoras de todos os tempos. Carregou a bola para a linha de fundo como se não houvesse nenhuma marcadora e cruzou para Grazielle, oportunista, marcar o gol do título. Brasil 2 x 1 Canadá.
Brasil
Andreia Suntaque, Fabiana, Bruna Benites, Aline Pellegrino (c), Renata Costa e Maurine; Francielle, Formiga e Ester; Thaisinha (Grazielle) e Marta
Canadá
Leblanc, Sesselman (Booth), Moscato, Chapman e Gayle (Wilkinson); Parker (Kyle), Scott, Matheson, Tancredi e Schmidt; Sinclair (c).
 Fonte: www.cbf.com.br