São Caetano do Sul,

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tetracampeã do US Open, Maria Esther é homenageada nos EUA



Maria Esther Bueno conquistou o Aberto dos EUA em quatro ocasiões: 1959, 1963, 1964 e 1966
Foto: AFP


Maria Esther Bueno, maior tenista brasileira da história, foi homenageada nesta quarta-feira, em Nova York. E não poderia haver melhor local para a cerimônia. Foi na cidade que a verde-amarela conquistou quatro títulos do Aberto dos Estados Unidos.
Maria Esther recebeu um anel do Hall Internacional da Fama do Tênis. O presidente da entidade, Chris Clouser, foi o responsável pela entrega. A ex-atleta tem o nome introduzido no seleto grupo desde 1978.
Além de tetracampeã do US Open na chave de simples, a tenista atualmente com 71 anos levantou por três vezes o troféu de Wimbledon. Nas duplas, ela sagrou-se campeã em todos os quatro torneios de nível Grand Slam. 
Maria Esther Bueno foi a tenista sul-americana de melhores resultados em toda a história. Ela conquistou, no total, 19 títulos de Grand Slam - sete deles em simples - e esteve entre as dez melhores tenistas do mundo entre 1958 e 1968. Naquela época, porém, não havia um ranking que registrava os resultados dos atletas mais bem sucedidos.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

De fã a referência em quadra


                                              Foto:arenasports.com.br


Ela começou muito jovem na seleção e aos 16 anos já dividia a quadra com seus maiores ídolos, Hortência e Paula. Aos 38, quando encerrou a carreira, a situação se inverteu, pois era ela a grande referência para uma nova geração do basquete. E nessas mais de duas décadas com a camisa verde e amarela, Janeth deixou o bairro paulistano do Bom Retiro para conquistar um Campeonato Mundial, uma medalha de prata e outra de bronze em Olimpíadas e um ouro nos Jogos Pan-Americanos.
A história de sucesso da ala teve início aos 13 anos, quando sua professora de educação física a levou para treinar no Higienópolis, um clube do município de Catanduva (SP). Antes disso, porém, ela conta que chegou a jogar vôlei. “Sou de família simples, sempre gostei muito de brincar na rua e praticar esportes. Comecei com o vôlei pois não havia quadra de basquete perto de casa, mas mudei de esporte após acompanhar o Mundial de 1983 pela televisão”, lembra.
A certeza de que estava no caminho certo veio com a primeira convocação para a seleção principal, recebida com surpresa pela atleta, pois de uma hora para outra ela se viu em outro país e representando as cores do Brasil. “Mudou tudo de uma hora para outra graças ao basquete. Mas eu sempre fui muito tranquila, então pude me adaptar bem às novidades”, diz.
Apesar de uma galeria repleta de conquistas, que inclui quatro campeonatos consecutivos na WNBA (liga norte-americana de basquete feminino), Janeth elege como o momento mais marcante de sua carreira a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. “Cada tíitulo tem um significado especial para a gente, mas essa medalha foi muito marcante. Mesmo não tendo ganhado a final, eu estava em um grande momento da minha carreira”, afirma.
Com a aposentadoria de Hortência e Paula no final da década de 1990, Janeth passou a ser a principal remanescente da geração campeã mundial. E ela cumpriu esse papel em 2007, quando deixou as quadras após conduzir o Brasil à prata no Pan do Rio de Janeiro. “Lá atrás, quando eu comecei, não imaginava tudo isso, pois víamos os Estados Unidos e a Rússia sempre no topo. Eu só queria estar entre as melhores, poder defender a seleção, mas conseguimos muito mais”, conta.
E ela conta que uma das suas inspirações para se manter sempre motivada na carreira mesmo após tantas conquistas vem do exemplo dado pelo piloto Ayrton Senna. “Ele sempre foi uma referência por tudo o que conquistou. E para ter o mesmo sucesso eu sempre fui traçando metas. Conforme ia cumprindo, buscava coisas cada vez maiores”, finaliza.


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Especial para o Terra

link: http://copacocacola.terra.com.br/noticias/licoes-de-esporte-2/de-fa-a-referencia-em-quadra-75

Natação: Na final dos 100 m livre, bloco quebra e machuca Daynara

 
    Daynara de Paula não deixou que arrumassem o bloco e acabou ficando fora da prova
    Foto: Satiro Sodré/Agif/Divulgação


 
A final dos 100 m livre feminino do Troféu José Finkel, no Minas Tênis, em Belo Horizonte, foi marcada por um acidente com Daynara de Paula. O bloco da raia 1 quebrou e a nadadora machucou o pé esquerdo na largada e ficou para trás. Larissa Oliveira venceu a prova e ficou com a medalha de ouro.
A arbitragem não permitiu que a prova fosse repetida, já que Daynara não quis que consertassem o bloco antes da disputa. Em entrevista ao Sportv um dos árbitros afirmou que a nadadora foi avisada de que o bloco estava solto.
Após a prova, Daynara recebeu atendimento médico e ainda não sabe se terá condições de nadar nas outras duas provas neste sábado.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/esportesaquaticos/noticias/0,,OI5328797-EI15529,00-Na+final+dos+m+livre+bloco+quebra+e+machuca+Daynara.html

Natação: Fabíola Molina ganha quatro ouros pelo Minas no José Finkel


                                          Foto:globoesporte.globo.com

Com a simpatia e a vontade de uma estreante, a experiente nadadora Fabíola Molina superou o cansaço e faturou mais duas medalhas de ouro neste domingo. Atleta da Seleção Brasileira, ela venceu as provas dos 100m costas e o revezamento 4x100 medley.
A nadadora já havia vencido as provas dos 100m borboleta e os 200m costas, uma de suas especialidades junto com os 100m costas, vencida neste domingo com sobras, com o tempo de 1min01s33. Natália Diniz, a segunda colocada, fez apenas 1min03s12 e a terceira, Fernanda Alvarenga, 1min03s49.
O desempenho de Fabíola garantiu o título do Minas Tennis Clube no Troféu José Finkel, disputado em casa. Ela caiu na piscina em 12 provas, contadas as eliminatórias, semifinais e finais das competições que disputou.
"O saldo foi positivo, e o aproveitamento também. Consegui nadar bem provas que eu não esperava, como os 100m borboleta. Sou capitã da equipe, e estou feliz por ter marcado os pontos, poder motivar o pessoal mais novo e dar exemplo de perseverança", afirmou a atleta, em entrevista ao Sportv.


Fonte: http://esportes.terra.com.br/esportesaquaticos/noticias/0,,OI5330058-EI15529,00-Fabiola+Molina+ganha+quatro+ouros+pelo+Minas+no+Jose+Finkel.html

Na Bélgica, Daiane dos Santos leva o bronze no solo

 
                        Foto: muraljornal4asale.blogspot.com
 
 
Depois de três anos ausente, a brasileira Daiane dos Santos voltou a disputar uma etapa da Copa do Mundo de ginástica artística, em Ghent, na Bélgica e levou o bronze no solo. A última participação de Daiane na Copa do Mundo tinha sido em Tinajin, na China, em maio de 2008.
Na final, Daiane deu um duplo mortal com perfeição e marcou 13.425. Mas não contava com o desempenho da ucraniana Mariya Livchikova, que ficou com o ouro e a prata, que foi para a chinesa Liufang Wu.
Daiane voltou a competir com a seleção brasileira apenas em junho deste ano, no Torneio Internacional de Natal. E foi ouro no solo. A etapa belga é último desafio antes do Mundial, em Tóquio, os três primeiros colocados garantem vaga em Londres. A competição acontecerá dentro de duas semanas.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/ginastica/noticias/0,,OI5330062-EI15500,00-Na+Belgica+Daiane+dos+Santos+leva+o+bronze+no+solo.html

Jade Barbosa brilha e leva ouro na Bélgica; Adrian Gomes é bronze

 
 
Foto: forumchaves.com.br
 
Não bastasse o brilhante ouro de Jade Barbosa na Copa do Mundo de Ghent, na Bélgica, o Brasil também levou Adrian Gomes para o pódio. O resultado final do salto terminou com Jade Barbosa marcando 14.437 pontos, superando a israelense Valeria Maksiuta, que fez 14.025 e ficou com a prata. Já Adrian Gomes, com 14.012, por pouco não fez a dobradinha com Jade neste domingo.
Essa etapa de Ghent é preparatória para o Campeonato Mundial de Tóquio - que dá três vagas para Londres 2012 - e os Jogos Pan-Americanos, que acontecem em outubro, no Japão e no México, respectivamente.
A etapa belga teve a participação de mais de 200 atletas, de 41 países, entre eles Rússia, Espanha, China e Estados Unidos, além dos donos da casa. As apresentações aconteceram no ginásio Topsporthal Vlaanderen.


Fonte: http://esportes.terra.com.br/ginastica/noticias/0,,OI5330088-EI15500,00-Jade+Barbosa+brilha+e+leva+ouro+na+Belgica+Adrian+Gomes+e+bronze.html

domingo, 4 de setembro de 2011

Brasil fica em último na final do 4x100 m feminino; EUA vencem


                                                       Foto:A/P
Vagner Magalhães
Direto de Daegu (Coreia do Sul)
A equipe brasileira, formada por Franciela Krasucki, Vanda Gomes, Ana Cláudia Silva e Rosângela Santos, ficou com a oitava e última colocação no revezamento 4x100 m do Mundial de Atletismo de Daegu. Os Estados Unidos travaram uma disputa ferrenha com a Jamaica e conseguiram conquistar o ouro da prova. A Ucrânia completou o pódio.
Na semifinal, o Brasil havia terminado em terceiro lugar em sua bateria, com o tempo de 42s92 - recorde sul-americano. Já na final, as brasileiras pioraram a marca, cravando 43s10.
"O resultado (no geral) foi bom, pois conseguimos bater o recorde sul-americano. Valeu pela experiência", disse Ana Cláudia Silva. Já as outras corredoras brasileiras lamentaram um pouco mais o resultado.
"Tivemos um pouco de dificuldade, porque a pausa entre a semi e a final foi muito curta, de apenas 1h30", argumentou Franciela Krasucki, seguida por Vanda Gomes. "A gente queria mesmo era brigar por uma medalha. O recorde (sul-americano) acaba servindo como consolo", disse.
Já na luta pelas primeiras posições, a disputa ficou entre Estados Unidos e Jamaica. No final, a equipe americana (Bianca Knight; Allyson Felix; Marshevet Myers e Carmelita Jeter) cravou 41s56 (melhor tempo do ano) e ficou com o ouro.
As jamaicanas Shelly-Ann Fraser-Pryce, Kerron Stewart, Sherone Simpson e Veronica Campbell-Brown, com 41s70, tiveram que se contentar com a prata, seguidas pela equipe da Ucrânia (Olesya Povh, Nataliya Pohrebnyak, Mariya Ryemyen e Hrystyna Stuy), que marcou 42s51.

Fonte: www.terra.com.br