quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Em Setembro, Paraolimpíada de Londres
Foto: Nilson Carvalho
A partir do dia 9 de setembro, cerca de dois milhões de ingressos começam a ser vendidos para os Jogos Paraolímpicos de Londres 2012. Para o presidente do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC), Philip Craven, o evento será um sucesso de vendas e a expectativa dos organizadores é arrecadar cerca de 30 milhões de libras (aproximadamente R$ 80 mi)com a venda dos ingressos.
A pouco mais de um ano para o início das competições, o Comitê Paraolímpico da Grã-Bretanha está confiante quanto aos benefícios que o evento pode trazer. Segundo Tim Hollingsworth, chefe executivo do Comitê Paraolímpico da Grã-Bretanha, o fato dos Jogos Olímpicos antecederam as Paraolímpiadas, vai incentivar os atletas e criar uma sensação muito boa.
A Grã-Bretanha vai competir com cerca de 300 atletas e espera lutar pela segunda colocação geral no quadro de medalhas, ao lado de forças como Austrália, Brasil e Ucrânia, líderes paraolímpicos. Foram 42 medalhas britânicas de ouro em Pequim 2008 e a expectativa do comitê é aumentar esse número.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/noticias/0,,OI5310317-EI17396,00-Paraolimpiada+de+Londres+espera+arrecadar+R+mi+com+ingressos.html
Judô: Das ruas ao tatame, Rafaela Silva comemora prata e respeito
- Allan Farina
- Direto de Paris
O Brasil chegou nesta quarta-feira à segunda final no Mundial de Judô de Paris. Um dia após a prata de Leandro Cunha na categoria até 66 kg, Rafaela Silva conquistou a prata no peso leve (- 57 kg), igualando o feito obtido por Mayra Aguiar no último Mundial, em Tóquio, em 2010. Já na história do esporte brasileiro, a atleta comemora ter uma vida melhor e o respeito alheio.
"O judô mudou bastante minha vida. Antes eu vivia mais na rua, me metia em confusão, em brigas, e o judô me tirou dessa vida", explicou Rafaela, 19 anos, que nasceu na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, e atualmente mora em Jacarepaguá. "Todo o dinheiro que eu consigo no judô eu mando para a minha casa", afirmou.
Além do segundo lugar, Rafaela comemorou o respeito que ela e o judô feminino brasileiro passaram a ter junto às adversárias. O País vem obtendo resultados cada vez mais expressivos, e neste Mundial tem duas medalhas - além das pratas, Sarah Menezes foi bronze na categoria até 48 kg.
"Antes a gente entrava na competição e o pessoal menosprezava a gente. Olhava de cara feia, comentavam. Agora a gente chega em uma competição e as pessoas respeitam mais. Antes davam risada de longe, escondido. Agora não ficam mais", lembrou a judoca.
Rafaela teve um desempenho quase irretocável nesta quarta. A brasileira estreou vencendo com um wazari, para depois fazer uma sequência de quatro ippons. Na final, foi derrotada pela japonesa Aiko Sato por ippon. "Não achei meu melhor judô contra a japonesa. Sabia o que ela iria fazer, mas não consegui fazer o meu melhor", disse a atleta.
A judoca volta as atenções agora para os Jogos Olímpicos de Londres, que ficaram mais próximos após o bom resultado no Mundial. "Meu foco é manter meus resultados para estar nas Olimpíadas, já que meu sonho é a medalha olímpica. Agora é valendo medalha e buscando um sonho", destacou.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/judo/noticias/0,,OI5311101-EI15566,00-Das+ruas+ao+tatame+Rafaela+Silva+comemora+prata+e+respeito.html
"O judô mudou bastante minha vida. Antes eu vivia mais na rua, me metia em confusão, em brigas, e o judô me tirou dessa vida", explicou Rafaela, 19 anos, que nasceu na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, e atualmente mora em Jacarepaguá. "Todo o dinheiro que eu consigo no judô eu mando para a minha casa", afirmou.
Além do segundo lugar, Rafaela comemorou o respeito que ela e o judô feminino brasileiro passaram a ter junto às adversárias. O País vem obtendo resultados cada vez mais expressivos, e neste Mundial tem duas medalhas - além das pratas, Sarah Menezes foi bronze na categoria até 48 kg.
"Antes a gente entrava na competição e o pessoal menosprezava a gente. Olhava de cara feia, comentavam. Agora a gente chega em uma competição e as pessoas respeitam mais. Antes davam risada de longe, escondido. Agora não ficam mais", lembrou a judoca.
Rafaela teve um desempenho quase irretocável nesta quarta. A brasileira estreou vencendo com um wazari, para depois fazer uma sequência de quatro ippons. Na final, foi derrotada pela japonesa Aiko Sato por ippon. "Não achei meu melhor judô contra a japonesa. Sabia o que ela iria fazer, mas não consegui fazer o meu melhor", disse a atleta.
A judoca volta as atenções agora para os Jogos Olímpicos de Londres, que ficaram mais próximos após o bom resultado no Mundial. "Meu foco é manter meus resultados para estar nas Olimpíadas, já que meu sonho é a medalha olímpica. Agora é valendo medalha e buscando um sonho", destacou.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/judo/noticias/0,,OI5311101-EI15566,00-Das+ruas+ao+tatame+Rafaela+Silva+comemora+prata+e+respeito.html
Fernanda Garay estava no lugar certo, na hora certa e foi a melhor em quadra
Foto: mulheratleta.blogspot.com
O Brasil fez diante do Japão uma de suas melhores partidas no Grand Prix.
Foi perfeito taticamente e ganhou com sobras. Não foi ameaçado e teve a partida sob controle nos 3 sets.
Sem Mari, contundida, Zé Roberto escalou Fernanda Garay de ponta. A jogadora do Volei Futuro atuou muito bem, com personalidade, chamou o jogo e foi disparada a melhor jogadora em quadra com 17 pontos, 14 de ataque e 3 de bloqueio.
Provavelmente para o jogo contra os Estados Unidos, Mari deverá ainda ficar de fora e Garay terá a chance de atuar diante das norte-americanas.
É cedo, a Copa do Mundo será apenas em novembro no Japão, mas Garay está se garantindo na competição após atuações mais do que convincentes no Grand Prix.
A Copa do Mundo garante aos 3 primeiros colocados, a classificação para a Olimpíada de Londres.
Mas voltando ao Japão, Garay estava no lugar certo e na hora acerta.
Ela jogou a última temporada no NEC e conhece bem o estilo de jogo das japonesas. Talvez, também por isso, tenha realizado uma partida tão boa.
Não poderia ser injusto e deixar de falar em Thaísa. Nossa central fez novamente um jogo muito regular e me impressiona sua forma física e técnica.
Mas hoje o dia foi de Fernanda Garay.
Fonte: http://blogdobrunovoloch.blogosfera.uol.com.br/2011/08/25/fernanda-garay-estava-no-lugar-certo-na-hora-certa-e-foi-a-melhor-em-quadra/
Brasil bate Japão e está classificado à semifinal do Grand Prix
A seleção feminina de vôlei garantiu mais um bom resultado na madrugada desta quinta-feira (horário de Brasília). As comandadas do técnico José Roberto Guimarães enfrentaram o Japão e, sem a ponteira Mari, contaram com grande atuação da sua reserva imediata Fernanda Garay venceram por 3 sets a 0, em parciais de 25/17, 25/22 e 25/21, após uma hora e 20 minutos de partida.
Mari não foi nem relacionada para a partida da segunda rodada do Grupo B, por conta da distensão muscular no abdômen que sofreu ainda durante o começo da partida contra a Itália, nesta quarta-feira. Fernanda Garay, no entanto, substituiu perfeitamente a camisa 7 do Brasil, e foi a maior pontuadora do confronto com 17 tentos anotados.
O resultado fez com que o Brasil garantisse a classificação antecipada à fase de playoff semifinal do Grand Prix - isso porque a seleção dos Estados Unidos venceu a Itália por 3 sets a 2, e ficou com cinco pontos conquistados, contra seis do Brasil, um do time italiano e nenhum da equipe japonesa.
Mari não foi nem relacionada para a partida da segunda rodada do Grupo B, por conta da distensão muscular no abdômen que sofreu ainda durante o começo da partida contra a Itália, nesta quarta-feira. Fernanda Garay, no entanto, substituiu perfeitamente a camisa 7 do Brasil, e foi a maior pontuadora do confronto com 17 tentos anotados.
O resultado fez com que o Brasil garantisse a classificação antecipada à fase de playoff semifinal do Grand Prix - isso porque a seleção dos Estados Unidos venceu a Itália por 3 sets a 2, e ficou com cinco pontos conquistados, contra seis do Brasil, um do time italiano e nenhum da equipe japonesa.
Em quadra, o Brasil começou mal a partida ao largar no set perdendo por uma curta diferença de pontos. No entanto, com o voleibol sóbrio visto durante toda a competição, as atletas brasileiras viraram ainda antes do primeiro tempo técnico e se mantiveram em vantagem no marcador, que aumentou gradativamente até o fechamento da parcial em 25/17 após 22 minutos de bola em jogo.
No segundo set, no entanto, as japonesas voltaram dispostas a complicar a partida. Tanto que sua liderança no placar desta vez durou até depois do segundo tempo técnico, com o placar chegando a ficar 17 a 12 desfavorável ao Brasil. Após um pedido de nova pausa e uma sonora bronca de Zé Roberto, o Brasil virou o jogo e fechou o set em 25 a 22, em 26 minutos.
No set final, por sua vez, o jogo foi tão disputado quanto nas parciais anteriores. Com as entradas de Natália, Sassá e Tandara, o time ganhou um novo ritmo de jogo e manteve a diferença no placar, conseguindo finalizar o set em 25/21 após 26 minutos e o jogo em 3 sets a 0.
Já classificado, o Brasil volta à quadra na madrugada desta sexta-feira contra os Estados Unidos, equipe que está na segunda colocação no grupo B com cinco pontos, e não tem como perder a vaga no playoff semifinal (os dois melhores de cada grupo se classificam, e o máximo que a Itália pode conseguir é quatro pontos). Sendo assim, Brasil e EUA jogam pela liderança da chave, às 2h30 (de Brasília).
No segundo set, no entanto, as japonesas voltaram dispostas a complicar a partida. Tanto que sua liderança no placar desta vez durou até depois do segundo tempo técnico, com o placar chegando a ficar 17 a 12 desfavorável ao Brasil. Após um pedido de nova pausa e uma sonora bronca de Zé Roberto, o Brasil virou o jogo e fechou o set em 25 a 22, em 26 minutos.
No set final, por sua vez, o jogo foi tão disputado quanto nas parciais anteriores. Com as entradas de Natália, Sassá e Tandara, o time ganhou um novo ritmo de jogo e manteve a diferença no placar, conseguindo finalizar o set em 25/21 após 26 minutos e o jogo em 3 sets a 0.
Já classificado, o Brasil volta à quadra na madrugada desta sexta-feira contra os Estados Unidos, equipe que está na segunda colocação no grupo B com cinco pontos, e não tem como perder a vaga no playoff semifinal (os dois melhores de cada grupo se classificam, e o máximo que a Itália pode conseguir é quatro pontos). Sendo assim, Brasil e EUA jogam pela liderança da chave, às 2h30 (de Brasília).
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Judô: Com duas medalhas, Brasil tropeça em japoneses e repete Tóquio
- Allan Farina
- Direto de Paris (França)
O Brasil teve um primeiro dia positivo no Mundial de Judô de Paris. Nesta terça-feira, o País conquistou duas medalhas: uma prata com Leandro Cunha (-66 kg) e um bronze com Sarah Menezes (-48 kg), sendo que somente Felipe Kitadai (-60 kg) não subiu ao pódio entre os brasileiros que entraram no tatame nesta terça-feira. Apesar dos prêmios, o Brasil não conseguiu superar seu desempenho do último Mundial nas categorias disputadas no primeiro dia do evento.
Na edição de 2010, disputada em Tóquio, Cunha e Sarah conquistaram as mesmas medalhas, e em Paris novamente caíram para lutadores do Japão. No último ano, o meio-leve foi derrotado por Junpei Morishita na final, e em 2011 teve como algoz Masashi Ebinuma.
"A gente acreditou que daria para vir essa medalha de ouro, mas tudo tem sua hora. Trabalhamos para que ela venha nos Jogos de Londres", explicou o coordenador técnico da Seleção Brasileira, Ney Wilson Silva, que considera que seus atletas lidaram bem com a pressão de um Mundial.
"O atleta tem que estar preparado para a pressão na parte final. Vide a 'Sarinha' que fez uma final com a francesa (Frederique Jossinet) disputando a medalha de bronze em uma luta duríssima, e mesmo com a torcida toda contra saiu vitoriosa. O atleta tem que estar preparado para esse tipo de pressão, porque quem não está preparado, não ganha medalha", comentou.
A sina contra japoneses é ainda pior para Sarah Menezes. Superada por Haruna Asami na semifinal, a brasileira colecionou sua quarta derrota para a nipônica. No Mundial de Tóquio, a ligeira enfrentou o mesmo problema contra Tomoko Fukumi, atleta que chegou à semifinal nesta terça-feira.
"As duas são muito fortes. Ainda bem que em Londres que só entra uma japonesa. Menos uma", brincou Sarah, lembrando que cada país só pode levar um competidor por peso para os Jogos Olímpicos.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/judo/noticias/0,,OI5309904-EI15566,00-Com+duas+medalhas+Brasil+tropeca+em+japoneses+e+repete+Toquio.html
Na edição de 2010, disputada em Tóquio, Cunha e Sarah conquistaram as mesmas medalhas, e em Paris novamente caíram para lutadores do Japão. No último ano, o meio-leve foi derrotado por Junpei Morishita na final, e em 2011 teve como algoz Masashi Ebinuma.
"A gente acreditou que daria para vir essa medalha de ouro, mas tudo tem sua hora. Trabalhamos para que ela venha nos Jogos de Londres", explicou o coordenador técnico da Seleção Brasileira, Ney Wilson Silva, que considera que seus atletas lidaram bem com a pressão de um Mundial.
"O atleta tem que estar preparado para a pressão na parte final. Vide a 'Sarinha' que fez uma final com a francesa (Frederique Jossinet) disputando a medalha de bronze em uma luta duríssima, e mesmo com a torcida toda contra saiu vitoriosa. O atleta tem que estar preparado para esse tipo de pressão, porque quem não está preparado, não ganha medalha", comentou.
A sina contra japoneses é ainda pior para Sarah Menezes. Superada por Haruna Asami na semifinal, a brasileira colecionou sua quarta derrota para a nipônica. No Mundial de Tóquio, a ligeira enfrentou o mesmo problema contra Tomoko Fukumi, atleta que chegou à semifinal nesta terça-feira.
"As duas são muito fortes. Ainda bem que em Londres que só entra uma japonesa. Menos uma", brincou Sarah, lembrando que cada país só pode levar um competidor por peso para os Jogos Olímpicos.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/judo/noticias/0,,OI5309904-EI15566,00-Com+duas+medalhas+Brasil+tropeca+em+japoneses+e+repete+Toquio.html
Brasil começa fase final do Grand Prix com vitória arrasadora sobre a Itália
Na próxima rodada, Brasil e Japão se enfrentam, novamente às 2h30 (horário de Brasília), enquanto os EUA pegam a Itália. As duas melhores equipes de cada grupo se classificam ao playoff final.
Por ESPN.com.br com Agência Gazeta Press, espn.com.br
A seleção brasileira feminina de vôlei manteve o ritmo forte da primeira fase do Grand Prix na sua estreia na fase final da competição em Macau, na China. Na primeira rodada do grupo B, a equipe enfrentou a sempre rival Itália, mas não tomou conhecimento das rivais ao vencer por 3 sets a 0, em parciais de 25/16, 25/17 e 25/17, na madrugada desta quarta-feira.
Estando no chamado grupo da morte da fase final do Grand Prix, o time do técnico José Roberto Guimarães não sentiu a pressão de líder da primeira fase, e com a nova vitória, se manteve invicto até aqui, perdendo apenas dois sets em todo o torneio - um na primeira e outro na segunda rodada.
O Brasil começou bem o jogo, contra uma Itália que poupou algumas atletas, mas teve a musa Francesca Piccinini no time titular. O resultado disso foi a superioridade iminente das brasileiras, que abriram uma boa vantagem no primeiro e no segundo tempos técnicos, fechando a primeira parcial em 25/16.
No set seguinte, as italianas reagiram e chegaram a ficar na frente no placar nos primeiros pontos. No entanto, Thaísa começou a aparecer a partir dali e foi a responsável pela virada do Brasil. Com saques precisos, ela complicou a recepção do time europeu e virou o jogo para as brasileiras. A outra central, Fabiana, também se destacou nos bloqueios, o que facilitou a vida do elenco canarinho para fechar o set em 25/17.
Estando no chamado grupo da morte da fase final do Grand Prix, o time do técnico José Roberto Guimarães não sentiu a pressão de líder da primeira fase, e com a nova vitória, se manteve invicto até aqui, perdendo apenas dois sets em todo o torneio - um na primeira e outro na segunda rodada.
O Brasil começou bem o jogo, contra uma Itália que poupou algumas atletas, mas teve a musa Francesca Piccinini no time titular. O resultado disso foi a superioridade iminente das brasileiras, que abriram uma boa vantagem no primeiro e no segundo tempos técnicos, fechando a primeira parcial em 25/16.
No set seguinte, as italianas reagiram e chegaram a ficar na frente no placar nos primeiros pontos. No entanto, Thaísa começou a aparecer a partir dali e foi a responsável pela virada do Brasil. Com saques precisos, ela complicou a recepção do time europeu e virou o jogo para as brasileiras. A outra central, Fabiana, também se destacou nos bloqueios, o que facilitou a vida do elenco canarinho para fechar o set em 25/17.
A terceira parcial, por sua vez, começou bastante disputada. As italianas aproveitaram um momento de baixa velocidade do Brasil para liderar o placar pela vantagem mínima. No entanto, demonstrando a costumeira tranquilidade que foi marca da equipe durante toda a competição, o time de Zé Roberto promoveu uma nova virada e, rodando o elenco com algumas das reservas, manteve o bom nível e fechou a parcial em 25/17, e o jogo em 3 a 0.
Thaísa foi mais uma vez a principal jogadora da partida, com 17 pontos anotados no confronto. Sempre regular, Sheilla contribuiu com mais 13 pontos, seguida de Fabiana, com 12.
O Brasil agora divide a liderança do Grupo B com três pontos, mesmos dos Estados Unidos - que venceram o Japão também por 3 sets a 0. Na próxima rodada, Brasil e Japão se enfrentam, novamente às 2h30 (horário de Brasília), enquanto os EUA pegam a Itália. As duas melhores equipes de cada grupo se classificam ao playoff final.
Thaísa foi mais uma vez a principal jogadora da partida, com 17 pontos anotados no confronto. Sempre regular, Sheilla contribuiu com mais 13 pontos, seguida de Fabiana, com 12.
O Brasil agora divide a liderança do Grupo B com três pontos, mesmos dos Estados Unidos - que venceram o Japão também por 3 sets a 0. Na próxima rodada, Brasil e Japão se enfrentam, novamente às 2h30 (horário de Brasília), enquanto os EUA pegam a Itália. As duas melhores equipes de cada grupo se classificam ao playoff final.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Após causar furor, Lucimara promete modelitos "atrevidos" e medalhas
Com um estilo ousado e exclusivo, Lucimara Silvestre se apresenta nas pistas. As estampas de tigresa, calças cobrindo só uma perna, sungas e meias rosa fazem parte dos modelos escolhidos para as disputas. Mas além de chamar atenção pelas roupas, a atleta também volta a competir no heptatlo e no salto em distância depois de dois anos suspensa por doping, com ótimas marcas e prometendo pódios e medalhas no Pan de Guadalajara e em Londres 2012.
Na principal competição que disputou em 2011, Lucimara levou o ouro no heptatlo com 6.074 pontos, segunda melhor marca da sua carreira. Já no salto em distância, ficou em quarto lugar, a dois centímetros da atleta que conquistou o bronze.
"Por quatro pontos eu não quebrei o recorde sul-americano, que é meu. Estou feliz. Agora é focar, retomar os treinos para chegar bem no Pan-Americano, que a gente tem chances de medalhas lá", destacou a atleta. Mas mesmo feliz com os resultados, Lucimara não tira os pés do chão e admite que ainda está sem ritmo de competição: "eu não fiz uma base completa esse ano e dificultou em algumas provas, estou sem resistência e sem velocidade".
O Troféu Brasil foi a segunda competição da heptatleta em 2011, depois de dois anos afastadas das pistas. Lucimara foi uma dos cinco atletas flagrados no escândalo do doping no atletismo em 2009 pela presença de uma variação do hormônio sintético eritropoietina (EPO), substância que estimula a formação de hemoglobina no organismo. Todos foram suspensos e só puderam voltar a competir em 2011.
Com as vitórias, Lucimara deixa um recado para as pessoas que a criticaram: "pensam que a gente fazia resultado porque tomava substância, mas nunca precisamos tomar nada para fazer um grande resultado. Tanto que o Bruno (Lins) e eu estamos fazendo quase as nossas melhores marcas".
Na época, o treinador da equipe flagrada, Jayme Neto, assumiu a responsabilidade pelo esquema de dopagem e até agora está banido pela Confederação Brasileira de Atletismo. No entanto, Lucimara não guarda mágoas do seu ex-treinador: "se eu sou essa atleta que estou voltando a brilhar nas pistas é por causa do Jayme Neto, uma pessoa que sempre acreditou em mim".
Hoje com um novo técnico, Lucimara se mostra confiante para os próximas desafios. Para os Pan de Guadalajara, as expectativas são as melhores possíveis. "Vou brigar pelo ouro, vou fazer uma retomada dos treinos para a gente chegar bem para o Pan". Daí para frente, o foco se concentrará na Olimpíada de Londres.
"O triunfo pertence a quem se atreve"
Para Lucimara, as roupas ousadas utilizadas para as disputas fazem parte das conquistas: "o triunfo pertence a quem se atreve, por isso que eu sou atrevida mesmo, eu entro para 'causar' mesmo na pista". Com esse estilo particular, a atleta chama a atenção da plateia e ganha o carinho também.
Lucimara destacou que o importante é se sentir bem com os modelos desenhando pelo ex-atleta André Domingos, que detém duas medalhas olímpicas. "Ele é meu empresário, amigo, pai. Uma pessoa muito importante para mim".
Além de despertar olhares curiosos, Lucimara comenta que esses modelos diferentes é uma forma de mudar a cara do atletismo brasileiro: "As roupas não me atrapalham e me deixam mais leve, além de trazer uma sensualidade às pistas".
A atleta também gosta de fazer surpresa sobre os modelos com os quais vai competir e já promete algo diferente para o Pan, mas de acordo com o padrão e cores do evento. "Vai ter uma perna, um braço, uma coisa bem legal. E maiô também. A cada prova a gente vai abalar no México". Mas, sem esquecer um item muito importante: a meia rosa da sorte. "Não largo ela por nada. Tenho um xodó com aquela meia".
Fonte: http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/pan-americano-guadalajara-2011/noticias/0,,OI5301696-EI17395,00-Apos+causar+furor+Lucimara+promete+modelitos+atrevidos+e+medalhas.html
Na principal competição que disputou em 2011, Lucimara levou o ouro no heptatlo com 6.074 pontos, segunda melhor marca da sua carreira. Já no salto em distância, ficou em quarto lugar, a dois centímetros da atleta que conquistou o bronze.
"Por quatro pontos eu não quebrei o recorde sul-americano, que é meu. Estou feliz. Agora é focar, retomar os treinos para chegar bem no Pan-Americano, que a gente tem chances de medalhas lá", destacou a atleta. Mas mesmo feliz com os resultados, Lucimara não tira os pés do chão e admite que ainda está sem ritmo de competição: "eu não fiz uma base completa esse ano e dificultou em algumas provas, estou sem resistência e sem velocidade".
O Troféu Brasil foi a segunda competição da heptatleta em 2011, depois de dois anos afastadas das pistas. Lucimara foi uma dos cinco atletas flagrados no escândalo do doping no atletismo em 2009 pela presença de uma variação do hormônio sintético eritropoietina (EPO), substância que estimula a formação de hemoglobina no organismo. Todos foram suspensos e só puderam voltar a competir em 2011.
Com as vitórias, Lucimara deixa um recado para as pessoas que a criticaram: "pensam que a gente fazia resultado porque tomava substância, mas nunca precisamos tomar nada para fazer um grande resultado. Tanto que o Bruno (Lins) e eu estamos fazendo quase as nossas melhores marcas".
Na época, o treinador da equipe flagrada, Jayme Neto, assumiu a responsabilidade pelo esquema de dopagem e até agora está banido pela Confederação Brasileira de Atletismo. No entanto, Lucimara não guarda mágoas do seu ex-treinador: "se eu sou essa atleta que estou voltando a brilhar nas pistas é por causa do Jayme Neto, uma pessoa que sempre acreditou em mim".
Hoje com um novo técnico, Lucimara se mostra confiante para os próximas desafios. Para os Pan de Guadalajara, as expectativas são as melhores possíveis. "Vou brigar pelo ouro, vou fazer uma retomada dos treinos para a gente chegar bem para o Pan". Daí para frente, o foco se concentrará na Olimpíada de Londres.
"O triunfo pertence a quem se atreve"
Para Lucimara, as roupas ousadas utilizadas para as disputas fazem parte das conquistas: "o triunfo pertence a quem se atreve, por isso que eu sou atrevida mesmo, eu entro para 'causar' mesmo na pista". Com esse estilo particular, a atleta chama a atenção da plateia e ganha o carinho também.
Lucimara destacou que o importante é se sentir bem com os modelos desenhando pelo ex-atleta André Domingos, que detém duas medalhas olímpicas. "Ele é meu empresário, amigo, pai. Uma pessoa muito importante para mim".
Além de despertar olhares curiosos, Lucimara comenta que esses modelos diferentes é uma forma de mudar a cara do atletismo brasileiro: "As roupas não me atrapalham e me deixam mais leve, além de trazer uma sensualidade às pistas".
A atleta também gosta de fazer surpresa sobre os modelos com os quais vai competir e já promete algo diferente para o Pan, mas de acordo com o padrão e cores do evento. "Vai ter uma perna, um braço, uma coisa bem legal. E maiô também. A cada prova a gente vai abalar no México". Mas, sem esquecer um item muito importante: a meia rosa da sorte. "Não largo ela por nada. Tenho um xodó com aquela meia".
Fonte: http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/pan-americano-guadalajara-2011/noticias/0,,OI5301696-EI17395,00-Apos+causar+furor+Lucimara+promete+modelitos+atrevidos+e+medalhas.html
Assinar:
Postagens (Atom)







