São Caetano do Sul,

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Clube da Copa do Brasil: Iranduba, AM


                                             Foto:divulgação/Iranduba

O Esporte Clube Iranduba, da cidade de Iranduba, no Amazonas, foi criado em 18 de janeiro de 2011, federado na CBF no dia 6 de junho. Após 33 dias, no dia 9 de julho, o Iranduba conquistou seu primeiro título: campeão amazonense, o que lhe assegurou o direito de disputar a Copa do Brasil de Futebol Feminino.
Na competição, o Iranduba estreou vencendo o São Raimundo/RR, em Boa Vista, por 5 a 1, no jogo de ida da Copa do Brasil de Futebol Feminino. Com o resultado, o time eliminou o jogo de volta e se classificou antecipadamente para a segunda fase.
Agora, nas oitavas-de-final, no jogo de ida, o Iranduba enfrenta o Tuna Luso/PA no dia 4 de setembro, às 15h30, no Estádio Álvaro Maranhão, que pertence ao clube. O técnico Olavo Dantas acredita no potencial de suas jogadoras.
- Nossa meta é chegar à final da competição, mas sabemos que será difícil.
Olavo foi a Belém assistir ao jogo Tuna Lusa/PA x Atenas/TO, na última quinta-feira.
- Fiquei surpreso com a qualidade do jogo e principalmente da equipe paraense.

Confira o elenco do Iranduba: Wilce, Elma, Nira, Vanda, Helen, Marya Jane, Rosa, Régis, Craque, Michelli, Samantha, Fran, Loirinha, Greisiany, Patrícia (Pauslistinha), Daiana (Baiana), Angleane, Alcione, Deise, Danielli, Charlene, Érica.

Comissão técnica:
Diretor de Futebol: Aldenir da Rosa
Treinador: Olavo Dantas
Preparador Físico: José Said
Preprador de Goleiro: Manga
Fisioterapeuta: Simone Carneiro
Confira os jogos de ida das oitavas-de-final que acontecem nesta quinta-feira:
Caucaia/CE x Vitória/PE, às 20 horas
Botafogo/PB x São Francisco/BA, às 20 horas
Atletas de Jesus/GO x Santos/SP, às 15h30
Kindermann/SC x Foz Cataratas/PR, às 20 horas
Atlético/MG x São José/SP, às 20 horas
Vasco/RJ x Rio Preto/SP, às 15 horas

Confira o jogo de ida das oitavas-de-final que também acontece no domingo, dia 4 de setembro:
Amazônia/AC x Viana/MA, às 19 horas.

Fonte: http://www.cbf.com.br/

Brasil encerra Mundial de Judô com recorde e afirmação feminina


 
                                             Foto:colunistas.ig.com.br
Allan Farina
Direto de Paris

Cinco medalhas individuais. Jamais o Brasil subiu ao pódio tantas vezes em Mundial de Judô como o que ocorreu em Paris entre os dias 23 e 28 de agosto. Liderado pela equipe feminina, o País conquistou duas pratas e três bronzes, só não conseguindo um desempenho melhor pela ausência de ouros. O torneio também viu a segunda e a terceira final feminina na história.
O Brasil encerrou sua participação na competição individual com cinco medalhas:. Leandro Cunha (-66 kg) e Rafaela Silva (-57 kg) ficaram com a prata, enquanto Sarah Menezes (-48 kg), Mayra Aguiar (-78 kg) e Leandro Guilheiro (-81 kg) conquistaram o bronze. Na competição por equipes, os homens tiveram ótimo desempenho e ficaram com a prata.
"Foi muito bom resultado, mas confesso que queria mais", diz Rosicleia Campos, treinadora da equipe feminina desde 2005. "Ainda tem muito trabalho pela frente. Esbarramos com nossas pedras no sapato que são as japonesas, mas vamos treinar no Japão para resolver esse pequeno problema. Temos um bom caminho pela frente e muitas alegrias virão", afirmou.
A equipe brasileira terminou o Mundial individual na oitava colocação do ranking, sendo a primeira entre os países que não conquistaram ouro. A liderança é japonesa, com cinco ouros, seis pratas e quatro bronzes, com a França surgindo na segunda posição. O Brasil também chegou a oito medalhas para a história do judô feminino (são 28 no geral), segunda melhor marca do torneio. A meta agora é superar o desempenho.
"Temos três categorias em que não estamos confortáveis. Falta o meio-médio, o médio e o pesado, que são a Mariana (Silva), a Maria Portela e a Maria Suellen (Altheman), as 'três M'. É aí que ajudaremos. O treinamento será diferenciado, mandaremos para competições menos difíceis para elas se sentirem mais fortalecidas e devagarzinho marcando ponto para o ranking", explicou Rosicleia.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/judo/noticias/0,,OI5318823-EI15566,00-Brasil+encerra+Mundial+de+Judo+com+recorde+e+afirmacao+feminina.html

Convocados para o Pan disputam Mundial de Mountain Bike

 
                                                 Foto: pedal.com.br  
 
A Seleção Brasileira de Mountain Bike está desde a última terça-feira em Champéry, na Suíça, onde participa do Campeonato Mundial da categoria. A competição segue até a próxima segunda-feira e reunirá os melhores ciclistas de 49 países.
Representando o Brasil estão: Rubens Donizete, atual campeão brasileiro e destaque da equipe, Edivando Cruz e Roberta Stopa na categoria Elite - os três estão na lista de convocados para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Pela Sub-23 participam Henrique Avancini, Sherman Trezza, Luana Machado e Raiza Goulão. Na Júnior, estão: Willian Alexi, Nicolas Sessler e Luiz Henrique.
O Brasil marca presença também na prova "Team Relay", competição mista que reúne um atleta de cada categoria, formando uma equipe de revezamento. Vence a que conseguir realizar o menor tempo no percurso estabelecido.
"Estamos participando do Campeonato Mundial com uma seleção bastante forte. Tentamos reunir os melhores atletas do Brasil, levando também os principais destaques da categoria de base e estamos bastante confiantes", comentou Eduardo Ramires, técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/pan-americano-guadalajara-2011/noticias/0,,OI5322500-EI17395,00-Convocados+para+o+Pan+disputam+Mundial+de+Mountain+Bike.html

Handebol do Brasil ganha apoio e assume futuras cobranças


 
                                   Foto: makeithappen50.blogspot.com
Anderson Rodrigues
Direto de São Paulo
Atual campeão pan-americano masculino e feminino, o handebol brasileiro precisa mostrar mais resultados. Com apoio do Ministério do Esporte e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) apresentou nesta terça-feira um novo patrocinador (Banco BVA). Em um evento em São Paulo, o presidente da entidade afirmou que o esporte vive o melhor ano preparatório para Pan-Americano, Mundial e Olimpíada, mas que deve haver, sim, cobranças. Resultados a curto prazo, para Guadalajara, em outubro, Mundial Feminino, em dezembro, no Brasil, e Jogos de Londres, em 2012.
Com as presenças dos técnicos dinamarquês Morten Soubak (Seleção feminina) e o espanhol Javier Garcia Cuesta (Seleção masculina) e de atletas de ambas as seleções (Tupan, Maik, Zeba, Tayra e Moniky), o presidente Manoel Luiz Oliveira falou sobre a importância do novo investidor, da construção de um Centro Nacional de Treinamentos em São Bernardo (previsto para 2012, com investimento de R$ 12 milhões) e de uma Seleção B, masculina e feminina, já para 2013, com atletas jovens, visando a renovação e de olho no desempenho nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro.
"Nós conseguimos um fato inédito em 2011: que os clubes liberassem os atletas para a Seleção permanente, com treinos durante o ano todo, amistosos e torneios no Brasil e exterior. Fizemos de tudo para elaborar e executar a preparação do projeto para conquistarmos o ouro no Pan em Guadalajara e irmos bem no primeiro Mundial a ser realizado nas Américas. É um ano especial e de cobranças", avisou.
Objetivos
Para chegar aos Jogos Olímpicos de Londres no ano que vem, as duas equipes precisam repetir em Guadalajara o feito do Rio 2007: conquistar dois ouros. "Se isso não acontecer, o caminho fica longo, com um torneio com equipes fortes europeias, que pode ter Dinamarca, Croácia, Alemanha, Hungria e Noruega. O caminho mais curto é conquistar o Pan. O ouro é fundamental", disse o técnico da Seleção Brasileira masculina, Javier Garcia.
A pressão sobre o ouro pan-americano em outubro pode ser comprovada pela experiência da seleção Argentina, que no Rio 2007 não levou os melhores atletas, ficou com a prata e não conseguiu depois a vaga em Pequim 2008.
"Hoje, por exemplo, estamos em um nível técnico abaixo ao da Argentina. Isso foi comprovado no Mundial (na Suécia, em janeiro, quando o Brasil amargou a 21ª colocação, enquanto os rivais foram 12º). No Pan, eles vão com os melhores jogadores, que atuam na Europa. Mas estamos trabalhando duro para cumprir esta meta de classificar para Londres, senão depois será complicado", completou o jogador Tupan.
A Seleção feminina foi congratulada com um convênio entre a CBHb e o Hippo, melhor clube da Áustria, que hoje tem oito brasileiras. O Brasil receberá o Mundial entre os dias 3 e 13 de dezembro, em São Paulo, com partidas também em Santos, Barueri e São Bernardo.
"Por sermos a modalidade com mais praticantes em escolas, com muitas crianças jogando handebol, temos de corresponder em grandes eventos. Acredito nas comissões técnicas das seleções e em nossos atletas. O projeto é representar bem o Brasil em casa em 2016", finalizou o presidente da CBHb.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/pan-americano-guadalajara-2011/noticias/0,,OI5321214-EI17395,00-Handebol+do+Brasil+ganha+apoio+e+assume+futuras+cobrancas.html

Fabiana prevê pressão, mira 4,90 m, e quer ser competitiva até 2016


 
                                                       Foto: EFE
Vagner Magalhães
Direto de Daegu (Coreia do Sul)
Ao conquistar a primeira medalha de ouro para o Brasil em um Mundial de Atletismo, a brasileira Fabiana Murer, do salto com vara, tem consciência de que o título será um fator de pressão em relação ao desempenho dela em Londres 2012. Será o reencontro da competidora com os Jogos Olímpicos, depois do fatídico caso das varas desaparecidas em Pequim 2008.
Com a experiência de quem chegou ao topo aos 30 anos, ela reconhece que precisa melhorar alguns parâmetros técnicos, diz que pretende estender a carreira pelo menos até os 35 anos para disputar a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, ainda de forma competitiva, e comenta estar pronta para superar os 4,90 m. Nesta terça, Fabiana Murer saltou 4,85 m, igualando o recorde sul-americano, que pertence a ela mesma. A marca anterior foi alcançada em Birmingham, na Inglaterra, no ano passado.
No caminho, a atleta brasileira sabe que tem a supercampeã russa Yelena Isinbayeva, que nesta temporada também não passou dos 4,85 m (em pista coberta). Na visão dela, a amiga ainda é a atleta a ser batida no esporte. A marca mundial de 5,06 m segue sendo um sonho distante para Murer.
"Eu já havia sido campeã mundial em pista coberta, no ano passado, em Doha, e agora consegui o mesmo feito na Coreia do Sul. Estou muito feliz. Esta é a melhor marca da minha carreira e me sinto pronta para superar os 4,90 m", afirmou.
Murer diz que se sente confiante, e que tem melhorado com os anos de experiência. Ela se considera uma atleta técnica, que não depende tanto da força para saltar. Isso a faz acreditar que possa chegar com a qualidade necessária para a disputa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
"As atletas do salto com vara começam a parar por volta dos 33 anos. Eu estou com 30 e meu objetivo é aprimorar ao máximo a minha técnica. Se dependesse exclusivamente da força, seria mais difícil chegar lá", disse.
A brasileira disse que, em 2011, se preparou voltada para o Mundial e o resultado foi obtido por meio de muito treino. "No ano passado, tive uma temporada maravilhosa, porém, este ano fui um pouco mais inconstante. Agora é prosseguir, pensando na Olimpíada do ano que vem. Posso aprimorar a minha técnica e é nisso que eu vou trabalhar", comentou.
Nesta terça, durante a volta da vitória no Estádio de Daegu, Fabiana se encontrou com o maior recordista de todos os tempos do salto com vara, o ucraniano Sergei Bubka. Disse ter ouvido dele palavras de incentivo e os parabéns pela medalha de ouro.
Na cabeça dela, consolidar a marca dos 4,90 m é, a partir de agora, o objetivo a ser atingido. "Hoje faltou pouco para eu conseguir, talvez um pouco de velocidade. Eu estava tão feliz que nem sei o que aconteceu direito. Alguma coisa bateu e derrubou o sarrafo".
Durante a prova, ao ver a russa Isinbayeva eliminada, percebeu que era o dia dela. "Não há como negar que conta muito a saída dela. Mas eu coloquei na minha cabeça que eu tinha de ganhar a medalha, Naquele momento, ainda estava atrás da alemã, mas consegui superá-la".
O próximo salto já tem data marcada. Será durante a Diamond League, em Zurique, na Suíça, no próximo dia 8 de setembro. Nessa competição, em 2009, depois de deixar o Mundial de Berlim sem chegar ao pódio, Isinbayeva marcou o nome na história ao saltar 5,06 m, atual recorde mundial.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/atletismo/noticias/0,,OI5321430-EI15503,00-Fabiana+preve+pressao+mira+m+e+quer+ser+competitiva+ate.html

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Keila Costa fica com última vaga para final do salto triplo


 
Foto:jc.uol.com.br
Vagner Magalhães
Direto de Daegu (Coreia do Sul)
A brasileira Keila Costa conseguiu a classificação para a final do salto triplo do 13º Mundial de Atletismo, em Daegu, na Coréia do Sul, ao alcançar a marca de 14,15 m na última das suas três tentativas. Somente as três primeiras da prova superaram a marca de 14,45 m, suficiente para uma classificação automática. As demais se qualificaram por índice técnico.
Mesmo com dores na perna, adquiridas durante a prova do salto em distância, Keila consultou a comissão técnica e decidiu competir. "Senti um pouco de dor, mas deu para conseguir a vaga na final, disse.
A cubana Yargeris Savigne fez a melhor marca das eliminatórias ao saltar 14,62 m. Em Daegu, ela busca a sua terceira medalha de ouro consecutiva no Mundial. Ela foi prata em Helsinque (2005) e ouro nas duas provas seguintes, em Osaka (2007) e Berlim (2009).
Logo atrás, ficaram a cubana Mabel Gay (14,53 m) e a colombiana Caterine Ibarguen (14,52 m). Keila tem no currículo, como melhor marca, 14,57m. Neste ano, o máximo que ela conseguiu saltar foi 14,24 m.
O recorde mundial e da competição pertence à ucraniana Inessa Kravets, que marcou 15,5 m em 1995, no Mundial de Gotemburgo, na Suécia.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/atletismo/noticias/0,,OI5320282-EI15503,00-Keila+Costa+fica+com+ultima+vaga+para+final+do+salto+triplo.html

Fabiana Murer conquista ouro


 
                                      
                                           Murer comemora a conquista inédita
                                                         Foto: AFP
 
Vagner Magalhães
Direto de Daegu (Coreia do Sul)
A brasileira Fabiana Murer brilhou nesta terça e conquistou a medalha de ouro no Mundial de Atletismo de Daegu. A brasileira igualou seu recorde pessoal, saltando 4,85 m. A russa Yelena Isinbayeva, bicampeã olímpica e recordista mundial, decepcionou e ficou fora do pódio, assim como no Mundial de Berlim, em 2009.
Com a conquista, Fabiana coloca seu nome na história do atletismo brasileiro: é a primeira medalha de ouro do País em campeonatos mundiais. A medalha de prata ficou com a alemã Martina Strutz, que saltou 4,80 m, e bronze foi para a russa Svetlana Feofanova, que ficou nos 4,75 m.
Fabiana começou com o sarrafo já em 4,55 m e realizou seus dois primeiros saltos de primeira. Isinbayeva começou com 4,65 m e também não teve dificuldade para superar o obstáculo. O caminho das duas para o título ficou mais livre quando a campeã do último Mundial, a polonesa Anna Rogowska, não conseguiu superar os 4,70 m.
Daí em diante, Isinbayeva sofreu e não conseguiu completar nenhum outro salto. Já a brasileira brilhou e conseguiu superar a marca dos 4,80 m em seu segundo salto, e os 4,85 m logo na primeira tentativa. A essa altura, a única concorrente de Fabiana era Martina Strutz. Quando ela falhou em seu salto, o ouro já estava garantido.
A brasileira ainda tentou superar sua marca pessoal, que também é o recorde sul-americano, saltando 4,90 m e 4,92 m, mas não teve sucesso.
Isinbayeva é recordista mundial da prova. Feito, aliás, que conseguiu por impressionantes 27 vezes. O atual, em que marcou 5,06 m, foi conquistado na Liga de Ouro de Zurique, na Suíça, há dois anos. O feito ocorreu 11 dias depois de ela ter desperdiçado suas três tentativas no Mundial de Berlim, na Alemanha, quando voltou para casa sem medalhas.
O recorde do Mundial de Atletismo, que também pertence à russa, veio em 2005, após um salto de 5,01 m em Helsinque, na Finlândia.
Fabiana Murer tem como melhor salto da carreira 4,85 m. Neste ano, sua melhor marca foi 4,74 m. A brasileira fez alguns estágios com Vitaly Petrov, técnico de Isinbayeva e que também treinou ninguém menos que Sergei Bubka, maior nome do salto com vara mundial e ídolo da brasileira.
A melhor marca do ano pertence à americana Jennifer Suhur, que obteve 4,91m em Nova York.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/atletismo/noticias/0,,OI5320400-EI15503,00-Fabiana+Murer+conquista+ouro+no+salto+com+vara+Isinbayeva+decepciona.html