domingo, 28 de agosto de 2011
Brasil encerra série na final, perde por 3 a 0 e fica com vice no Grand Prix
Foto: FIVB/divulgação
O Brasil entrou na final do Grand Prix com campanha impecável: 13 vitórias em 13 jogos disputados. No entanto, a seleção feminina foi dominada pelos Estados Unidos na final e teve sua invencibilidade encerrada justamente na decisão. Sem vencer um set sequer neste domingo, as comandadas de José Roberto Guimarães perderam com parciais de 26-24, 25-20 e 25-21 e se despedem de Macau com o vice-campeonato, em desempenho que repete a última edição.
No ano passado, o sistema de disputa era distinto. Os seis classificados para a fase final jogavam entre si em uma única chave e o melhor colocado após cinco jogos levava o título. Desta vez, o Grand Prix foi decidido no mata-mata. Mas o Brasil sucumbiu diante dos Estados Unidos e repete o pódio de 2010. A única diferença será a presença da Sérvia, que venceu a Rússia na disputa pelo bronze.
As brasileiras já haviam cruzado com as adversárias da final. E as algozes deste domingo haviam sido um dos poucos times a vencer uma parcial do Brasil durante o Grand Prix na derrota norte-americana por 3 a 1. E as comandadas de Zé Roberto entraram em quadra embaladas pela convincente vitória sobre a Rússia, da carrasca Gamova, e pela campanha invicta.
Mas os Estados Unidos começaram melhor a partida. O bloqueio fez a diferença e as norte-americanas abriram logo seis pontos de vantagem (11-5). Natália teve boa passagem pelo saque e deixou o Brasil colado no placar (12-10). A ponteira Logan Tom respondeu e também obteve sequência proveitosa no serviço e novamente deixou as rivais bem à frente. A equipe verde-amarela chegou a virar o marcador (18-17), mas cedeu contra-ataque em momento decisivo e sucumbiu: 26-24.
O segundo set foi marcado pela alternância inicial no placar. Mas, após o segundo tempo técnico, os Estados Unidos encaixaram o saque e a seleção brasileira passou a sofrer com a recepção. As vice-campeãs olímpicas, então, abriram quatro pontos (19-15) e seguraram a vantagem até fechar em 25-20.
O Brasil não conseguiu repetir o desempenho demonstrado ao longo da competição e o poder de decisão ficou para trás. Na semifinal, as comandadas de Zé Roberto foram buscar a vitória mesmo com oito pontos atrás no marcador. Na final, esbarraram em um Estados Unidos com bom volume de jogo e a principal atacante Destinee Hooker inspirada. O resultado: 25-21 e a primeira derrota no Grand Prix justamente no jogo que custou o título.
Fonte: http://esporte.uol.com.br/volei/ultimas-noticias/2011/08/28/brasil-encerra-serie-na-final-perde-por-3-a-0-e-fica-com-vice-no-grand-prix.htm
Maurren mostra nervosismo, queima saltos e termina em 11º; Murer vai à final
Foto: rgesportenoticias.blogspot.com
Maurren Maggi ficou fora da briga por medalha no Mundial de atletismo de Daegu, na Coreia do Sul, logo no primeiro corte. A brasileira chegou à final com a melhor marca das eliminatórias, mas demonstrou nervosismo na prova decisiva e terminou na 11ª colocação. Neste domingo, ela queimou duas tentativas e na única válida alcançou apenas 6,17 m.
O ouro ficou com a norte-americana Brittney Reese, com salto de 6,82 m obtido na primeira tentativa. A russa Olga Kucherenko (6,77 m) e Ineta Radevica (6,76 m), da Letônia, completaram o pódio com a prata e o bronze, respectivamente.
Maurren foi à final credenciada pela melhor marca das eliminatórias (6,86 m). E, se a brasileira repetisse o desempenho, levaria o ouro. Mas a atual campeã olímpica na prova queimou suas duas primeiras tentativas. No terceiro, não conseguiu imprimir boa velocidade, saltou distante da linha máxima permitida e cravou apenas 6,17 m.
Para se ter uma ideia, a melhor marca do ano de Maurren foi obtida no GP de atletismo disputado no Ibirapuera, com 6,89 m. Seu recorde pessoal no salto em distância é de 7,26 m, feito em 1999.
“Foi um salto grande. Salto queimado não vale. Depois não adianta correr atrás do prejuízo. Vou contar com uma medalha a menos no meu currículo”, disse emocionada ao canal Sportv. Mesmo com a decepção Maurren não escondia que sua prioridade não era o Mundial de Daegu e sim os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro.
Fonte: http://esporte.uol.com.br/atletismo/ultimas-noticias/2011/08/28/maurren-mostra-nervosismo-queima-saltos-e-termina-em-11-murer-vai-a-final.htm
Fabiana Murer na final do salto com vara
Uma única tentativa foi suficiente para garantir Fabiana Murer na final do salto com vara no Mundial de Daegu, na Coreia do Sul. A brasileira foi direto para os 4,55 m e na primeira oportunidade obteve êxito. Somente a recordista mundial Yelena Isinbayeva fez o mesmo roteiro. "Até agora, tudo está saindo conforme o planejado", disse Fabiana após a classificação. "Um salto foi suficiente para classificar. Na final, vou buscar uma boa marca. Acho que 4,80 m vai dar medalha e vou tentar saltar mais que isso", disse ela que entra na briga por pódio a partir das 7h05 (horário de Brasília) de terça-feira.
Fonte: http://esporte.uol.com.br/atletismo/ultimas-noticias/2011/08/28/maurren-mostra-nervosismo-queima-saltos-e-termina-em-11-murer-vai-a-final.htm
sábado, 27 de agosto de 2011
MC DIA FELIZ, ABRACE ESSA CAUSA!
Coordenado pelo Instituto Ronald McDonald, o McDia Feliz é a maior campanha do país no combate ao câncer infantojuvenil, além de ser o principal evento comunitário do Sistema McDonald’s no Brasil.
No McDia Feliz, todo o recurso arrecadado com a venda de sanduíches Big Mac (exceto alguns impostos), vendido separadamente ou na McOferta de Big Mac - além de materiais promocionais confeccionados pelas instituições participantes e tíquetes antecipados - é revertido para instituições de apoio e combate ao câncer infantojuvenil de todo país.
O evento garante o dia de maior movimento em mais de 600 restaurantes McDonald’s, contando com uma mobilização de mais de 30 mil voluntários. Ao longo de 23 anos de realização da campanha, os recursos obtidos com o McDia Feliz contribuíram para o expressivo crescimento do índice de cura da doença no Brasil: de 15%, no final da década de 80, podendo chegar a 85% atualmente caso diagnosticado nos estágios iniciais.
Com os resultados obtidos desde o primeiro ano de sua realização, em 1988, a campanha já reverteu a mais R$ 114 milhões para a causa do câncer infantojuvenil, em mais de 20 estados brasileiros. Os recursos têm viabilizado a implantação de unidades de internação, ambulatórios, e salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea, entre outros projetos em benefício de crianças e adolescentes com câncer. Todos os projetos apoiados pelo Instituto Ronald McDonald são auditados e tem sua execução acompanhada. Veja em nossos Relatórios de Atividades mais informações e prestação de contas.
História do McDia Feliz no Brasil
No Brasil, o primeiro McDia Feliz foi realizado em 1988 e beneficiou a Ação Social de São Paulo. Desde então a campanha tem se expandido e, ao longo de suas edições, já beneficiou dezenas de instituições de todo o Brasil que atuam para proporcionar mais saúde e qualidade de vida a crianças e adolescentes e seus familiares.
A causa do câncer infantojuvenil foi abraçada há muito tempo pelo Sistema McDonald’s. A empresa assumiu essa causa há mais de 30 anos nos Estados Unidos quando fundou a primeira Casa Ronald McDonald na Filadélfia. No Brasil, a história de combate ao câncer infantojuvenil, através do McDonald’s, Instituto Ronald McDonald e Casa Ronald McDonald começou com a família Neves, que teve o filho mais jovem do casal diagnosticado com leucemia linfóide aguda. Para o tratamento não havia esperanças no Brasil, por isso amigos e parentes da família se mobilizaram para ajudar e fazer com que a criança buscasse tratamento no exterior. Por três meses, enquanto o filho se tratava no Memorial Hospital de Nova York, pai e mãe tiveram a oportunidade de conhecer e ficar hospedados em uma Casa Ronald McDonald.
Infelizmente, Marquinhos não resistiu, mas a família junto a parentes e amigos iniciou uma luta para que crianças e adolescentes com câncer e seus familiares tivessem no Brasil as mesmas condições de tratamento e apoio. A idéia foi levada ao McDonald’s Brasil, que junto a outros apoiadores e a sociedade civil, identificou que poderia contribuir para oferecer atendimento de qualidade e aumentar os índices de cura da doença no país. Em 1999 nasceu o Instituto Ronald McDonald, que desde então tem Francisco Neves, o pai do menino Marquinhos, como superintendente.
O Instituto Ronald McDonald coordena nacionalmente a campanha McDia Feliz e é também responsável por diversos programas e iniciativas que ajudaram a articular e mobilizar diferentes setores da sociedade em prol da causa do câncer infantojuvenil.
Campanha 2011
A edição 2011 do McDia Feliz será realizada em 27 de agosto. Neste ano, os recursos da campanha serão investidos em 73 projetos de 59 instituições em todo o país.
Objetivos da campanha
- Despertar a atenção de toda a sociedade e sensibilizá-la para a maior causa de morte por doença entre crianças de 5 a 19 anos;
- Captar recursos e concentrar esforços para a realização de projetos prioritários em nível local, regional e nacional;
- Contribuir para o aumento do índice de cura do câncer infantojuvenil.
Você Sabia?
- O McDia Feliz é o evento que mais arrecada recursos para a causa do câncer infantojuvenil no Brasil;
- Desde 1988, a campanha já doou cerca de R$ 114 milhões a instituições sem fins lucrativos que atuam no combate ao câncer infantojuvenil;
- A arrecadação do McDia Feliz 2010 foi a maior já atingida no Brasil: R$ 13.004.018 com a venda de 1,4 milhão de sanduíches Big Mac.
Fonte: http://www.instituto-ronald.org.br/index.php/mc-dia-feliz
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Ginástica Artística: Daiane dos Santos volta a disputar Copa de ginástica após mais de 3 anos anos
O Brasil contará com algumas de suas principais estrelas na etapa de Ghent (Bélgica) da Copa do Mundo de ginástica artística, a ser disputada nos dias 3 e 4 de setembro, e entre estes astros estará Daiane dos Santos. Será o retorno da gaúcha à competição após mais de três anos – sua última participação foi na Copa de Tinajin (China), em maio de 2008.
“É sempre bom retornar às grandes competições. Quanto ao meu objetivo na Bélgica, será analisar as adversarias e me auto-avaliar”, afirmou a campeã mundial. “Mas sempre pensando em conquistar resultados expressivos”.
Daiane foi reintegrada à seleção brasileira no último mês de junho, quase três anos após representar a equipe pela última vez, nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Desde então, já conquistou uma medalha de ouro no solo no Meeting Internacional de Ginástica, no mesmo mês, mas a etapa de Ghent será sua primeira aparição internacional no retornou ao combinado verde-amarelo.
Além de Daiane dos Santos, a equipe feminina do Brasil também terá na Bélgica Jade Barbosa e Adrian Gomes. Levar um time forte foi uma das intenções da comissão técnica, já que a etapa belga será o último grande evento de ginástica artística antes do Mundial, a ser disputado em outubro em Tóquio (Japão). Não à toa, são esperados na competição outros grandes atletas do esporte mundial.
“Tenho certeza de que o nível da competição estará bem alto, já que é a última antes do Mundial, pré-classificatório para a Olimpíada de Londres. E, por isso, será importante para saber em que condições estamos e no que precisamos melhorar nesta fase final de preparação”, comentou Ricardo Pereira, um dos técnicos da equipe feminina.
Força máxima também entre os homens, com Diego Hypolito, Arthur Zanetti e Mosiah Rodrigues. “Só entre os meninos, serão mais de 100 ginastas brigando por medalha e, ainda mais importante, dando o máximo para ter um desempenho satisfatório, que dê tranquilidade nessa etapa final de preparação antes do Mundial. Os melhores atletas estarão reunidos, então, vai ser bastante competitivo", avaliou Renato Araújo, técnico do time feminino.
Fonte: www.uol.com.br
Futebol: Três grandes na Copa do Brasil
Foto: Divulgação/Santos FC
Atlético Mineiro, Vasco e Santos, três grandes clubes, que além de disputar o Campeonato Brasileiro da Série A, estão na Copa do Brasil de Futebol Feminino, eliminaram os jogos de volta da primeira fase da competição e já estão classificados para as oitavas-de-final.
O Atlético Mineiro eliminou o Comercial/MS, em Campo Grande, por 4 a 1. O Vasco eliminou o Colatina S.E/ES, em Colatina, por 6 a 1. E o Santos eliminou o CRESSPOM/DF, em Gama, por 6 a 1.
Além dos três, o Iranduba/AM eliminou o São Raimundo/RR, em Boa Vista, por 5 a 1. O Caucaia/CE eliminou o Força e Luz/RN, em Goianinha, por 6 a 0. O São Francisco/BA eliminou o Canindé/SE, em Canindé, por 7 a 2. E o Rio Preto/SP eliminou o Duque de Caxias/RJ, em Duque de Caxias, por 5 a 1.
Veja os jogos e resultados desta quinta-feira:
Tuna Luso/PA 3x0 Atenas/TO
Amazônia/AC 3x0 Santos/RO
Viana/MA 4x1 Oratório/AP
Vitória/PE 3x0 Tiradentes/PI
União/AL 1x3 Botafogo/PB
Atletas de Jesus/GO 2x1 Mixto/MT
Canoas/RS 0x1 Kindermann/SC
Flamengo/RS 1x5 Foz Cataratas/PR
São José/SP 2x0 Iguaçu/MG
Fonte: http://www.cbf.com.br/
Judô: Com 4º ippon, Mayra conquista bronze e faz história em Paris
- Mayra Aguiar comemorou muito a conquista do bronze em Paris
Foto: Reuters - Allan Farina
- Direto de Paris
A brasileira Mayra Aguiar conquistou a medalha de bronze na categoria até 78 kg do Mundial de Judô de Paris. Nesta sexta-feira, a judoca conseguiu um ippon sobre a alemã Heide Wollert e conquistou a quinta medalha brasileira na competição francesa.
Com o resultado, Mayra consegue sua segunda medalha em Mundiais, uma vez que, em 2010, em Tóquio, foi a primeira brasileira a chegar a uma final - na ocasião ficou com a prata.
Mayra também iguala Edinanci Silva como melhor desempenho de uma brasileira em mundiais - Edinanci foi prata em 1997 e bronze em 2003. Além disso, contribuiu para a melhor campanha das mulheres brasileiras em um Mundial: em Paris, no feminino, o Brasil já faturou três medalhas - a prata de Rafaela Silva (-57 kg)e os bronzes de Sarah Menezes (-48 kg) e Mayra (-78 kg), superando Tóquio 2010 (uma prata e um bronze).
Na luta pelo bronze, Mayra foi mais agressiva e não demorou para vencer a partir de um uchimata: em 1min29. Foi o quarto ippon aplicado pela brasileira no Mundial.
Agora, o Brasil conta com quatro medalhas no Mundial de Judô de Paris. Leandro Cunha (-66 kg) e Rafaela Silva (-57 kg) ficaram com a prata, enquanto Sarah Menezes (-48 kg), Leandro Guilheiro (-81 kg) e Mayra Aguiar (-78 kg) conquistaram o bronze.
A campanha de Mayra
Mayra estreou na competição em Paris contra a camaronesa Vanessa Antangana e, com 32s, derrubou a adversária e conseguiu um yuko. Vinte e um segundos depois, a meio-pesada obteve um belo ippon e a classificação. A seguir, a brasileira conseguiu seu segundo ippon, a vitória sobre a alemã Louise Malzahn e a vaga nas quartas de final.
A presença na semifinal foi conquistada sobre a húngara Abigel Joo. Dominando a luta, Mayra aplicou um tai otoshi e obteve seu terceiro ippon. Na semifinal, porém, esbarrou na japonesa Akari Ogata, líder do ranking do peso meio-pesado. A asiática aplicou um ippon em Maya.
Entretanto, Mayra ainda teve o consolo de conquistar o bronze com facilidade sobre a alemã Heide Wollert.
Festa francesa
A francesa Audrey Tcheumeo superou o favoritismo da japonesa Akari Ogata - número um do mundo - para aplicar um ippon, conquistar o ouro na categoria até 78 kg e levar a torcida da casa ao delírio. Além de Mayra Aguiar, a americana Kayla Harrison também conseguiu um bronze, angariado com uma vitória sobre a holandesa Marhinde Verkerk.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/judo/noticias/0,,OI5314056-EI15566,00-Mayra+Aguiar+aplica+ippon+e+conquista+bronze+em+Paris.html
Com o resultado, Mayra consegue sua segunda medalha em Mundiais, uma vez que, em 2010, em Tóquio, foi a primeira brasileira a chegar a uma final - na ocasião ficou com a prata.
Mayra também iguala Edinanci Silva como melhor desempenho de uma brasileira em mundiais - Edinanci foi prata em 1997 e bronze em 2003. Além disso, contribuiu para a melhor campanha das mulheres brasileiras em um Mundial: em Paris, no feminino, o Brasil já faturou três medalhas - a prata de Rafaela Silva (-57 kg)e os bronzes de Sarah Menezes (-48 kg) e Mayra (-78 kg), superando Tóquio 2010 (uma prata e um bronze).
Na luta pelo bronze, Mayra foi mais agressiva e não demorou para vencer a partir de um uchimata: em 1min29. Foi o quarto ippon aplicado pela brasileira no Mundial.
Agora, o Brasil conta com quatro medalhas no Mundial de Judô de Paris. Leandro Cunha (-66 kg) e Rafaela Silva (-57 kg) ficaram com a prata, enquanto Sarah Menezes (-48 kg), Leandro Guilheiro (-81 kg) e Mayra Aguiar (-78 kg) conquistaram o bronze.
A campanha de Mayra
Mayra estreou na competição em Paris contra a camaronesa Vanessa Antangana e, com 32s, derrubou a adversária e conseguiu um yuko. Vinte e um segundos depois, a meio-pesada obteve um belo ippon e a classificação. A seguir, a brasileira conseguiu seu segundo ippon, a vitória sobre a alemã Louise Malzahn e a vaga nas quartas de final.
A presença na semifinal foi conquistada sobre a húngara Abigel Joo. Dominando a luta, Mayra aplicou um tai otoshi e obteve seu terceiro ippon. Na semifinal, porém, esbarrou na japonesa Akari Ogata, líder do ranking do peso meio-pesado. A asiática aplicou um ippon em Maya.
Entretanto, Mayra ainda teve o consolo de conquistar o bronze com facilidade sobre a alemã Heide Wollert.
Festa francesa
A francesa Audrey Tcheumeo superou o favoritismo da japonesa Akari Ogata - número um do mundo - para aplicar um ippon, conquistar o ouro na categoria até 78 kg e levar a torcida da casa ao delírio. Além de Mayra Aguiar, a americana Kayla Harrison também conseguiu um bronze, angariado com uma vitória sobre a holandesa Marhinde Verkerk.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/judo/noticias/0,,OI5314056-EI15566,00-Mayra+Aguiar+aplica+ippon+e+conquista+bronze+em+Paris.html
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