São Caetano do Sul,

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Brasil vence anfitriã China e se reabilita no Grand Prix


Foto: FIVB/Divulgação
A Seleção Brasileira feminina de vôlei ganhou da China, por 3 sets a 1, com parciais de 25/21, 21/25, 25/19 e 25/18, na manhã desta quinta-feira. Jogando a segunda partida da fase final do Grand Prix, o Brasil conseguiu sua primeira vitória e continua com esperanças de vencer a competição.
Precisando da vitória, o Brasil entrou em quadra com Fabiana, Paula Pequeno, Thaisa, Jaqueline, Sheila, Fabí e Fabiola. Já a seleção da China foi escalada com Ruoqi Hui, Xian Zhang, Qiuyue Wei, Junjing Yang, Yunwen Ma, Lei Zhang e Linlin Fan. O destaque da Seleção Brasileira foi a oposta Sheila com 18 pontos, enquanto a que mais pontuou pelas donas da casa foi chinesa Fan Linlin com 12.
O Brasil começou melhor o primeiro set, conseguiu abrir 4 a 1, e manteve a diferença para as chinesas. Na primeira parada técnica, o placar já marcava 8 a 3 para a Seleção Brasileira. Incomodado com o placar, o ténico chinês parou o jogo duas vezes para tentar acertar sua equipe, e conseguiu. A equipe da casa melhorou e, contando com muitos erros do Brasil, conseguiu empatar em 12 a 12. A situação se inverteu perto da segunda parada técnica, dessa vez, com erros seguidos da China, o time brasileiro liderava por 16 a 13. A Seleção Brasileira não teve dificuldades para fechar a primeira parcial e precisou apenas de um set point para marcar 25/21. O destaque ficou por conta de Sheila, que pontuou oito vezes.
A China voltou melhor para o segundo set e dificultou o jogo para as brasileiras. Sacando bem e definindo seus ataques, as chinesas chegaram a primeira parada técnica liderando por 8 a 6. Percebendo o "apagão" da sua equipe, o técnico José Roberto Guimarães parou o jogo e tentou organizar as brasileiras. Nem mesmo a entrada da ponteira Mari deu um ânimo a mais para a equipe, que chegou na segunda parada técnica perdendo por 16 a 11. O Brasil acordou e esboçou uma reação no final do set, diminuindo a diferença para um ponto, mas não foi suficiente para fechar a parcial. Com um ataque errado de Sheila, a China devolveu o placar do primeiro set, e fechou em 25/21.
Precisando vencer para manter viva a esperança de conquistar o título, a equipe brasileira começou mais ligada a terceira etapa e, com bloqueios eficientes, não deu chance para a equipe da casa. Até a primeira parada técnica o placar estava apertado, marcando 8 a 7 para o Brasil. Após isso, a Seleção deslanchou e fechou o set de forma tranquila em 25/19.
O Brasil veio para o quarto set decidido a fechar o jogo. Com saques eficientes da meio de rede Thaísa, a Seleção abriu 5 a 0, demonstrando grande superioridade sobre as anfitriãs. A China não conseguiu reagir e foi facilmente dominada pela equipe brasileira, que chegou a segunda parada técnica com nove pontos de vantagem, marcando 16 a 7. Administrando a vantagem o time do técnico José Roberto Guimarães fechou a partida em 3 sets a 1, com última parcial em 25/18.
Com três pontos conquistados em dois jogos e em terceiro lugar na competição, o Brasil segue firme na briga por seu nono título do Grand Prix. As próximas rivais serão as cubanas, nesta sexta-feira, às 2h (horário de Brasília).
Fonte: www.terra.com.br

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Seleção de handebol lança uniforme e deixa jogadoras mais "seguras"


Foto:Asics/ Divulgação
A Seleção Brasileira feminina de handebol conheceu na última terça-feira o uniforme com que disputará os Jogos Olímpicos de Londres 2012. As peças foram apresentadas às jogadoras e a primeira avaliação foi de aprovação, principalmente por conta do forro interno no shorts.
"O novo short com o forro por baixo é excelente. Além de confortável, nos deixa mais segura. Como sempre pulo bastante, às vezes, com o antigo uniforme, tinha que tomar mais cuidado com os movimentos. Agora, não vou precisar me preocupar", revelou a ponta Jéssica Quintino.
Já as goleiras da Seleção entrarão em quadra com peças mais fashion. As mangas de seus uniformes são coloridas e compostas por diversas estampas inspiradas na natureza brasileira.
"Gostei muito da combinação de cores e também do tecido. É bastante macio e o toque é bem suave. Como nos movimentamos bastante precisávamos de roupa que nos protegesse e também tivesse um toque fashion", disse a goleira Chana.
A Seleção Brasileira está no Grupo A dos Jogos Olímpicos, ao lado de Montenegro, Rússia, Croácia, contra quem estreia em 28 de julho, a Grã-Bretanha e Angola.
Fonte: www,terra.com.br

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Seleção Principal treina na Granja Comary para as Olimpíadas de Londres, enquanto Sub-20 se prepara para o Mundial



A Seleção Principal Feminina chegou à Granja Comary no dia 4 de junho e ficará até dia 29. Ontem, foi a vez da delegação Sub-20 se apresentar para começar a preparação para o Mundial da categoria, que acontece no Japão de 19 de agosto a 8 de setembro.
Debinha e Rafaelle, agora na Principal, representaram a Sub-20 em 2010. Thaisinha, que também busca uma vaga entre as 18 que vão a Londres, ainda tem 19 anos e por isso deve disputar o Mundial.
- É muito bom ter as meninas aqui, por mais que eu esteja concentrada com a Principal, é bom poder bater aquela resenha nos intervalos dos trabalhos - confessou Thaisinha.
A Sub-20 está concentrada na Pousada Meu Repouso, mas faz os treinos e as refeições na Granja. A manhã das mais novas foi um trabalho físico-técnico, comandado pelo técnico Caio Couto e seu auxiliar, Eduardo Oliveira.
Já as mais experientes, que estão em busca da medalha de ouro olímpica inédita, fizeram um trabalho físico com o preparador Vinicius Munhoz. Depois da primeira etapa do dia, o treinador Jorge Barcellos realizou um treino de bolas paradas, tendo em vista principalmente o jogo-treino desta quarta-feira, às 9 horas, contra o time sub-15 masculino do Fluminense.
Amanhã, durante o jogo-treino, a Seleção Principal terá uma torcida diferente: as jogadoras da Sub-20 acompanharão tudo de perto, depois do treino delas, é claro.
A tarde para a equipe olímpica será de descanso. Já a meninada da Sub-20 volta a campo às 15 horas para mais um trabalho.
fonte: www.cbf.com.br

sexta-feira, 15 de junho de 2012

São José é campeão brasileiro


Fonte: Tião Martins

O São José/SP é o campeão brasileiro de futebol feminino de 2012. A final da Copa do Brasil de Futebol Feminino aconteceu neste domingo, no Pacaembu, entre São José e Centro Olímpico/SP. As visitantes venceram o jogo por 4 a 2.
O Centro Olímpico abriu o placar com um gol de falta de Maurine. Mas as águias não deixaram por menos. Giovânia, Francielle e Michele Carioca (dois) fizeram os quatro gols do São José. Antes de terminar o jogo, Karen diminuiu para as donas da casa. No final da partida, Giovânia e Chu foram expulsas.
Na partida de ida, em São José dos Campos, as donas da casa venceram por 1 a 0 com um gol da zagueira Karen, em um chute forte de fora da área.
Além do título de campeão brasileiro, o São José conquistou o direito de disputar a Libertadores em 2013.
O campeão da competição em 2011 foi o Foz Cataratas/PR.
Fonte: www.cbf.com.br

Ana Karina Marques Valentim Alves: única brasileira no Mundial Feminino Sub-20 no Japão


Fotos: anaf.com
Ana Karina Marques Valentim Alves, de Pernambuco, é a única brasileira convocada a participar do Mundial Feminino Sub-20, que acontecerá no Japão, de 19/08 a 08/09/2012.
A ex-professora de biologia é árbitra de futebol há 10 anos. Fugindo do preconceito, ela decidiu fazer um curso de formação em arbitragem em 2002. Foi a única mulher da turma, que, para surpresa de muitos, não gostava e não entendia nada de futebol.
- Tive que lutar muito para perder a timidez na vida profissional. Ou eu perdia a timidez ou não ia dar certo – revela Ana Karina.
Por incentivo de um amigo de infância e do irmão, Ana Karina decidiu tentar a sorte. “Eu esperava muito do curso e acabei me identificando, por isso decidi investir nessa carreira”, conta. Dos colegas de curso e também de profissão vêm elogios e incentivo. Determinação também não faltou para a árbitra que, atualmente, integra o quadro de arbitragem da Fifa.
Em campo, ela aprendeu a lidar com jogadores e a torcida. “Os torcedores têm uma maneira diferente de torcer, uns elogiam e outros atacam e a gente se acostuma”, brinca a profissional. De fato, a função de juiz não é moleza. “Não é uma profissão fácil para um homem, imagine para uma mulher?”, frisa ela, que deixa a bola correr e dá cartão vermelho para o preconceito.

O portal Leia Já, destacou o perfil de Ana Karina, no especial “Mulher – Elas fazem a diferença”.
Falta, impedimento, escanteio, pênalti e tiro de meta. Esses termos, entre outros do mundo futebolístico, passaram a fazer parte da vida de Ana Karina Marques, nos últimos dez anos. A árbitra de 32 anos, que atualmente apita o Campeonato Pernambucano, deixa de lado a timidez e a delicadeza e assume uma postura firme durante os 90 minutos de jogo – fora os acréscimos. Além do uniforme, apito e cartões amarelo e vermelho, ela não dispensa o batom e o lápis de olho antes de entrar em campo. Se pudesse, continuaria a usar brincos, mas os itens foram proibidos dentro das quatro linhas.
Todo jogador ou jogadora de futebol sonha em participar de uma Copa do Mundo. O mundial também é o alvo da juíza, que integra o quadro da Fédération Internationale de Football Association (Fifa). Antes disso, o próximo passo é apitar jogos dos campeonatos nacionais. Do desafio, ela não tem medo. Dá um cartão vermelho para o preconceito e segue mostrando ritmo e segurança na profissão que não é lá muito adorada pelos torcedores. Fora de campo, ela revela que os jogadores mantêm o mesmo respeito que o demonstrado durante o jogo. “Nunca levei nenhuma cantada. Devido a minha postura em campo, eles têm respeito”.
Você sempre gostou de futebol?
Na verdade, eu não acompanhava os campeonatos. Só via os jogos da Seleção Brasileira. Mas não tinha noção das regras. Falta, impedimento… Não fazia ideia da diferença de cada um. Diferente do que as pessoas pensam, eu nunca joguei futebol. Já joguei vôlei, mas futebol, nunca.
E como e por que você se tornou árbitra?
Tudo começou quando um colega de infância convidou a mim e ao meu irmão para fazer o curso. Resolvi arriscar e comecei o curso. Ao poucos, fui gostando e sempre recebia incentivo dos colegas de turma. Minha família também sempre me apoiou, inclusive meu irmão, que fez todo o curso, mas hoje não apita mais. De início, eu queria ser assistente, mas a demanda por juíza principal era grande, porque havia apenas duas – Maria Edilene e Andrea Amorim – e a Edilene estava se aposentando.
Como foi a sua estréia?
Foi uma roubada [risos]. O primeiro jogo foi em um campeonato amador na Iputinga. Foi uma prova de fogo. Um grupo de árbitros foi escalado para apitar o campeonato. Eu era a única mulher. Durante a partida, o jogador, puxou meu cabelo. Eu o expulsei e tive que me impor. Depois desse dia, fiquei pensando: “Isso não é para mim. Não vou apitar mais”. Minha família me ajudou a seguir em frente e hoje estou mais acostumada. Hoje, vejo que o campeonato amador me ensinou muito. É relativamente mais fácil apitar um jogo oficial, que há seguranças para agir quando for necessário. Nos jogos de várzea, isso não existe. Os jogos de várzea me deram coragem e ritmo.
O juiz não é muito admirado pela torcida, que geralmente pega no pé e xinga antes mesmo do início da partida. Como você lida com isso?
Eu já me acostumei. Futebol é assim mesmo. Um pode sair satisfeito e outro não. Entramos em campo querendo fazer o melhor. Nem sempre, todo mundo sai satisfeito. Da torcida recebo até elogios. Acho os torcedores criativos. Às vezes, fico rindo das coisas que os torcedores fazem. A resistência diante de uma árbitra tem diminuído, mas acredito que a imprensa e os torcedores se apegam demais aos erros. Quando acerta, não fez mais que a obrigação. Quando erra, as críticas são grandes. E se o erro for de uma mulher, a repercussão é maior.
Fora de campo, quem é Ana Karina Marques?
Eu sou uma mulher tímida [risos]. Tive que lutar muito para perder a timidez na vida profissional. Ou eu perdia a timidez ou não ia dar certo. Eu me sentia estranha, parecia outra pessoa. Mas me acostumei. Também não abro mão da minha vaidade. Hoje, consegui um uniforme um pouco mais feminino e uso sempre batom e lápis.
Fonte: www.anaf.com.br

segunda-feira, 4 de junho de 2012

São José bate Centro Olímpico na 1ª final da Copa do Brasil feminina


Fonte: esporte.r7.com
O São José deu um passo importante neste domingo para ficar com o título da Copa do Brasil de Futebol Feminino. No primeiro jogo da final, a equipe derrotou o Centro Olímpico por 1 a 0, no Martins Pereira, com gol de Karen.
A vitória permite às jogadoras comandas pelo técnico Márcio Oliveira até empatarem a partida de volta (marcada para a próxima sexta-feira, no Pacaembu) para se sagrarem campeãs.
O único gol do duelo foi marcado por Karen, no primeiro tempo, e quebrou a invencibilidade do Centro Olímpico na competição.
Para chegar à final do torneio, organizado em confrontos eliminatórios de ida e volta, o time de São José dos Campos havia eliminado Kindermann-SC, Foz Cataratas-PR e São Francisco-BA. Já a equipe de São Paulo teve que passar por Atlético-MG, Vasco e Vitória-PE.
Algumas das atletas que estiveram em campo na manhã deste domingo - como Bagé e Francielle, do São José, e Maurine, Debinha e Érika, pelo Centro Olímpico - se apresentam à Seleção Brasileira nesta segunda-feira em preparação para os Jogos Olímpicos de Londres.
Fonte:  www.terra.com.br

quarta-feira, 30 de maio de 2012

1º jogo da final da Copa do Brasil de Futebol Feminino será dia 3 de junho



A Copa do Brasil de Futebol Feminino já tem seus finalistas: São José/SP e Centro Olímpico/SP.
A primeira final será no dia 3 de junho, em São José dos Campos, às 11 horas. E a partida de volta será no Pacaembu às 11 horas do dia 9 de junho.
Fonte: www.cbf.com.br