domingo, 14 de agosto de 2011
Ring girl se diz empolgada com UFC Rio
Foto: lmwlostmyway.com
Arianny Celeste já virou personalidade no UFC, como a ring girl, a garota responsável pelas placas entre os rounds. E os brasileiros terão a chance de conhecer a musa no próximo dia 27, com a edição carioca do evento, cuja luta principal terá o campeão dos médios Anderson Silva contra o japonês “Yushio Okami”.
A ring girl, acostumada a viajar com o UFC, foi questionada sobre qual destino futuro mais a empolga, e não titubeou: “Definitivamente o Brasil”, afirmou ela, à revista brasileira do UFC, recém-lançada. “Mal posso esperar. Ouvi dizer que a cultura, as pessoas, tudo no Brasil é quente e sexy. Eu sempre quis conhecer o país.”
Em comparação com as brasileiras, ela tem a paixão pelos biquínis, um verdadeiro instrumento de trabalho para ela. “Todos os biquínis são pequenos no Brasil. Super pequenos! Tenho mais de 50 biquínis e os amo. Para vestir bem tem que ter uma bunda pequena. E eu tenho um bumbum pequeno e durinho.”
Como toda mulher, ela já está planejando como montar suas malas, e revelou que passa vergonha na hora de viajar. “Sou péssima em arrumar as malas. Tenho uma maior que a outra, e todos zombam de mim no aeroporto”, brincou.
Além de comentar também sobre seus ensaios sensuais nos últimos meses, Arianny disse ser uma fã de malhação e deu dicas para quem quer conquista-la. “Toda garota gosta de um cara com um corpo legal! Não é necessário, mas é uma qualidade muito benvinda”, completou
Fonte: http://esporte.uol.com.br/lutas/vale-tudo/ultimas-noticias/2011/08/13/ring-girl-se-diz-empolgada-com-ufc-rio-tudo-no-brasil-e-quente-e-sexy.htm
PENA! Nadadora de 61 anos desiste da travessia Cuba-EUA
Foto:AP
A nadadora norte-americana Diana Nyad, de 61 anos, abandonou na terça-feira sua tentativa de se tornar a primeira pessoa a nadar de Cuba à Flórida fora de uma jaula antitubarões na metade do trajeto, informou a CNN. A emissora, que tinha um produtor em um dos barcos que acompanhavam Nyad, disse que ela vomitou ao ser trazida para a embarcação, à 0h45 de terça-feira (1h45 de Brasília).
A atleta já havia passado 29 horas nadando, de um total estimado de 60 horas, para a travessia de 166 quilômetros até Key West, uma ilha da Flórida. "Não estou triste. Foi a coisa absolutamente certa", disse ela à CNN.
Nyad estava protegida pela companhia de caiaques, que emitiam um sinal eletrônico afastando os tubarões. Ela havia caído na água na Marina Hemingway, na periferia oeste de Havana, às 19h45 de domingo (20h45 de Brasília), sob aplausos de pessoas que torciam por ela.
Em mensagem enviada na segunda-feira pelo Twitter, o produtor de TV Matt Sloane, da CNN, disse que Nyad sentia dor no ombro e "um pouco de asma", mas avançava satisfatoriamente.
Nyad, que foi criada no sul da Flórida, já havia tentado fazer essa travessia em 1978, aos 28 anos, mas desistiu por causa do vento e das ondas fortes.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/esportesaquaticos/noticias/0,,OI5287371-EI15529,00-Nadadora+de+anos+desiste+da+travessia+CubaEUA.html
A atleta já havia passado 29 horas nadando, de um total estimado de 60 horas, para a travessia de 166 quilômetros até Key West, uma ilha da Flórida. "Não estou triste. Foi a coisa absolutamente certa", disse ela à CNN.
Nyad estava protegida pela companhia de caiaques, que emitiam um sinal eletrônico afastando os tubarões. Ela havia caído na água na Marina Hemingway, na periferia oeste de Havana, às 19h45 de domingo (20h45 de Brasília), sob aplausos de pessoas que torciam por ela.
Em mensagem enviada na segunda-feira pelo Twitter, o produtor de TV Matt Sloane, da CNN, disse que Nyad sentia dor no ombro e "um pouco de asma", mas avançava satisfatoriamente.
Nyad, que foi criada no sul da Flórida, já havia tentado fazer essa travessia em 1978, aos 28 anos, mas desistiu por causa do vento e das ondas fortes.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/esportesaquaticos/noticias/0,,OI5287371-EI15529,00-Nadadora+de+anos+desiste+da+travessia+CubaEUA.html
sábado, 13 de agosto de 2011
VÔLEI: Natália volta à Seleção e Brasil passa fácil por Cazaquistão
Foto:esportes.r7.com
A Seleção Brasileira feminina de vôlei segue invicta em sua caminhada rumo às finais do Grand Prix. Neste sábado, a equipe de José Roberto Guimarães encarou o Cazaquistão, país mandante do grupo brasileiro, e não teve dificuldades para vencer a partida por 3 sets a 0, com parciais de 25/14, 25/18 e 25/20. O selecionado brasileiro, que tem cinco vitórias no torneio, encara um jogo duro contra a Itália neste domingo, a partir das 9h (horário de Brasília).
O mais importante da vitória contra a seleção cazaque foi o retorno à equipe da ponteira/oposta Natália. A jogadora, um dos principais nomes no vice-campeonato mundial ano passado, ficou afastada por mais de dois meses da Seleção após a retirada de um tumor benigno da canela esquerda.
Na partida deste sábado, Natália entrou como titular no lugar de Paula Pequeno e mostrou que ainda precisa adquirir ritmo de jogo. A jogadora marcou seis pontos, sendo um deles o que fechou a vitória brasileira. O destaque da partida foi a meio de rede Thaisa, que anotou 15 pontos, sendo cinco de bloqueio.
A equipe brasileira começou a partida sem encontrar dificuldades. Com Dani Lins distribuindo de forma precisa as bolas e o bloqueio funcionando, a equipe verde e amarela não teve muito trabalho e Zé Roberto pode variar o time, colocando em quadra Tandara e Fabíola. O time demorou apenas 21 minutos para fechar por tranquilos 25 a 14.
No segundo set, a tranquilidade permaneceu na equipe e o que se viu foi uma quase repetição da primeira parcial. Com o time que iniciou a partida jogando todo o tempo e com Thaisa em grande fase, a Seleção venceu por 25 a 18.
Na terceira e decisiva parcial, a equipe verde e amarela deu uma relaxada e viu o Cazaquistão chegar a primeira parada técnica com três pontos de vantagem: 8 a 5. A postura brasileira fez o técnico Zé Roberto se irritar e dar uma bronca em suas comandadas. O foco principal foi Dani Lins, que diferentemente do início da partida oscilou demais nos levantamentos, repetindo distribuições de bola.
Com a equipe mais ligada depois da reclamação do treinador, a Seleção entrou novamente nos eixos. Com boa entrada de Fernanda Garay e Tandara nos lugares de Fabiana e Mari, o Brasil reverteu o placar e fechou o jogo com uma vitória por 25 a 20.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Vem aí a Copa do Brasil de Futebol Feminino!
A CBF promove a partir de 18 de agosto a quinta edição da Copa do Brasil de Futebol Feminino. A competição, em sua versão 2011, continua com o caráter de verdadeira dimensão nacional, com a participação de 32 clubes e representantes dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal.
A Copa do Brasil de Futebol Feminino 2011 terá a primeira rodada no dia 18 de agosto e encerramento no dia 24 de novembro. O campeonato será disputado em cinco fases, no sistema mata mata.
Entre os 32 times estão clubes que disputam o Brasileiro da Série A masculino como Vasco da Gama, Santos e Atlético Mineiro. O clube campeão da Copa do Brasil de Futebol Feminino 2011 disputará a Libertadores da América de 2012.
O Duque de Caxias/RJ foi o campeão da Copa do Brasil de Futebol Feminino de 2010.
Fonte: http://www.cbf.com.br/
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
VÔLEI DE PRAIA: Taiana e Vivian avançam à segunda fase em Londres
Foto:promoview.com.br
As brasileiras Taiana e Vivian asseguraram nesta quarta-feira a classificação à segunda fase do evento-teste do vôlei de praia para os Jogos Olímpicos de Londres. Jogando na arena montada na House Guards Parade, a parceria avançou ao derrotar as canadenses Broder e Voth por 2 sets a 0, parciais de 21/12 e 21/18, e conseguir sua segunda vitória na competição.
Nesta sexta-feira, a dupla volta à quadra para disputar a liderança do Grupo D com as donas da casa Johns e Boulton, que também estão invictas. O confronto será realizado às 16h (de Brasília).
Já Ângela e Lili conquistaram nesta quarta-feira sua primeira vitória nas areias de Londres. Derrotada na estreia, a dupla nacional venceu as americanas Hochevar e Rutledge por 2 sets a 1, com parciais de 21/18, 19/21 e 15/11, e assumiu a vice-liderança do Grupo D.
Com chances de classificação, as brasileiras entram em quadra contra as chinesas Zhang e Jingjing, que ainda não venceram na competição, e precisam de um triunfo para garantir vaga na segunda fase.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/volei/noticias/0,,OI5290803-EI1891,00-Taiana+e+Vivian+avancam+a+segunda+fase+em+Londres.html
VÔLEI: Brasil pega a Tailândia em estreia na segunda fase do Grand Prix
Foto: FIVB/Divulgação
Seleção Brasileira feminina de vôlei estreia na segunda fase do Grand Prix nesta sexta-feira, às 9h (de Brasília), contra a Tailândia. A equipe nacional está no Grupo F da competição, disputado em Almaty, no Cazaquistão, ao lado também das donas da casa e da Itália.
"A Tailândia é um time que temos enfrentado muito nos últimos anos. É uma equipe baixa, mas que é muito rápida e defende muito bem, enfim a típica escola asiática, com muitas combinações de ataque", disse o técnico brasileiro José Roberto Guimarães.
Na primeira fase do Grand Prix, a Tailândia surpreendeu ao vencer Cuba por 3 sets a 2. A equipe, que também passou pelo Peru, foi derrotada apenas pela forte seleção da Rússia e aparece na sétima posição na classificação geral. O Brasil, com três vitórias e nove pontos, está na vice-liderança.
"Teremos que tomar muito cuidado. Elas conseguiram uma vitória importante sobre Cuba e já estão com cinco pontos. É um time que precisa ser respeitado", afirmou José Roberto.
Para a ponteira Mari, a Seleção Brasileira precisará ficar atenta à velocidade do ataque tailandês. Se recepcionarem bem o saque, as asiáticas podem dar trabalho às favoritas.
"A Tailândia tem duas ponteiras fortes. Apesar de ser um time baixo, elas defendem muito e nunca desistem. Precisaremos entrar ligadas no jogo e o nosso saque terá um papel importante. As tailandesas vão entrar sem pressão contra o Brasil", explicou.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/volei/noticias/0,,OI5290720-EI1891,00-Brasil+pega+a+Tailandia+em+estreia+na+segunda+fase+do+Grand+Prix.html
Seleção Brasileira feminina de vôlei estreia na segunda fase do Grand Prix nesta sexta-feira, às 9h (de Brasília), contra a Tailândia. A equipe nacional está no Grupo F da competição, disputado em Almaty, no Cazaquistão, ao lado também das donas da casa e da Itália.
"A Tailândia é um time que temos enfrentado muito nos últimos anos. É uma equipe baixa, mas que é muito rápida e defende muito bem, enfim a típica escola asiática, com muitas combinações de ataque", disse o técnico brasileiro José Roberto Guimarães.
Na primeira fase do Grand Prix, a Tailândia surpreendeu ao vencer Cuba por 3 sets a 2. A equipe, que também passou pelo Peru, foi derrotada apenas pela forte seleção da Rússia e aparece na sétima posição na classificação geral. O Brasil, com três vitórias e nove pontos, está na vice-liderança.
"Teremos que tomar muito cuidado. Elas conseguiram uma vitória importante sobre Cuba e já estão com cinco pontos. É um time que precisa ser respeitado", afirmou José Roberto.
Para a ponteira Mari, a Seleção Brasileira precisará ficar atenta à velocidade do ataque tailandês. Se recepcionarem bem o saque, as asiáticas podem dar trabalho às favoritas.
"A Tailândia tem duas ponteiras fortes. Apesar de ser um time baixo, elas defendem muito e nunca desistem. Precisaremos entrar ligadas no jogo e o nosso saque terá um papel importante. As tailandesas vão entrar sem pressão contra o Brasil", explicou.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/volei/noticias/0,,OI5290720-EI1891,00-Brasil+pega+a+Tailandia+em+estreia+na+segunda+fase+do+Grand+Prix.html
BOXE: ex-campeã brasileira Adriana
Os cruzados de direita que antes valiam cinturões hoje só deformam sacos de areia. A ex-modelo e primeira boxeadora a ter chancelado um título brasileiro se habituou à rotina com sparrings e ginásios emudecidos. Só que Adriana Salles cansou. A pugilista brada por uma nova oportunidade nos ringues.
Sem lutar desde o ano passado, Adriana, 41, conserva a boa forma e a presteza nos golpes no complexo de boxe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), na região do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, e em aulas esporádicas que ministra em uma academia. Pouco para uma das mais coroadas pugilistas brasileiras e que há pouco mais de três anos pleiteava o título mundial.
"Como não luto mais, não tenho patrocínio. Por isso, preciso trabalhar, me sustentar de alguma forma. Não posso me dedicar integralmente ao boxe. Continuo treinando, me preparando, só que essa nova geração de meninas não quer lutar comigo", afirmou a meio-médio ligeiro.
A relação quase nula de pretendentes ao confronto não evita que Adriana bata no peito e prontifique o convite. Sem titubear, elege a sua "escolhida": a sérvia radicada brasileira Duda Yankovich, campeã mundial em 2006 pela Associação Mundial de Boxe Feminino (WIBA) e participante eliminada recentemente de A Fazenda 4.
Basta esboçar o nome da concorrente para Adriana alterar o semblante de seu rosto. Um sorriso irônico se mistura a uma fala acelerada, com raras pausas. "Fizeram uma croata (sic) que só apanha ser campeã mundial. Aqui dentro ela ganha porque tem 'retaguarda'. Já a convidei para um duelo, mas ela diz que eu sou mais leve. É argumento de quem não tem boxe. Não quero ser prepotente, mas me garanto. Ela não tem técnica".
Adriana não economiza. Alfineta Duda porque sabe que um hipotético embate guinaria a sua carreira. Além de famosas pelos respeitáveis carteis, a dupla também faz sucesso pela ótima aparência. Um prato cheio para a mídia. "Preciso 'limpar' o meu cartel, ou seja, lutar novamente e vencer, para sonhar em disputar novamente o cinturão", sublinha Adriana, que tem como principais conquistas o Paulista e o Brasileiro, ambos abocanhados em 2005.
Antes dos ringues, as passarelas
Olhos azuis, cabelos loiros levemente cacheados, lábios delineados e corpo esguio. Impossível não se encantar com os belos traços de Adriana. Além de despertar olhares curiosos de quem acompanha o boxe de perto, o perfil da pugilista entrega o seu antigo ofício. Dos 12 aos 26 anos, "galega", como é conhecida, desfilou em passarelas, capas de revista e anúncios de refrigerantes.
"Financeiramente (a vida como modelo), não me trouxe tanto retorno. Aprendi muita coisa, mas precisava abrir novos horizontes. Foi justamente ai que eu conheci o pugilismo".
A transição foi dura, sobretudo pela desconfiança da ala masculina, àquela época reticente em supervisionar uma mulher. O primeiro a romper o paradigma e confiar no potencial de Adriana foi Messias Gomes, perito na formação de novos talentos do pugilismo e atual coordenador técnico de boxe do COTP.
"O Messias foi o meu grande incentivador. Ele me ensinou que é preciso bater e não apanhar. Devo tudo a este homem", diz Adriana, acenando em direção ao seu mentor.
Sujeito introspectivo e de poucas palavras, Messias deixa o embaraço de lado e devolve os chamegos. "A Adriana é um exemplo de atleta. É aguerrida, dentro e fora dos ringues. O trabalho com ela mudou muito a minha visão sobre as mulheres no boxe. Ela é um exemplo de motivação para as mais novas".
Desde que abandonou as passarelas para se dedicar à "nobre arte", portanto, há 15 anos, Adriana soma 11 vitórias, sete derrotas e um empate.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/lutas/noticias/0,,OI5291637-EI15532,00-Sem+desafiantes+excampea+brasileira+provoca+e+desafia+Duda+Yankovich.html
Sem lutar desde o ano passado, Adriana, 41, conserva a boa forma e a presteza nos golpes no complexo de boxe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), na região do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, e em aulas esporádicas que ministra em uma academia. Pouco para uma das mais coroadas pugilistas brasileiras e que há pouco mais de três anos pleiteava o título mundial.
"Como não luto mais, não tenho patrocínio. Por isso, preciso trabalhar, me sustentar de alguma forma. Não posso me dedicar integralmente ao boxe. Continuo treinando, me preparando, só que essa nova geração de meninas não quer lutar comigo", afirmou a meio-médio ligeiro.
A relação quase nula de pretendentes ao confronto não evita que Adriana bata no peito e prontifique o convite. Sem titubear, elege a sua "escolhida": a sérvia radicada brasileira Duda Yankovich, campeã mundial em 2006 pela Associação Mundial de Boxe Feminino (WIBA) e participante eliminada recentemente de A Fazenda 4.
Basta esboçar o nome da concorrente para Adriana alterar o semblante de seu rosto. Um sorriso irônico se mistura a uma fala acelerada, com raras pausas. "Fizeram uma croata (sic) que só apanha ser campeã mundial. Aqui dentro ela ganha porque tem 'retaguarda'. Já a convidei para um duelo, mas ela diz que eu sou mais leve. É argumento de quem não tem boxe. Não quero ser prepotente, mas me garanto. Ela não tem técnica".
Adriana não economiza. Alfineta Duda porque sabe que um hipotético embate guinaria a sua carreira. Além de famosas pelos respeitáveis carteis, a dupla também faz sucesso pela ótima aparência. Um prato cheio para a mídia. "Preciso 'limpar' o meu cartel, ou seja, lutar novamente e vencer, para sonhar em disputar novamente o cinturão", sublinha Adriana, que tem como principais conquistas o Paulista e o Brasileiro, ambos abocanhados em 2005.
Antes dos ringues, as passarelas
Olhos azuis, cabelos loiros levemente cacheados, lábios delineados e corpo esguio. Impossível não se encantar com os belos traços de Adriana. Além de despertar olhares curiosos de quem acompanha o boxe de perto, o perfil da pugilista entrega o seu antigo ofício. Dos 12 aos 26 anos, "galega", como é conhecida, desfilou em passarelas, capas de revista e anúncios de refrigerantes.
"Financeiramente (a vida como modelo), não me trouxe tanto retorno. Aprendi muita coisa, mas precisava abrir novos horizontes. Foi justamente ai que eu conheci o pugilismo".
A transição foi dura, sobretudo pela desconfiança da ala masculina, àquela época reticente em supervisionar uma mulher. O primeiro a romper o paradigma e confiar no potencial de Adriana foi Messias Gomes, perito na formação de novos talentos do pugilismo e atual coordenador técnico de boxe do COTP.
"O Messias foi o meu grande incentivador. Ele me ensinou que é preciso bater e não apanhar. Devo tudo a este homem", diz Adriana, acenando em direção ao seu mentor.
Sujeito introspectivo e de poucas palavras, Messias deixa o embaraço de lado e devolve os chamegos. "A Adriana é um exemplo de atleta. É aguerrida, dentro e fora dos ringues. O trabalho com ela mudou muito a minha visão sobre as mulheres no boxe. Ela é um exemplo de motivação para as mais novas".
Desde que abandonou as passarelas para se dedicar à "nobre arte", portanto, há 15 anos, Adriana soma 11 vitórias, sete derrotas e um empate.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/lutas/noticias/0,,OI5291637-EI15532,00-Sem+desafiantes+excampea+brasileira+provoca+e+desafia+Duda+Yankovich.html
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