São Caetano do Sul,

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Sem vitórias, karateca brasileira é eliminada do Pan

 
Foto: Vipcomm/Divulgação
 
 
Depois de garantir, com Wellington Barbosa, pelo menos uma medalha de bronze no primeiro dia de competições nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, o karatê brasileiro não teve o mesmo sucesso entre as mulheres. Representante do País na categoria acima de 68 kg, Jeanis Colzani foi eliminada na fase de grupos.
Colzani se despediu do México sem vitórias nesta quinta-feira. Ainda na primeira etapa da competição, na qual os oito atletas foram divididos em duas chaves, ela foi derrotada por 2 a 1 pela canadense Olivia Grant e por 1 a 0 pela chilena Claudia Vera. Ainda conseguiu um empate ("hikiwake") sem pontos com a venezuelana Yelsy Piña, mas foi eliminada.
A experiente Jeanis, 26 anos, foi campeã sul-americana de karatê em 2009. Ela nasceu em Rolim de Moura, pequena cidade de cerca de 50 mil habitantes localizada em Rondônia.

Fonte: http://www.terra.com.br/

Maurren Maggi, mais um ouro no Pan

Foto: Ivan Pacheco/Terra

Maior nome do atletismo feminino do Brasil, Maurren Maggi acrescentou em Guadalajara mais um ouro ao seu vitorioso currículo nesta quarta-feira. Campeã olímpica na modalidade, ela confirmou o favoritismo, venceu o salto em distância e garantiu o tricampeonato pan-americano em Guadalajara. Veja fotos da prova que coroou a brasileira no México.

Fonte:www.terra.com.br

Decepcionada e com "cabeça ruim", Mayra diz que faltou arriscar

Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM/Divulgação

A brasileira Mayra Aguiar ficou fora da disputa pela medalha de ouro na categoria até 78 kg do judô após ser derrotada pela americana Kayla Harrison nas quartas de final, nesta quinta-feira, no Pan-Americano de Guadalajara. Bastante chateada após o combate, a atleta gaúcha - que perdeu por conta de duas punições (shido), totalizando um yuko para a adversária - admitiu que não entrou bem mentalmente no tatame e que deveria ter partido para cima antes do minuto final da luta. 
"Entrei meio apática na luta contra a americana, acho que tinha que ter entrado mais, tentado mais. Mas agora é buscar medalha (de bronze), focar de novo nesse descanso da tarde. A gente entra querendo muito o ouro, então fiquei meio decepcionada, sim. Mas agora não dá para pensar nisso, tem que pensar nisso depois. Tem que buscar essa medalha e só", disse ela, abatida.
Kayla Harrison é "velha conhecida" de Mayra. As duas se enfrentam desde as categorias de base do judô e, de acordo com a brasileira, a maior dificuldade ao lutar contra a atleta americana é justamente o aspecto emocional.
"A gente luta bastante, desde o juvenil a gente já se enfrentou, então já se conhece bem. Acabei perdendo por shido, falta de ataque, até achei que o primeiro shido não era para ter sido, mas o que dá para fazer? É abaixar a cabeça e lutar pelo bronze", disse.
"É mais complicado de lutar aqui, seca a garganta, tem toda essa coisa ruim, e a cabeça que tem que prevalecer. Acabei entrando com uma cabeça ruim e acabou acontecendo isso. A maioria das lutas com ela é isso, eu perco por causa de shido. No máximo algum yuko, alguma coisa que ela entra, mas a maioria é shido. Então tem que chegar em casa, parar e pensar sobre isso mesmo", completou.
Após a derrota para Harrison, Mayra superou na repescagem a mexicana Lenia Rubalcava, ex-atleta paraolímpica (pouca visão), e se classificou para a disputa da medalha de bronze. As decisões de medalhas desta quinta-feira no judô acontecem a partir das 20h (de Brasília).

Fonte: http://www.terra.com.br/

Adrian Nunes ficou perto da medalha de Bronze no Pan

 
Foto: site uol  
 
Ginasta menos conhecida entre as brasileiras que participaram da final do salto sobre o cavalo nesta quinta-feira, Adrian Nunes ficou perto de conquistar uma medalha de bronze. Porém, ela acabou caindo para o quarto lugar depois da exibição da última competidora, a colombiana Catalina Escobar. Já Daniele Hypólito errou e ficou apenas na sétima posição, enquanto o ouro foi para a americana Brandie Jean Jay.
Das oito competidoras no salto, Adrian foi a sétima a se apresentar e ficou com o gosto do bronze na boca. Após somar 13.962 pontos, ela subiria ao pódio se não fossem os bons saltos de Escobar, que marcou 14.162 na sequência.
Sem rivais à altura, Jay e a mexicana Elsa Garcia travaram o duelo pelo ouro, que acabou ficando com a americana por uma diferença muito pequena: 14.337 pontos a 14.312.

Fonte: http://www.terra.com.br/

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Brasil atropela Colômbia e é bronze no basquete feminino


Foto: Por Cris Bouroncle | AFP 

A seleção brasileira de vôlei feminino faturou a medalha de bronze, nesta terça-feira nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, ao atropelar a Colômbia por 87 a 48 na disputa para definir o terceiro lugar.
A cestinha do Brasil foi Iziane, que marcou 20 pontos e pegou seis rebotes, dois ofensivos e quatro ofensivos.
Esta medalha não deve diminuir a decepção das brasileiras, grandes favoritas da competição, que surpreenderam a todos na segunda-feira, ao perder por 69 a 68 para Porto Rico na semifinal.
Brasil 87 (24 17 28 18)
Colombia 48 (11 19 11 7)
Brasil: Bárbara (2), Iziane (20), Silvia (5), Damiris (5) e Erika (14). Entraram: Palmira (12), Tassia (9), Izabela (5), Jaqueline (2), Gilmara (10) e Carina (3).
Colombia: Narlyn Mosquera (6), María Palacio (4), Mabel Martínez (6), Levys Torres (4) y Elena Díaz (4). Entraram: Ana Mendoza (4), Myriam Alonso, Leidy Sánchez (12), Jenifer Muñoz (8), Sara Olarte e Katherine Quimbaya.

Fonte: http://br.esportes.yahoo.com/noticias/brasil-atropela-colômbia-é-bronze-basquete-feminino-011612464.html

Brasil bate o México e vai à final do futebol feminino

 
Foto:futebolinterior.com.br
Por AE | Agência Estado 
 
Com raça e muita emoção, a seleção brasileira feminina de futebol conseguiu a classificação à final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Mesmo com praticamente toda a torcida contra no estádio Omnilife, o Brasil derrotou o México por 1 a 0, nesta terça-feira, e agora espera a adversária na grande decisão - Colômbia e Canadá jogam a outra semifinal mais tarde.

Por uma grande coincidência, a destaque da partida foi a jogadora que passar por uma grande drama pessoal e mesmo assim resolveu ficar no México para tentar ganhar a medalha de ouro. Aos 33 minutos do segundo tempo, a lateral-direita Maurine recebeu um lançamento da esquerda e, livre dentro da área, tocou rasteiro na saída da goleira mexicana para marcar o gol da vitória.

Na comemoração, muito choro e dedos levantados ao céu de Maurine, que perdeu o seu pai - que coincidentemente se chamava Brasil - no último final de semana. Praticamente todas as suas companheiras de seleção foram abraçá-la. Depois, com a vantagem no placar, o negócio foi se segurar na defesa e contar com a boa atuação da goleira Bárbara, que fez uma grande defesa no final.

Assim que a partida acabou, novamente Maurine se ajoelhou no campo e foi abraçada por todas as outras jogadoras do Brasil, inclusive as reservas. O técnico Kleiton Lima, que usou o acontecimento na preleção para motivar ainda mais as atletas, foi outro que deu um longo abraço na lateral-direita.

Na saída do gramado, Maurine se emocionou mais uma vez ao dar entrevista. "Foi uma emoção muito grande. Minha família toda está em Porto Alegre. Foi a mão de Deus que me ajudou a fazer o gol. A gente (jogadores) conversou bastante para entrar focado, com muita raça e dedicação. E deu certo. Foram todas guerreiras, com muita vontade", disse a lateral, em entrevista à TV Record.

Fonte:
http://br.esportes.yahoo.com/noticias/brasil-bate-méxico-vai-à-final-futebol-feminino-000600410.html

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Maratonista brasileira recebe medalha de ouro em Guadalajara


 
Foto:Jefferson Bernardes / Vipcomm/Divulgação
Tarian Chaud
Direto de Guadalajara (México)
A brasileira Adriana da Silva mostrou regularidade na versão feminina da maratona e terminou os 42 km de corrida na primeira colocação. A medalha de ouro veio neste domingo, dia em que foi definido o novo recorde pan-americano da prova de resistência, que teve lugar nas ruas de Guadalajara, superando a marca da chilena Erika Oliveira, que terminou a prova em 2h37min41s no Pan de Winnipeg, em 1999. A campeã concluiu o percurso em 2h36min37s.
Tendo como principais adversárias a mexicana Madai Perez e a peruana Gladys Tejada, a brasileira foi constante durante as quatro voltas de 10 km do percurso na cidade. Nos dois primeiros quartos, concluídos, respectivamente, em 36min45s e 1h14min07s, a maratonista ficou no terceiro lugar.
Na segunda metade da prova, Adriana deslanchou. Mantendo o ritmo forte, a brasileira superou a peruana, que diminuiu a intensidade da corrida, assim como a mexicana, que manteve a liderança até o final do terceiro quarto.
A brasileira manteve a passada e partiu para a ultrapassagem sobre Perez pouco após os 38 km de prova. Na primeira colocação, Adriana abriu vantagem e deixou para trás a atleta mexicana, que demonstrava cansaço desde a passagem pelo trigésimo quilômetro.
Apesar do apoio da torcida, que incentivou a atleta local durante toda a prova, a distância entre primeira e segunda colocadas só aumentou. Ao cruzar o 40º quilômetro, a diferença entre a Adriana e Perez já era de 30 segundos.
Já próxima da linha de chegada, a brasileira pegou de um torcedor uma bandeira do País, com a qual ela correu os metros finais até cruzar a marca para o ouro e para o recorde novo pan-americano.

Fonte: http://www.terra.com.br/