São Caetano do Sul,

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Ginástica rítmica conquista o tetra e garante o segundo ouro para o Brasil no Pan


Foto:AFP PHOTO/Hector Guerrerro
Gustavo Franceschini

Depois de Thiago Pereira, foi a vez das meninas da ginástica rítmica. As jovens brasileiras bateram as favoritas canadenses e conseguiram o segundo ouro do Brasil no Pan de Guadalajara, mantendo a hegemonia do esporte com o tetra na competição, fechando a disputa com 48,575 pontos. O Canadá ficou com a prata, com 47,950 pontos e as cubanas completaram o pódio, com 47,175.
Debora Falda, Bianca Maia, Jessica Maier, Luisa Matsuo, Eliane Sampaio e Drielly Daltoe foram as autoras do feito deste domingo, no complexo de ginástica de Guadalajara. As meninas fizeram duas apresentações. Sob o som de My Way, de Frank Sinatra, usaram bem as cinco bolas e conseguiram 25,100, contra 24,450 das canadenses, que cometeram um erro em uma bela apresentaçãO.

Fonte :http://www.uol.com.br

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pan de Guadalajara testa "poder paralelo" do esporte olímpico brasileiro


Foto:Darko Bandic/AP

O Comitê Olímpico Brasileiro ainda dá as cartas, mas no Pan-Americano de Guadalajara, o poder paralelo do esporte verde-amarelo terá seu primeiro teste. Os jogos mexicanos serão o primeiro grande evento em que modalidades vão competir turbinadas por dinheiro da iniciativa privada que não passou pelas mãos do COB.
Em 2011, o Brasil viu surgir três grandes iniciativas que, indiretamente, iniciaram um processo de descentralização do dinheiro e, consequentemente, do poder no esporte olímpico nacional. A maior dessas iniciativas é da Petrobras, em parceria com o Instituto Passe de Mágica, criado pela ex-jogadora de basquete Magic Paula. A estatal patrocina projetos de cinco esportes: boxe, esgrima, remo, taekwondo e levantamento de peso.
Outra iniciativa é o  LiveWright, um movimento de grandes empresários para investimento na criação de centros de treinamento para o esporte brasileiro. A entidade já investe na ginástica e tem braços no tênis, na luta olímpica e no ciclismo. No mesmo molde, o grupo Lide, de João Dória Junior, também lançou um projeto esportivo, baseado no apoio ao atletismo e ao tênis.
Em comum, as três iniciativas usam dinheiro da Lei de Incentivo ao Esporte, criada em 2007. Em seu primeiro ciclo pan-americano (2007 a 2011), já foram investidos R$ 498 milhões (incluindo iniciativas fora do esporte olímpico). Como comparação, a Lei Agnelo-Piva, no mesmo período, gerou R$ 430 milhões ao COB, investidos na própria entidade, nas confederações e nos esportes escolar e universitário.
E os resultados já começaram a aparecer. Em 2011, remo, atletismo e boxe conquistaram inéditas medalhas de ouro em campeonatos mundiais.

Fonte: http://pan.uol.com.br/2011/ultimas-noticias/2011/10/14/pan-de-guadalajara-testa-poder-paralelo-do-esporte-olimpico-brasileiro.htm

Dani Lins supera arritmia cardíaca entre Pans e troca status de juvenil por titular


Foto: Alexandre Arruda/CBV
Roberta Nomura
Em Guadalajara (México)

Dani Lins tinha apenas 18 anos na primeira vez em que defendeu o Brasil em Jogos Pan-Americanos. De Santo Domingo-2003 para cá, a levantadora passou por diversas mudanças. O sotaque pernambucano perdeu um pouco a força e ela deixou o status de juvenil para assumir a condição de titular e uma das musas da seleção brasileira feminina de vôlei nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. No período, ela também enfrentou a incerteza da permanência nas quadras após ter uma arritmia cardíaca diagnosticada.
O problema no coração apareceu em 2004. “A arritmia foi provocada por uma virose. Eu estava muito, muito gripada. Por causa disso, tive que ficar seis meses parada. Um único exame acusou a arritmia. Depois, tive que fazer dois exames por mês durante um semestre. Foi complicado. Eu não sabia se ia voltar a jogar”, relembrou Dani Lins.
A levantadora tinha apenas 19 anos. “Me falaram que tinha um grupo de cinco médicos discutindo o meu caso. Três disseram que eu tinha que parar. Mas em 3 de janeiro de 2005 acabou. Foi um alívio. Depois disso, fazia baterias completas de exames em 2005 e 2006 para ver se não tinha perigo mesmo de acelerar demais o coração”, explicou. A rotina atual não inclui nenhuma análise específica. “Faço aquele monte de exames que todo mundo faz e nada mais”, disse Dani Lins.
O episódio ocorreu um ano após pernambucana disputar seu primeiro Pan, competição que ela recorda com carinho. “Eu fazia parte daquele time juvenil em Santo Domingo. A gente quase ganhou uma medalha. Foi uma pena”. Agora, a levantadora está na equipe principal de José Roberto Guimarães e tentará ajudar o Brasil a conquistar o quarto título continental (1959, 1963 e 1999).
Em Santo Domingo, o Brasil disputou o Pan com uma seleção juvenil e ficou em quarto lugar, perdendo a disputa da medalha de bronze para a seleção dos Estados Unidos. Quatro anos depois, no Pan do Rio, a seleção brasileira, mesmo com o time titular, ficou apenas com a medalha de prata -o ouro foi para Cuba.
O Brasil estreia no Pan de Guadalajara no próximo sábado, contra a seleção da República Dominicana, às 22h (horário de Brasília). Canadá e Cuba são os adversários seguintes ainda na primeira fase. O torneio feminino acontece de 15 a 20 de outubro.

Fonte: http://pan.uol.com.br/2011/ultimas-noticias/2011/10/14/dani-lins-supera-arritmia-cardiaca-entre-pans-e-troca-status-de-juvenil-por-titular.htm

Com Maurren de "amuleto", atletismo tenta manter recorde de medalhas


 
Foto:pqn.com.br
Danilo Vital
Direto de São Paulo
Apesar de Marcus Vinícius Freire, dirigente do Comitê Olímpico Brasileiro, considerar impossível o País repetir a performance do Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007, nesta edição de Guadalajara, em pelo menos um esporte a ambiciosa marca é considerada bem paupável: o atletismo. Serão 24 modalidades diferentes disputadas a partir do dia 23 nas quais a meta é conquistar 23 pódios.

"A meta do Confederação é pelo menos igualar o número de medalhas ao de 2007. É algo bem ambicioso e vai ser muito difícil. Historicamente, o país anfitrião costuma ter desempenho acima da média. Mas é possível", apontou Nélio Moura, técnico dos atletas de salto dentre os quais está Maurren Maggi, campeã olímpica e uma das favoritas para o salto em distância. Com senso de humor, ela se sente o "amuleto" da Seleção.
Em 2007, Maurren contribuiu com uma medalha de ouro para o Brasil. Antes disso, o recorde do atletismo brasileiro havia sido registrado em Winnipeg, em 1999, quando ela conquistou seu primeiro ouro - além de uma prata nos 100 m com barreiras. "Então acho que sou eu que dou sorte para o Brasil", gargalhou a atleta. No Pan de Santo Domingo, em 2003, os brasileiros não foram tão bem. Ela sequer participou, suspensa por doping.
"Acho que o Brasil está sempre bem preparado. A chance de buscar medalhas é grande porque tem excelente profissionais e estamos crescendo. Vamos fazer um bom trabalho. Se não bater as 23 medalhas, vamos ficar muito perto", previu após sessão leve de treinamentos no Conjunto Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, no Ibirapuera. Ela trabalha diariamente com dois atletas que ficaram frustrados em 2007, mas têm as melhores expectativas possíveis para 2011: Jefferson Sabino e Rogério Bispo.
 
Agora vai
Jefferson Sabino esteve com a medalha de prata do salto triplo nas mãos até a última série no Pan-Americano do Rio de Janeiro, mas acabou ultrapassado pelos cubanos Osniel Tosca e Yoandris Betanzos. O ouro ficou com o compatriota Jadel Gregório. "Eu sabia que poderia acontecer, então não baixei a guarda. Mas agora estou preparado para ter um resultado melhor", afirmou o atleta, que pelo menos não terá a concorrência de Jadel em Guadalajara.
Rogério Bispo, por sua vez, se lembra de estar bem fisicamente durante a competição do salto em distância. Faltou foco. "Eu estava mais preocupado com os outros. O público estava vaiando os outros atletas, e a gente não está acostumado a ver essa torcida contra em outros países. A gente se incomoda porque vê seus amigos serem vaiados". Para 2011, a confiança é total: "estou mais experiente, não tem mais mistério. Vou buscar a medalha que não conquistei no Rio".

Fonte: http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/pan-americano-guadalajara-2011/noticias/0,,OI5411451-EI17730,00-Com+Maurren+de+amuleto+atletismo+tenta+manter+recorde+de+medalhas.html

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Em ano "perfeito", Ana Cláudia Lemos diz que altitude "só ajuda"


 
                                       foto:iguanasports.webrun.com.br
Marcelo do Ó
Vagner Magalhães
Direto de San Luis Potosí (México)
Ela tem só 1,58 m de altura, mas chega ao México com a confiança de quem tem dois recordes sul-americanos: nos 100 e nos 200 m. Ana Cláudia Lemos não tem medo dos 1.860 m de altitude de San Luis Potosí, tampouco dos mais de 1.500 m de Guadalajara, local em que serão disputados os Jogos Pan-Americanos a partir desta sexta-feira.
A velocista tem desafios individuais e no revezamento 4 x 100 m. Para ela, o ar rarefeito não influencia em nada. "Pelo contrário, só ajuda", afirma.
A cearense de Jaguaretema, descoberta aos 13 anos em Santa Catarina, leva na bagagem a experiência de um Sul-Americano Sub-23 disputado em Medellín, na Colômbia. A 1.500 m acima do nível do mar, Ana Cláudia igualou, nas eliminatórias dos 100 m, a marca de 11s17, que há 20 anos pertencia somente a Lucimar Moura.
Em 2011, a jovem, 22 anos, busca terminar o ano "perfeito", como ela mesma define, com pódio nos Jogos Pan-Americanos: "independente da cor, gostaria de ganhar medalha".
Por isso, nos treinos ela espera um ritmo mais cadenciado. Fisioterapia apenas para relaxar. Ana Cláudia diz que está em plena forma e que o trabalho é "corrigir postura, descansar o corpo e pensar no Pan para disputar de igual para igual". No entanto, o pensamento também está ligado em Londres.
Sem ainda saber qual é o índice necessário para carimbar o passaporte até a segunda Olimpíada, ela estima que precisará correr os 100 m entre 11s15 e 11s20. "É o que vem acontecendo nas últimas edições", aponta.
No 13º Mundial de Atletismo, disputado em Daegu, na Coreia do Sul, há pouco mais de um mês, Ana Cláudia parou na semifinal dos 200 m ao marcar 22s97. Na eliminatória da prova, ela foi um centésimo mais rápida. A melhor marca na carreira - 22s48 - foi alcançada no Troféu Brasil deste ano, em São Paulo, e também é recorde sul-americano.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/pan-americano-guadalajara-2011/noticias/0,,OI5407895-EI17730,00-Em+ano+perfeito+Ana+Claudia+Lemos+diz+que+altitude+so+ajuda.html

Dica: Música faz diferença na hora de obter resultados

Foto:hypescience.com

Para quem acha que a música não influencia nos resultados do exercício físico e seus benefícios, é hora de pensar novamente.
 Um recente estudo, conduzido pelo Instituto de Pesquisa de Esporte e Ciências do Exercício, da John Moores University (Liverpool/Inglaterra), investigou o efeito do ritmo da música no desempenho do exercício. Os participantes se exercitaram em uma bicicleta estacionária ouvindo música e, sem o conhecimento deles, o ritmo da música era aumentado ou diminuído em 10%.
 O estudo apontou que, quando o ritmo era mais lento (diminuído 10%) os participantes pedaralam mais lentamente, assim como dimunuiam sua frequência cardíaca e intensidade no geral. Em contrapartida, quando o ritmo era mais acelerado (aumentado 10%), a frequência cardíaca aumentava, além da velocidade, cadência e potência.
 A pesquisa também levantou que 36% dos participantes gostaram mais de permanecer em exercício quando a música estava em um ritmo mais acelerado.
 O Consultor Técnico e Fisioterapeuta da Les Mills, Bryce Hastings, comenta: "Quando criamos cada novo mix (aula), nós damos atenção especial para a escolha musical, pois como já percebíamos ela tem o poder de ajudar os participantes a ter um ótimo treino. Claro, isso dirigido por Instrutores altamente qualificados e um excelente Coaching são também contribuem para essa "experiência". E é bom saber que a ciência está nos apoiando."


Fonte:Les Mills
http://www.fitnessbrasil.com.br/novo_site/news_detalhe.asp?Editoria=1%20&Id=1067

Cortada da Seleção de vôlei, meio de rede mostra abatimento

A meio de rede Adenízia foi cortada do Pan-Americano
Foto: Luiz Pires/Vipcomm/Divulgação

Cortada da Seleção Brasileira que disputou o Sul-Americano e se prepara para o Pan-Americano de Guadalajara, a meio de rede Adenízia, do Sollys Nestlé, não esconde o seu abatimento. Após seu time ser derrotado pelo Rabita Baku, do Azerbaijão, por 3 a 2, no encerramento da primeira fase do Mundial de Clubes de Vôlei, nesta quarta-feira, em Doha (QAT), a jogadora desabafou.
"Estou muito triste de estar aqui (em Doha). Gostaria muito de estar no Pan. Mas esse corte serve de aprendizado para mim. Minha cabeça está em Londres, onde quero estar no ano que vem.
Adenízia prefere não dizer que justificativa o técnico da Seleção, José Roberto Guimarães, lhe deu para sua ausência do Pan.
"Prefiro não comentar. O Zé com certeza vai formar a melhor equipe. Vou fazer de tudo para voltar, me mantendo alerta, guerreira e confiante como sempre fui".
Se serve de consolo para Adenízia, o Sollys entra em quadra nesta quinta-feira para enfrentar o VakifBank Türk Telecom, da Turquia, pela semifinal do Mundial de Clubes.

Fonte: http://www.terra.com.br/
           lancepress