São Caetano do Sul,

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Federação discute uso de saia ou shorts por boxeadoras na Olimpíada

 
A menos de 200 dias para o início dos Jogos Olímpicos, o boxe feminino vive uma grande dúvida: as atletas devem competir trajando shorts ou saias? De acordo com o jornal inglês The Independent, a Comissão Técnica de Regras da Federação Internacional de Boxe (Aiba) deve apresentar a resposta para a questão após uma série de reuniões realizadas na Tailândia nesta semana.
 
A discussão é antiga e, até o momento, nenhuma conclusão foi alcançada. Em setembro de 2010, o presidente da Aiba, Ching-Kuo Wu, defendeu o uso de saias sob o argumento de que facilitaria diferenciação com os homens pelo público. Boxeadoras romenas e polonesas competiram com a peça durante o Campeonato Europeu, em setembro de 2011.
 
Em Londres, o assunto também está em destaque. Elizabeth Plank, uma boxeadora amadora, criou uma petição online defendendo que as atletas sejam livres para escolher entre saia ou shorts, e conseguiu a assinatura de mais de 50 mil pessoas demonstrando apoio. Um porta-voz da Comitê Olímpico Britânico, no entanto, disse à publicação que as representantes do país-sede têm preferência por competir com shorts.

A decisão da Aiba só deve ser anunciada em julho. Nesta semana, uma série de recomendações sobre o assunto serão definidas nas reuniões na Tailândia, e então encaminhadas para o Comitê Executivo da entidade. As atletas terão de definir o modelito de competição penas alguns dias antes do início da briga por medalhas em Londres.

Foto:  Getty Images
Fonte: http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/noticias/0,,OI5566043-EI19410,00-Federacao+discute+uso+de+saia+ou+shorts+por+boxeadoras+na+Olimpiada.html

Campeã olímpica em 1996 fará parte de comissão das Seleções de base

 
Ouro em 1996, Jacqueline trabalhará nas Seleções de base
Foto: Getty Images

Campeã olímpica em Atlanta-1996, a ex-jogadora Jacqueline Silva encara uma nova tarefa dentro do vôlei de praia. A ex-atleta fará parte da comissão técnica das Seleções de base femininas do Brasil e ajudará no desenvolvimento do esporte.
 
O trabalho de Jacqueline será em conjunto com Marcos Albuquerque, que segue no cargo representando a base masculina, e Jorge Barros, responsável pela supervisão de ambos. A ex-atleta irá acompanhar as categorias Sub-19 e Sub-21 no Circuito Brasileiro de vôlei de praia para poder decidir quais jogadoras irão compor o elenco para a disputa dos Mundiais.
 
"O Campeonato Mundial Sub-19 acontecerá em julho, no Chipre, e, o Sub-21, em agosto, no Canadá. As equipes escolhidas serão treinadas pela comissão técnica para chegarem às competições internacionais mais bem preparadas", comentou o superintendente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Tadeu Saad.
Jacqueline venceu a primeira olimpíada que contou com a disputa do vôlei nas areias, em Atlanta-1996, e se mostrou animada com a nova função dentro do esporte.
 
"Mesmo durante minha época de atleta eu já fazia, de certa forma, o trabalho de uma técnica. Sempre joguei com parceiras mais jovens e procurava ajudar no desenvolvimento delas, passando a minha experiência. Foi assim com a Sandra, com a Talita, com a Maria Clara e com a Juliana, por exemplo. Estou muito feliz por fazer parte deste projeto da CBV, que se propõe a dar suporte ao atleta no momento em que ele precisa, quando está começando e ainda não atingiu a estabilidade na carreira", declarou Jacqueline Silva.

Jorge Barros acredita que o trabalho de acompanhamento dos jovens atletas vai render frutos nas Olimpíadas 2016, programadas para acontecer no Rio de Janeiro. "O vôlei de praia brasileiro tem inúmeros talentos, espalhados por todo o país. Vamos acompanhar de perto as competições de base permanentemente, detectar os atletas que se encaixam no perfil adequado e trabalhar o desenvolvimento deles visando 2016", projetou

Fonte: http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/noticias/0,,OI5566260-EI19410,00-Campea+olimpica+em+fara+parte+de+comissao+das+Selecoes+de+base.html

Fabiana Murer define calendário e encerra preparação olímpica em Mônaco


Foto: Bruno Santos/Terra
Com a ajuda do técnico Elson Miranda e a supervisão do russo Vitaly Petrov, Fabiana Murer definiu o calendário que seguirá para chegar aos Jogos Olímpicos de Londres no auge do vigor físico. Em período de treinamentos em Portugal, ela começa 2012 competindo no Brasil e encerra a preparação na etapa de Mônaco da Liga Diamante, apenas uma semana antes da abertura da Olimpíada.  

"Teremos muito tempo para treinar antes das competições. O calendário foi feito em conjunto pelo Vitaly e o Elson. O Vitaly é experiente, sabe como programar a temporada, o que fazer, o que é bem importante na montagem dessa equação de períodos de treinamento e competitivo", disse a campeã mundial, que fica em Portugal até 20 fevereiro.
 
Depois, ainda terá nova clínica com o técnico russo, consultor da Seleção de salto com vara, em março.
Em 13 de maio, Fabiana Murer vai competir pela primeira no ano, no Grand Prix do Rio. Ainda vai fazer outra prova no Brasil, ainda não definida, antes de embarcar para o exterior. O primeiro desafio será a etapa de Eugene (Estados Unidos) da Liga Diamante, em 2 de junho, seguida da etapa de Nova York (Estados Unidos), no dia 9, e finalmente a etapa de Mônaco, em 20 de julho.

"Meu objetivo é chegar cada vez mais perto dos 5 metros e buscar uma medalha olímpica", apontou Murer, que tem como melhor marca da carreira 4,85 m. A Olimpíada de Londres começa em 27 de julho, mas o primeiro dia de competição do salto com vara é apenas 3 de agosto. A final será disputada no dia 6, quando a atleta poderá se consagrar mundialmente com o ouro inédito na categoria.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/noticias/0,,OI5566423-EI19410,00-F+Murer+define+calendario+e+encerra+preparacao+olimpica+em+Monaco.html

Russas dominam a patinação artística nos Jogos da Juventude

A russa Elizaveta Tuktamisheva já estava acostumada a perder de sua compatriota e rival na patinação artística, Adelina Sotnikova. Mas nesta quarta-feira, a história foi diferente em Innsbruck, na Áustria, onde acontece a primeira edição dos Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude.
Com uma rotina impressionante, Tuktamisheva somou 173,10 pontos para ficar com o ouro individual feminino. Apesar de não ser nada comum entre estas duas prodígios russas, desta vez Sotnikova foi forçada a ficar com prata. Ela fez 159,08 pontos. A chinesa Zijun Li, com 157,70, ficou com o bronze.
Na patinação de velocidade, Sanneke De Neeling conquistou a primeira medalha de ouro para a Holanda nos Jogos, nos 3000m feminino. De Neeling cruzou a linha de chegada em 4min37s33 seguida pela japonesa Rio Harada, que ficou com a prata com o tempo de 4min41s85, e pela sul-coreana Su Ji Jang, com o bronze em 4min42s72.
Nos 3000m masculino, o pódio foi inteiro oriental. Mais uma medalha para o chinês Fan Yang, que ficou com a medalha de ouro com o tempo de 4min03s22. Seitaro Ichinohe, do Japão, foi prata com 4min10s00, e o sul-coreano Hyeok Jun Noh terminou a prova em 4min14s41 e garantiu o bronze.

Photo by Chung Sung-Jun/Getty Images AsiaPac
Fonte: http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/noticias/0,,OI5563905-EI17545,00-Russas+dominam+a+patinacao+artistica+nos+Jogos+da+Juventude.html

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Fifa estuda rever lei para permitir véu na cabeça para mulheres árabes

Foto: Ali Jarekji/Reutrs

A Fifa pretender ever seus regulamentos com o intuito de considerar a possibilidade do uso de hijab, que seriam lenços na cabeça usados por mulheres muçulmanas. A vestimenta é proibida para jogos oficiais, assim como outros utensílios, como correntes, brincos grandes e pulseiras.

O pedido foi feito pelo príncipe Ali Bin Hussein, que é membro do comitê executivo da Fifa e vice-presidente da confederação da Ásia. A apresentação ocorreu neste sábado, no Japão, a membros da Fifa.

Para Hussein, a liberação do hijab seria uma forma de respeitar culturas, atraindo milhões de mulheres árabes à prática esportiva.

“Essa questão trará um impacto enorme para milhões de mulheres por todo o mundo. Se seguirmos no melhor caminho possível, essa questão trará segurança às pessoas envolvidas, respeitando culturas e promovendo um futebol sem discriminação e para todas as mulheres”, reforça.

A expectativa é que a nova lei seja sancionada em março, quando integrantes de Internacional Board se reúnem. A entidade é quem regulamenta novas regras no futebol. No futebol, a Internacional Board permite apenas equipamentos básicos, tais como shorts, uniforme, meias e caneleiras.
Para que seja sancionada uma nova lei, no caso a permissão de uso da hijab, é preciso que três quartos dos membros da entidade sejam favoráveis.

Em junho, a Fifa rejeitou as reclamações da federação de futebol do Irã após a equipe de futebol feminino ser banida da partida contra a Jordânia pelas Eliminatórias para as Olimpíadas de Londres. O motivo da discórdia foi o véu que cobre a cabeça das atletas, proibido pela entidade por “razões de segurança”.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2011/12/17/fifa-estuda-rever-lei-para-permitir-veu-na-cabeca-para-mulheres-arabes.htm

Futsal feminino tem sua própria "Marta" e sobra em estrutura diante do campo

O futebol feminino de Marta e companhia vive mais uma crise com a recente extinção do time do Santos, o mais vitorioso do país. Suposto “primo pobre”, o futsal vai pelo caminho inverso. Com parcerias com universidades e mais estabilidade para as atletas, a modalidade sobra na comparação e tem até sua própria “Marta”.

Vanessa Cristina Pereira tem 21 anos, nasceu em Patos de Minas-MG e atua no Female/Chapecó. Além de acumular títulos pela equipe catarinense e pela seleção brasileira (bicampeã da principal competição internacional da modalidade), a jogadora ainda foi eleita a melhor do mundo nos últimos dois anos pelo site europeu futsalplanet.com, a mais prestigiada do futsal, que carece de mais atenção da Fifa.

A comparação com Marta, no entanto, é rapidamente descartada. “As pessoas falam isso, mas não dá. Ela é fora de série, faz coisas que não dá para imaginar. Fico feliz porque engrandece meu trabalho, mas não consigo pensar: ‘hoje sou que nem a Marta”, disse Vanessa, em entrevista ao UOL Esporte.

A jogadora é só a ponta do iceberg do futsal feminino que, na comparação com o futebol, ganha com sobras, mesmo que ainda tenha uma estrutura longe da ideal. Enquanto as meninas do campo sofrem com um calendário confuso e incerto, no salão são cerca de oito competições por ano somente para clubes.

São duas competições nacionais (Taça Brasil e Liga Futsal), estaduais, competições universitárias e jogos abertos regionais e nacionais. Além disso, as seleções universitária e profissional completam o calendário com pelo menos uma convocação anual cada uma.

O futsal perde, no entanto, no alcance internacional. As meninas do salão ainda não têm um Mundial chancelado pela Fifa, mas sim uma espécie de mundialito que reúne as principais seleções desde 2010. As estrelas da modalidade também não conseguem a visibilidade de jogadoras como Marta e Cristiane, por exemplo.

Jogadores sem tanto apelo, no entanto, estão a ver navios. Grande parte da equipe do Santos segue sem emprego depois do cancelamento da equipe, processo que já aconteceu com outros times anteriormente, como o Corinthians. Com isso, as brasileiras são obrigadas a sair do país para viverem só de futebol, ao contrário do que acontece no futsal.

A estrutura está longe de ser rica. Quase todas as equipes de ponta, no entanto, contam com parcerias com universidades e empresas da região, que garantem o custeamento dos times, treinos e viagens. A Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) ajuda com seus patrocinadores próprios e custeia os alojamentos das equipes visitantes em algumas competições.

As jogadoras têm entre si um acordo informal de sempre exigirem o ingresso em uma faculdade de seus clubes. Quando se transferem, por exemplo, acertam salários e onde estudarão para só depois fecharem com a nova equipe. O cenário, mesmo com salários modestos, faz as jogadoras descartarem uma possível troca para o campo.

“Hoje em dia, depois do que aconteceu com o Santos, não trocaria. Até tinha pensado nisso no ano passado. O futsal também tem uma certa insegurança. Mas eu tenho uma amiga que estava no Santos e está desempregada”, disse Jessika, também do Chapecó, que disputou com Vanessa o título de melhor do mundo.

O cenário claro, não é o ideal. As jogaras reclamam, principalmente, da visibilidade que não possuem. Um acordo para transmissão de partidas seria, na visão dos envolvidos, o passo fundamental para a consolidação do esporte.

“Hoje a gente tem um orçamento que só vai crescer se entrar na televisão. Aí mudaria a ótica do nosso esporte”, disse Eder Popiolski, técnico do Chapecó. “O nosso esporte não tem massa por trás. Precisa de mídia. E quem vai ver um jogo de futebol feminino vai ver emoção. O Futsal tem muito a dar”, disse Marcos Sorato, técnico da seleção masculina e auxiliar da feminina, que é comandada pelo ex-jogador Vander Iacovino.

Foto: Reprodução/Chapecó
Fonte: http://esporte.uol.com.br/futsal/ultimas-noticias/2012/01/18/futsal-feminino-sobra-em-estrutura-diante-do-campo-e-tem-ate-sua-propria-marta.htm

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