São Caetano do Sul,

sábado, 6 de agosto de 2011

VÔLEI: Brasil sofre, mas vira 4º set e bate Alemanha no Grand Prix

 

Brasileiras comemoram a vitória  sobre a Alemanha por 3 sets a 1, em parciais de 25/21, 23/25, 25/15 e 25/23. Foto: FIVB/Divulgação
Seleção Brasileira conquistou a segunda vitória no Grand Prix
Foto: FIVB/Divulgaçao

A Seleção feminina de vôlei teve mais dificuldades na sua segunda partida no Grand Prix 2011, contra a Alemanha. Depois de vencer bem o Japão, as brasileiras sofreram um pouco no segundo e quarto sets, mas contaram com a ótima partida da levantadora reserva Fabíola, que entrou em um momento decisivo e ajudou a equipe a vencer por 3 a 1, em parciais de 25/21, 23/25, 25/15 e 25/23.
Fabíola entrou na partida apenas durante o quarto set, mas foi a principal responsável pela virada da equipe na metade da parcial, principalmente no setor defensivo. Ela substituiu bem a titular Dani Lins, que não teve uma boa partida nos três primeiros sets - ainda que o Brasil tivesse vencido parcialmente por 2 a 1 - e trouxe um novo fôlego para o time que até então jogava não tão bem, conseguindo inclusive três pontos de bloqueio.
O principal destaque brasileiro durante todo o jogo, no entanto, foi Sheilla. Regular, ela anotou 21 pontos e foi a principal pontuadora da partida. Paula Pequeno também teve uma ótima jornada, com 16 pontos anotados, seguida de Mari, com 14. Pelo time alemão, Margareta Kozuch anotou outros 16 pontos.
No próximo jogo, o Brasil enfrentará a Coreia do Sul, as donas da casa que perderam as suas duas partidas na competição até aqui. A partida será na madrugada de sábado para domingo, às 2h (horário de Brasília).
 
O JOGO - No primeiro set, as brasileiras se mantiveram à frente no placar durante todo o período, mas não conseguiram deslanchar como na partida anterior, contra o Japão. No primeiro tempo técnico, o time teve vantagem de dois pontos, e no segundo, de apenas um. No entanto, no final do set, as comandadas do técnico José Roberto Guimarães conseguiram fechar a parcial em 25 a 21, após 26 minutos de bola rolando.
No segundo set, no entanto, as alemães reagiram e impuseram seu ritmo de jogo sobre o Brasil, que não jogava bem. Zé Roberto promoveu mudanças no time, como as entradas de Sassá, Fernanda e Tandara, mas as alterações não surtiram o efeito esperado, e a vitória foi da equipe europeia por 25 a 23.
Na terceira parcial, o treinador brasileiro voltou a colocar as titulares em quadra, e elas conseguiram recuperar a boa forma com larga vantagem principalmente na metade final do set. Tandara entrou novamente, e ajudou o Brasil a vencer o set por 25 a 15, indo com força para a quarta parcial.
O quarto set, no entanto, voltou a ser complicado para as brasileiras, com as alemãs na frente na primeira e segunda paradas técnicas. Dani Lins, que não fazia uma boa partida, foi substituída por Fabíola - que não jogou nesta sexta-feira, contra o Japão. A reserva melhorou no ataque e principalmente na defesa, sendo o nome da virada após o segundo tempo técnico, e fez o time brasileiro alterar o placar de um desfavorável 17 a 15 para um 25 a 23, fechando o jogo em uma hora e 51 minutos de partida

Fonte:gazeta esportiva e site Terra.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Atletismo: a talentosa Tamiris de Liz

Foto: fcatletismo.org.br


Uma das principais revelações do atletismo nacional, a catarinense Tamiris de Liz viveu nesta quinta-feira uma experiência nova. Classificada à final dos 100m rasos no Troféu Brasil, ela competiu ao lado da recordista sul-americana Ana Cláudia Lemos da Silva e precisou controlar o nervosismo.
"Competir do lado dela, nossa...Dei até uma tremidinha quando a vi do meu lado ali no bloco de partida", disse Tamiris, após a final dos 100m rasos.
A jovem, que corre pela equipe de Joinville, acabou o Troféu Brasil de Atletismo na sexta colocação dos 100m rasos, com o tempo de 11s71. Ana Cláudia não bateu seu próprio recorde, mas venceu com tranquilidade a prova, com a marca de 11s34, no Estádio Ícaro de Castro Mello.
"Foi um resultado bom, por ser uma competição adulta, final de Troféu Brasil ainda. Eu não esperava, mas vim aqui para lutar por isso e graças a Deus consegui", explicou Tamiris, que se mostrou decepcionada apenas por não conseguir melhorar seu tempo.
"Eu esperava abaixar, mas acho que deu vento na hora da prova e não consegui. Mas vou continuar treinando para abaixar mais ainda. Quanto mais, melhor", afirmou.
Para o restante da temporada, a catarinense mira as competições estaduais e uma boa participação no Campeonato Brasileiro juvenil, em que espera conquistar uma vaga para o Sul-americano.

Fonte: gazeta esportiva / site terra

PARABÉNS A JOGADORA E AMIGA GLENDA FALCÃO


Quem disse que nao existe amizade entre jogadora e árbitra de futebol???? Pois bem, isso é mentira, tenho muitos amigos no ramo e uma delas é a Jogadora de Futebol do Clube América de São Miguel, Glenda Falcão, que hoje faz aniversário!!! Parabéns amiga e muito sucesso na sua carreira.



Lembrando hoje tem jogo do Campeonato Paulista Feminino, e segundo a Glenda hoje tem Golaço!!!

Paulista Feminino
Jogo: 136 - América São Manuel X Rio Preto
Data: 05/08/2011 Horário: 20:00
Estádio: Estádio Adhemar de Barros Cidade: SAO MANUEL
Arbitro: Daniel de Oliveira Teles
Arbitro Assist 1: Sergio Cardoso dos Santos
Arbitro Assist 2: Marcelo Sanches Moreno

Maratonista Aquática Poliana Okimoto

Foto: rederecord.r7.com
 Júlia Monnerat Pecci
 
Já classificada para as Olimpíadas de Londres após chegar em sexto lugar no Mundial de Xangai, Poliana Okimoto comemora a conquista. Apesar do alívio com a vaga em 2012, a atleta se preocupa com o futuro da maratona aquática no Brasil. Para a nadadora, falta incentivo para novos atletas.
- Eu acho que a Confederação tem que fazer alguma coisa pensando no futuro da maratona. A gente sabe que hoje tem eu e a Ana Marcela (Cunha) brigando com as melhores do mundo. No masculino, tem o Allan (do Carmo) e o Samuel (de Bona) que estão bem, tentando vaga olímpica. Mas não se vê muito futuro, não está tendo uma continuidade. Nas Olimpíadas de 2020, a gente ainda não consegue ver um futuro.
Apesar do alerta, a brasileira acredita que os bons resultados que os atletas da modalidade têm conquistado podem fazer crescer o número de interessados.
- A gente está mostrando o que é a maratona aquática. No Brasil, muitos não conheciam a modalidade e estamos vendo muitos participantes, muitas provas realizadas. Eu acredito que isso vai trazer mais atletas. Mas temos que ter mais projetos de maratona aquática. Algo que, hoje, a gente não tem.
Prestes a participar pela segunda vez das Olimpíadas, Okimoto comemora a vaga conquistada com um ano de antecedência. Para os Jogos de 2008, em Pequim, quando ficou em 7º lugar, a classificação veio somente três meses antes da competição.
- Foi muito melhor este ano. Com um ano de antecedência você tem como fazer todo um planejamento voltado para a competição. Em 2008, a gente teve que fazer o planejamento para conseguir a vaga olímpica. Agora a gente tem um ano para planejar, pensar e fazer todo o treinamento. Vou usar os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara e algumas etapas da Copa do Mundo, no ano que vem, como treinamento. É bom estar em contato com os adversários, com as provas.
Confiante, a brasileira acredita nos últimos resultados e busca uma medalha olímpica inédita, em Londres.
- Nas Olimpíadas de 2008, eu era muito inexperiente na maratona. Hoje eu já fiz mais provas, estou muito mais madura, com mais experiência e mais consciente do que eu devo fazer durante uma prova de maratona. O aprendizado que eu tive durante esses três anos foi essencial para realmente pensar em uma medalha olímpica. Agora eu estou muito mais preparada do que em 2008 - afirma a nadadora, de 28 anos.
De olho na medalha de 2012, a atleta já faz planos para os Jogos no Rio de Janeiro, em 2016. Poliana pretende encerrar a carreira na competição realizada no Brasil e relembra com saudades o carinho que sentiu no Pan de 2007, também realizado na cidade carioca, quando conquistou a medalha de prata.
- A gente tem que aproveitar ao máximo, tirar o que puder dessas Olimpíadas porque vai ser uma oportunidade muito grande. Principalmente para os atletas. Poder competir em casa, com seu público. A gente viu que o Pan-Americano de 2007 foi uma sensação, um sucesso. Tinham milhares de pessoas assistindo e incentivando quando eu ganhei a medalha em Copacabana. Se a emoção de ganhar a medalha no Pan, em casa, foi grande, imagina nas Olimpíadas? Meu sonho é encerrar a carreira participando dos Jogos de 2016. Vou lutar com todas as forças para estar competindo até lá...

Fonte:http://www.polianaokimoto.com.br/

Sem auxílio do Bolsa-Atleta, atletas se viram para chegar ao Pan

Foto: fgp.org.br



Anderson Rodrigues
Direto de São Paulo

O Terra procurou alguns atletas que já estão há oito meses sem receber a Bolsa-Atleta por mudanças na Lei Pelé. Praticantes das modalidades Não Olímpicas, como karatê, esqui aquático, squash, patinação e boliche (conquistaram 12 medalhas em 2007 no Rio) sofrem sem o dinheiro que serve de preparação e auxílio para treinamentos e competições. Beisebol e Softbol não estarão no Pan e foram excluídos do calendário olímpico pelo COI.
Marcelo Suartz contava com a Bolsa-Atleta para seguir treinando boliche na Webber International University, na Flórida. Aluno de marketing, ele foi eleito o Jogador do Ano - melhor do boliche entre as mais de 120 universidades americanas.
"A Wada (Associação Mundial de Boliche) pediu para que o boliche no Pan tivesse a participação de profissionais, pela primeira vez na história. O objetivo é conseguir ter a modalidade nas Olimpíadas. Por isso, resolvi investir na melhor universidade com equipe de boliche, referência mundial. Hoje divido meu tempo com o estudo, os treinos puxados e, sem a Bolsa, trabalho numa academia e faço estágio. Queria me dedicar mais", disse, ao completar.
"Sempre utilizei este recurso para chegar ao máximo nas competições defendendo o Brasil. O pagamento sempre vem atrasado, picado, mas este ano não recebi", contou o jogador. O boliche obteve sua primeira medalha em Pan no Rio, prata, com Fábio Rezende e Rodrigo Hermes, que desistiram do esporte por falta de incentivos.
Julia Balthazar, que irá representar o Brasil na patinação, também confirmou as dificuldades sem a Bolsa Internacional: R$ 1.850 mensais. "Estamos sem notícias. Nossa confederação tem pouco apoio. É complicado. Só por amor mesmo", disse.
No squash, Rafael Alarcon treina para seu terceiro Pan. Prata em Santo Domingo (2003) e bronze no Rio (2007), ele vai além. "É meu sonho defender o Brasil, visto a camisa com orgulho. Neste ano, fomos surpreendidos. Participo de etapas de circuito mundial e torneios fora do país. O gasto é enorme. E a pressão por resultados também. Com certeza este dinheiro virá. Será um cala-boca perto do Pan, quando receberemos uma cartilha do COB com instruções para não dar entrevistas sobre certos assuntos. Se falarmos, somos excluídos. Para quem nunca foi para um Pan e sonha em estar em Guadalajara, não vai influenciar em nada nas competições", alertou.
Segundo o Ministério do Esporte, o Programa é um auxílio. Não tem como objetivo manter atletas. Tanto que, atualmente, os bolsistas foram liberados e podem ter patrocínios para integrar a lista dos contemplados. A lei também garante prioridade às modalidades olímpicas e paraolímpicas.
Os nomes dos atletas serão divulgados nos próximos dias no Diário Oficial da União. Depois, os atletas inscritos terão 30 dias para enviar o Termo de Adesão, comprovando os resultados. O pagamento será feito retroativo, de forma imediata.
Segundo o CNE (Conselho Nacional do Esporte, vinculado ao Ministério), pode ser que as 12 mensalidades sejam condensadas em menos parcelas. O COB não tem relação com o Programa Bolsa-Atleta, de responsabilidade do Ministério, mas acompanha de perto as confederações e os atletas do país.
Leia abaixo o comunicado do COB sobre o apoio dado aos atletas:
Em anos pré-Jogos e de Jogos Pan-americanos e Sul-americanos, o Comitê Olímpico Brasileiro apoia efetivamente as confederações através de destinação de recursos do fundo de reserva da Lei Agnelo/Piva para ações como: treinamento de equipes, contratação de técnicos estrangeiros, viagens de intercâmbio, participação em competições internacionais, aquisição de equipamentos e materiais esportivos e períodos de aclimatação das delegações, entre outras.
Para Guadalajara, essas modalidades tiveram apoio em 2010 e 2011 para se classificarem e terem boa participação nos Jogos. O objetivo principal do Comitê Olímpico para os Jogos Pan-americanos Guadalajara-11 é classificar o maior número possível de atletas para os Jogos Olímpicos Londres 2012. Estamos cientes da dificuldade de manter o mesmo número de medalha dos Jogos Pan-americanos Rio 2007.
Os Jogos em casa são historicamente os melhores dos países anfitriões, onde fatores importantes fazem a diferença, como: tamanho da delegação, conhecimento dos locais de competição, apoio da torcida, familiares, suporte de patrocinadores, não necessidade de aclimatação, alimentação habitual, sem fuso, sem viagem, etc.
O COB está trabalhando para obter o melhor resultado possível.

Fonte: site terra/esportes

Futebol: Nova Sereia do Santos


 
Foto:esportes.terra.com.br
Dassler Marques
Direto de Santos
No início de maio, o Terra apresentou a história de Isabela Vieira, 20 anos e então uma beldade a serviço do meio-campo do Foz do Iguaçu. Com passagem pela várzea e recusada pelo Santos em uma peneira, a jogadora almejava um novo salto na carreira. Em poucas semanas, ela descobriu que no futebol as coisas mudam muito rápido. Hoje, a volante que também teve passagem pela Seleção Brasileira Sub-20 é a mais recente integrante do badalado time das Sereias da Vila.
"Tudo aconteceu há mais ou menos dois meses e, desde então, disputei um Regional e o Paulista pelo Santos. Estar aqui é realizar um sonho, porque desde 2008 participei de peneira, testes, um jogo comemorativo e quando menos esperei a porta se abriu. O Santos tem toda uma estrutura que faz a diferença, é um time de camisa. Não dá para comparar com os outros", contou Isabela em nova entrevista ao Terra.
"Eu já conhecia a maioria das meninas, o que facilitou o meu entrosamento. No começo é adaptação, entender os treinamentos, a formação tática...antes existia uma rivalidade, isso é normal. Mas se estou agora aqui dentro, também sou do Santos e lutamos por um bem comum". Enquanto várias titulares serviram a Seleção na Copa do Mundo de Futebol Feminino, Isabela cavou uma vaga na equipe ideal santista. "Marquei um gol até", brinca a marcadora.
Isabela só iniciou de verdade no futebol feminino há pouco menos de dois anos, quando partiu de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, para ser jogadora do Foz do Iguaçu. De lá saiu em maio, quando recebeu o convite do Santos. "Estou nova no futebol, então acho que já estar ao lado de meninas experientes e de uma comissão técnica bacana fará aprender e crescer", explica ao ser perguntada sobre uma chance na Seleção.
A um ano dos Jogos de Londres, ela espera correr contra o tempo para entrar nos planos do treinador Kleiton Lima, ex-comandante do Santos. Isabela crê ser difícil, mas sonha com uma chance. "Estar com todas essas jogadoras já é uma honra. Na Seleção principal é complicado de chegar, mas qual menina não sonha? Vou me esforçar, vou dar meu melhor para tentar chegar aos poucos".
Se em dois meses chegou no maior time de futebol feminino do País e se tornou uma das Sereias da Vila, por que não seria possível? "Aqui todos sabem quem são as Sereias. As pessoas perguntam: 'ah, joga no Santos? Ooohh'", imita Isabela, exagerando na reação. "O título de musa agrega valores, mas em campo não vai influenciar nada. Meu foco é no futebol", conta ela, que tem consigo a receita para superar os limites e atingir os objetivos. Desembarcar na Vila Belmiro já diz muito a respeito disso.

Fonte:http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/noticias

Seleção feminina de vôlei estreia com vitória no Grand Prix


Foto:verdesmares.globo.com

A seleção brasileira de vôlei estreou com o pé direito no Grand Prix. Na madrugada desta sexta-feira, a equipe dirigida pelo técnico José Roberto Guimarães vencei o Japão por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/16 e 25/21, em 1h15min de jogo. A partida, válida pelo Grupo C, foi realizada em Busan, na Coreia do Sul.
O destaque do jogo foi Sheilla, que marcou 15 pontos -sendo 13 de ataque, um de saque e um de bloqueio. A ponteira Paula Pequeno também teve uma boa atuação, com 14 acertos.
"Jogamos uma grande partida. O nosso saque foi eficaz. Além disso, tanto o bloqueio e a defesa funcionaram bem. No terceiro set cometemos alguns erros que fizeram o Japão voltar para o jogo. De qualquer forma, isso serve de parâmetro para os próximos jogos", afirmou o treinador brasileiro Zé Roberto.
O Brasil volta à quadra na madrugada deste sábado, quando encara a Alemanha. O jogo será às 4h30.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/esporte