São Caetano do Sul,

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Fifa estuda rever lei para permitir véu na cabeça para mulheres árabes

Foto: Ali Jarekji/Reutrs

A Fifa pretender ever seus regulamentos com o intuito de considerar a possibilidade do uso de hijab, que seriam lenços na cabeça usados por mulheres muçulmanas. A vestimenta é proibida para jogos oficiais, assim como outros utensílios, como correntes, brincos grandes e pulseiras.

O pedido foi feito pelo príncipe Ali Bin Hussein, que é membro do comitê executivo da Fifa e vice-presidente da confederação da Ásia. A apresentação ocorreu neste sábado, no Japão, a membros da Fifa.

Para Hussein, a liberação do hijab seria uma forma de respeitar culturas, atraindo milhões de mulheres árabes à prática esportiva.

“Essa questão trará um impacto enorme para milhões de mulheres por todo o mundo. Se seguirmos no melhor caminho possível, essa questão trará segurança às pessoas envolvidas, respeitando culturas e promovendo um futebol sem discriminação e para todas as mulheres”, reforça.

A expectativa é que a nova lei seja sancionada em março, quando integrantes de Internacional Board se reúnem. A entidade é quem regulamenta novas regras no futebol. No futebol, a Internacional Board permite apenas equipamentos básicos, tais como shorts, uniforme, meias e caneleiras.
Para que seja sancionada uma nova lei, no caso a permissão de uso da hijab, é preciso que três quartos dos membros da entidade sejam favoráveis.

Em junho, a Fifa rejeitou as reclamações da federação de futebol do Irã após a equipe de futebol feminino ser banida da partida contra a Jordânia pelas Eliminatórias para as Olimpíadas de Londres. O motivo da discórdia foi o véu que cobre a cabeça das atletas, proibido pela entidade por “razões de segurança”.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2011/12/17/fifa-estuda-rever-lei-para-permitir-veu-na-cabeca-para-mulheres-arabes.htm

Futsal feminino tem sua própria "Marta" e sobra em estrutura diante do campo

O futebol feminino de Marta e companhia vive mais uma crise com a recente extinção do time do Santos, o mais vitorioso do país. Suposto “primo pobre”, o futsal vai pelo caminho inverso. Com parcerias com universidades e mais estabilidade para as atletas, a modalidade sobra na comparação e tem até sua própria “Marta”.

Vanessa Cristina Pereira tem 21 anos, nasceu em Patos de Minas-MG e atua no Female/Chapecó. Além de acumular títulos pela equipe catarinense e pela seleção brasileira (bicampeã da principal competição internacional da modalidade), a jogadora ainda foi eleita a melhor do mundo nos últimos dois anos pelo site europeu futsalplanet.com, a mais prestigiada do futsal, que carece de mais atenção da Fifa.

A comparação com Marta, no entanto, é rapidamente descartada. “As pessoas falam isso, mas não dá. Ela é fora de série, faz coisas que não dá para imaginar. Fico feliz porque engrandece meu trabalho, mas não consigo pensar: ‘hoje sou que nem a Marta”, disse Vanessa, em entrevista ao UOL Esporte.

A jogadora é só a ponta do iceberg do futsal feminino que, na comparação com o futebol, ganha com sobras, mesmo que ainda tenha uma estrutura longe da ideal. Enquanto as meninas do campo sofrem com um calendário confuso e incerto, no salão são cerca de oito competições por ano somente para clubes.

São duas competições nacionais (Taça Brasil e Liga Futsal), estaduais, competições universitárias e jogos abertos regionais e nacionais. Além disso, as seleções universitária e profissional completam o calendário com pelo menos uma convocação anual cada uma.

O futsal perde, no entanto, no alcance internacional. As meninas do salão ainda não têm um Mundial chancelado pela Fifa, mas sim uma espécie de mundialito que reúne as principais seleções desde 2010. As estrelas da modalidade também não conseguem a visibilidade de jogadoras como Marta e Cristiane, por exemplo.

Jogadores sem tanto apelo, no entanto, estão a ver navios. Grande parte da equipe do Santos segue sem emprego depois do cancelamento da equipe, processo que já aconteceu com outros times anteriormente, como o Corinthians. Com isso, as brasileiras são obrigadas a sair do país para viverem só de futebol, ao contrário do que acontece no futsal.

A estrutura está longe de ser rica. Quase todas as equipes de ponta, no entanto, contam com parcerias com universidades e empresas da região, que garantem o custeamento dos times, treinos e viagens. A Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) ajuda com seus patrocinadores próprios e custeia os alojamentos das equipes visitantes em algumas competições.

As jogadoras têm entre si um acordo informal de sempre exigirem o ingresso em uma faculdade de seus clubes. Quando se transferem, por exemplo, acertam salários e onde estudarão para só depois fecharem com a nova equipe. O cenário, mesmo com salários modestos, faz as jogadoras descartarem uma possível troca para o campo.

“Hoje em dia, depois do que aconteceu com o Santos, não trocaria. Até tinha pensado nisso no ano passado. O futsal também tem uma certa insegurança. Mas eu tenho uma amiga que estava no Santos e está desempregada”, disse Jessika, também do Chapecó, que disputou com Vanessa o título de melhor do mundo.

O cenário claro, não é o ideal. As jogaras reclamam, principalmente, da visibilidade que não possuem. Um acordo para transmissão de partidas seria, na visão dos envolvidos, o passo fundamental para a consolidação do esporte.

“Hoje a gente tem um orçamento que só vai crescer se entrar na televisão. Aí mudaria a ótica do nosso esporte”, disse Eder Popiolski, técnico do Chapecó. “O nosso esporte não tem massa por trás. Precisa de mídia. E quem vai ver um jogo de futebol feminino vai ver emoção. O Futsal tem muito a dar”, disse Marcos Sorato, técnico da seleção masculina e auxiliar da feminina, que é comandada pelo ex-jogador Vander Iacovino.

Foto: Reprodução/Chapecó
Fonte: http://esporte.uol.com.br/futsal/ultimas-noticias/2012/01/18/futsal-feminino-sobra-em-estrutura-diante-do-campo-e-tem-ate-sua-propria-marta.htm

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Árbitras Femininas Federadas ou não
Trios mistos com duas Assistentes Mulheres e um Árbitro Central

Fotos Somente Ilustrativas


Brasileiros estreiam quarta e quinta-feira nos Jogos da Juventude

Eliza está ansiosa para estrear nos Jogos
Foto: Divulgação

A atleta brasileira de esqui alpino Eliza Nobre fará sua estreia na primeira edição Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude, que acontece em Innsbruck, na Áustria, nesta quarta-feira, dia 18. A paulista, 15 anos, participará das provas de slalom gigante na quarta-feira e de slalom especial na sexta-feira, dia 20.

Eliza esquia desde pequena, e nos últimos anos participou de campeonatos internacionais infanto-juvenis na América do Sul e Europa. Em agosto de 2011, tornou-se atleta profissional e logo em sua primeira competição oficial, conquistou o vice-campeonato no slalom gigante do XXVI Campeonato Brasileiro de Ski Alpino, organizado e realizado pela CBDN (Confederação Brasileira de Desportos na Neve).

Ansiosa para a estreia nos Jogos da Juventude, a jovem atleta se juntou a equipe brasileira de esqui alpino no começo de janeiro para um período de aclimatação e treinos, e vem demonstrando bom desenvolvimento.

"Meu objetivo aqui em Innsbruck é fazer o melhor que eu posso para representar o Brasil e também conseguir melhorar cada vez mais, porque nesse esporte não existe uma hora que você atinge a perfeição absoluta. Sempre existe algo para ser melhorado. Meu outro objetivo é participar futuramente dos Jogos Olímpicos", afirmou Eliza Nobre.

Além de Eliza, outro brasileiro representa o país nos Jogos. É Tobias Macedo, 15 anos. Natural de Fortaleza, o atleta de esqui alpino também disputará duas provas nesta semana, sendo uma de slalom gigante na quinta-feira (19) e outra de slalom especial no sábado (21).

"Esse é o mais importante evento esportivo já criado para a juventude e o Brasil entra para história ao participar em sua primeira edição", disse Pedro Cavazzoni, superintendente técnico da CBDN.

Destinada a jovens de 15 a 19 anos, essa competição multi-esportiva internacional tem como fatores fundamentais a educação e a cultura. Muito além dos eventos destinados às modalidades esportivas, os Jogos da Juventude são baseados nos pilares "conhecer", "fazer", "ser" e "conviver".

Nesses dez dias de Jogos (13 a 22 de janeiro) mais de mil atletas de todos os continentes participarão de eventos em 15 modalidade esportivas, baseadas no programa Olímpico de Inverno. São elas: esqui alpino, snowboard, esqui cross-country, biatlo, esqui estilo livre, ski jumping, bobsled, combinado nórdico, curling, hóquei no gelo, luge, patinação artística, patinação de velocidade, patinação de velocidade e skeleton.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/noticias/0,,OI5562813-EI17545,00-Brasileiros+estreiam+quarta+e+quintafeira+nos+Jogos+da+Juventude.html

Ginástica rítmica britânica falha e fica sem vaga olímpica

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Apesar de o status de anfitrião dos Jogos Olímpicos de 2012 garantir ao Reino Unido participação em todas as modalidades, o Comitê Olímpico Britânico fez um acordo com a Confederação Britânica de Ginástica: para a seleção de ginástica rítmica participar do evento, teria de alcançar um desempenho desejável no evento-teste, meses antes da competição oficial. Nesta terça-feira, o sonho acabou: o time não bateu a marca, deu vexame nacional e agora sonha com a solidariedade dos dirigentes para disputar a Olimpíada.
 
O acordo determinou que as ginastas britânicas precisariam alcançar 45.223 pontos em dois dias de evento-teste para garantir vaga na competição por equipes. O grupo, formado por Jade Faulkner, Francesca Fox, Lynne Hutchison, Louisa Pouli, Rachel Smith e Georgina Cassar, foi bem na segunda-feira e conseguiu mais da metade do necessário: 23.100. Na terça, no entanto, prejudicadas por uma série de erros, pontuaram 21.850. Assim, por apenas 0.273, não participarão dos Jogos Olímpicos.
 
O vexame ganhou destaque nos jornais britânicos e, apesar do fracasso, as ginastas manifestaram esperanças de terem a participação reconsiderada pelos dirigentes. "Nós vamos lutar por isso porque sabemos que estivemos longe de nossa melhor rotina, e para nós isso não é o fim", prometeu Georgina Cassar segundo o The Guardian. O diretor de performance da Confederação Britânica de Ginástica, Tim Jones, já refutou a hipótese e confirmou que o time não disputará a Olimpíada.
 
Segundo explicou, a meta de pontos foi determinada por dois motivos: para mostrar que poderiam ter uma performance aceitável e para ter um legado para o futuro, de forma que o esporte se desenvolva. "Nós tivemos um processo muito claro e uma política em vigor, e não há recursos para isso", afirmou o dirigente, confirmando o primeiro vexame britânico para os Jogos Olímpicos. Após o resultado final, na terça-feira, as ginastas se esconderam do público e foram às lágrimas.

Ainda há chance de o Reino Unido ter representantes na competição individual geral. Francesca Jones, a mais bem ranqueada da equipe, ainda precisa ter sua vaga confirmada pelos órgãos responsáveis. A competição olímpica da ginástica rítmica também não contará com representantes do Brasil: a equipe terminou o Mundial da França, em setembro de 2011, apenas na 22ª colocação e ficou sem vaga.

Foto: Getty Images
Fonte: http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/noticias/0,,OI5563738-EI19410,00-Ginastica+ritmica+britanica+falha+e+da+vexame+sem+vaga+olimpica.html

Hipismo: Camila Mazza começa preparativos rumo a Londres

A amazona Camila Mazza, destaque no hipismo nos Jogos Olímpicos de Pequim, começará uma importante temporada como preparação para Londres-2012, em julho. Neste final de semana, a brasileira competirá em uma prova em Deurne, na Holanda, onde vive atualmente.
"Vou saltar a prova com cinco cavalos. O Willink, de apenas oito anos, mas com o qual conquistei ótimos resultados no final do ano passado, o Mama Mia, o Werner, o Always There e o Kavanagh. Este último é um cavalo novo, que acabamos de adquirir e quero prepará-lo para fazer as provas internacionais", comenta Camila.
A brasileira almeja bons resultados na temporada e, acima de tudo, em Londres. "Este vai ser um ano importante e espero conseguir bons resultados nos eventos internacionais. Tenho me dedicado muito nestes últimos anos aqui na Europa e estamos ansiosos pelo retorno às competições", finaliza Camila.
Em dezembro, a amazona terminou em segundo lugar no GP da Polônia, saltando com o cavalo Willink. A segunda colocação lhe rendeu pontos importantes para o ranking da FEI (Federação Internacional Equestre). Em 2008, nas Olímpiadas de Pequim, na China, Camila foi um dos destaques no hipismo, terminando na décima colocação.

Foto: http://flaviogomes.warmup.com.br/category/pequim-2008/page/3/
Fonte: http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI5564271-EI2204,00-Camila+Mazza+comeca+preparativos+rumo+a+Londres.html

Tênis: Wozniacki supera susto, vira set perdido e vai à 3ª rodada

A dinamarquesa Caroline Wozniacki confirmou nesta quarta-feira a passagem à terceira rodada do Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam do ano. Mas a dinamarquesa teve dificuldades contra a georgiana Anna Tatishvilli especialmente no segundo set, no qual virou para fechar o jogo em 2 a 0, com parciais de 6/1 e 7/6 (7-4).

Apesar da facilidade do primeiro set, definido em apenas 28 minutos, Wozniacki encontrou problemas para superar a dona da 83ª colocação do ranking mundial na seguinte. Ela cometeu 20 erros não forçados, cinco vezes mais do que no set anterior, e viu a rival abrir 4/1 e sacar para fechar o set. Após desperdiçar a oportunidade, Tatishvilli não resistiu à derrota no tie-break.
 
Na terceira rodada, a líder do ranking mundial enfrenta a romena Monica Niculescu, 32ª colocada da lista, que nesta quarta-feira despachou a francesa Pauline Parmentier, a 70ª, em confronto de três sets: 4/6, 6/4 e 6/1. O retrospecto aponta vantagem para Wozniacki, que venceu os dois confrontos já realizados pelo circuito profissional.

A dinamarquesa atua na Austrália pressionada para manter a condição de número um do mundo, a qual não cede desde fevereiro de 2011. Qualquer derrota antes das oitavas de final significará a perda do posto. Independentemente do resultado de Wozniacki, semifinalista em Melbourne no ano passado, a checa Petra Kvitova, a bielorrussa Victoria Azarenka e a russa Maria Sharapova passarão à ponta da WTA caso ganhem o torneio.

Foto: Getty Images
Fonte: http://esportes.terra.com.br/tenis/noticias/0,,OI5563587-EI16984,00-Wozniacki+supera+susto+vira+set+perdido+e+vai+a+rodada.html